Jovem morto com golpes de facão teria presenciado assassinato em São José da Tapera

Familiares de José Eraldo dos Santos Bezerra, o “Zé Tichão”, de 25 anos, que morreu no último sábado, 08, aparentemente de queda da própria altura, questiona a causa da morte. Eles alegam que o jovem não foi vítima de um incidente, mas de homicídio.

De acordo com a família de José Eraldo, no dia da morte, a vítima estava em um bar na cidade de São José da Tapera consumindo bebidas alcoólicas quando se envolveu em uma confusão com o proprietário do estabelecimento comercial. “O dono do bar começou a agredir Zé Tichão, que estava muito bêbado e não conseguiu se defender. Durante as agressões, o acusado empurrou violentamente Zé Tichão, que caiu no chão e morreu”, disse o familiar, que preferiu não ter a identidade revelada.

O caso teria sido presenciado por João Bispo dos Santos Neto, de 24 anos, que voltava de uma festa quando viu o dono do bar agredindo José Eraldo. Diante da cena, João Bispo teria dito que chamaria à polícia caso o agressor não parasse de bater na vítima.  “Ele disse que achou que a vítima não tinha morrido da queda que levou depois de ser empurrada. Por isso gritou dizendo para o acusado que iria chamar a polícia, caso ele matasse a vítima”, disse.

Depois do ocorrido, João Bispo seguiu para casa e contou aos familiares o fato. No dia seguinte, João Bispo foi interceptado por outras duas pessoas. Ele ainda tentou fugir, mas foi alcançado e morto a golpes de facão.

“Os dois atacaram João. Ele começou a pedir socorro e correu por cerca de 150 metros quando foi alcançado pelos assassinos, que o mataram com vários golpes de facão. Várias pessoas ouviram os pedidos de socorro e
presenciaram o assassinato. Ninguém tem dúvidas de que foi o dono do bar e outro homem já identificado que mataram João”, relatou um cunhado de João Bispo.

A família acredita que João Bispo foi assassinado por ter presenciado a morte de José Eraldo.

Aqueles que tiverem informações sobre o caso devem denunciar ao Cisp de São José de Tapera, através do telefone (82) 99614-9318, ou pelo Disque Denúncia 181. O denunciante terá a identidade preservada.

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