Acusado de estuprar e engravidar paciente internada se declara inocente à Justiça

Tom Tingle / REUTERS

O enfermeiro acusado de estuprar e engravidar uma paciente vulnerável, internada há 14 anos, se declarou inocente durante audiência na Corte Superior do Condado de Maricopa, em Phoenix, nos Estados Unidos. A mulher inesperadamente deu à luz na clínica em que era cuidada por Nathan Sutherland. Um exame de DNA comprovou a paternidade da criança.

Sutherland, de 36 anos, foi preso e agora responde na Justiça por agressão sexual e abuso de pessoa vulnerável. O homem, que nega o crime e questiona a validade do exame de DNA, declarou à Corte que é inocente. O reú volta ao tribunal em 19 de março.

A vítima de 29 anos era cuidada pelo enfermeiro na clínica Hacienda HealthCare. Foi lá que engravidou e deu à luz um menino, em dezembro, sem que funcionários e parentes tivessem notado a gestação. O advogado do acusado, Dave Gregan, destacou a jornalistas após a audiência que vai pedir um novo exame de paternidade, de autoria independente.

Depois do surpreendente parto, a clínica testou o DNA de todos os funcionários e atestou a culpa de Sutherland, que foi demitido após ser preso. Ele trabalhava no local desde 2012.

Segundo a BBC, o chefe de polícia de Phoenix, Jeri Williams, considera que pode haver mais vítimas. Na clínica, vários pacientes têm estado de saúde que os impede de se comunicar. A mãe da criança, por exemplo, responde a sons e move pouco do próprio corpo.

“O importante é que ela é um filha amada, embora com deficiência intelectual significativa”, destacou em nota a família, que assumiu os cuidados do menino.

Fonte: Extra

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