Bolsonaro inclui visita à CIA na agenda em Washington nesta segunda

Isac Nóbrega/PR

Presidente da República Jair Bolsonaro, desembarca na Base Aérea de Andrews.

O presidente Jair Bolsonaro incluiu em sua agenda em Washington uma visita à Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) na manhã desta segunda-feira (18).

O compromisso não estava previsto na agenda do presidente, que chegou na tarde de domingo a Washington para sua primeira visita oficial aos EUA. Ele terá um encontro na terça-feira (19) com o presidente norte-americano Donald Trump.

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, que faz parte da comitiva brasileira, acompanhou Bolsonaro na visita à CIA.

A agenda do presidente, divulgada pelo Palácio do Planalto, previa para esta segunda compromissos apenas à tarde: uma audiência com o ex-secretário do Tesouro dos EUA Henry Paulson, uma cerimônia de assinatura de atos e um jantar oferecido pelo Conselho Empresarial Brasil-EUA.

Discurso em jantar
Acompanhado de sete ministros, entre os quais Paulo Guedes (Economia) e Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), Bolsonaro viajou no domingo (17) para Washington.

O presidente chegou à capital dos EUA à tarde e participou de um jantar na residência do embaixador brasileiro, Sérgio Amaral, com ministros e intelectuais de direita norte-americanos e brasileiros.

Bolsonaro fez um discurso no jantar. O presidente disse que era uma “alegria e satisfação” visitar o país e que deseja ter um Brasil “grande”, a exemplo dos planos de Trump para os EUA.

“Humildemente nós sabemos que, quando a diplomacia não dá muito certo, na retaguarda tem as Forças Armadas. O caminho é sempre o mesmo, sempre estamos juntos. Parece até que estamos em lados opostos, mas não, estamos no mesmo lado. Nós queremos construir o melhor para o nosso país. Eu aqui quero nesse encontro com o presidente Donald Trump buscar maneiras de trabalharmos juntos para o bem dos nossos povos. Eu quero o Brasil grande como o Trump quer os EUA grande”, completou o presidente.
Bolsonaro também declarou que o Brasil “não é um terreno” no qual pretende “construir coisas para o nosso povo”.

“Nós temos que descontruir muita coisa, desfazer muita coisa para, depois, começarmos a fazer”, disse, sem especificar o que pretende desconstruir.

Fonte: Agência Brasil

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