Incêndio provocado por carregador de celular mobiliza bombeiros

Imagem meramente ilustrativa

Um incêndio registrado na madrugada desta quarta-feira (11) mobilizou 15 militares do Corpo de Bombeiros, em Maceió. A ocorrência entrou para a corporação por volta das 2h40. Segundo o relato, um princípio de incêndio ocorreu em uma residência da Avenida General Walfrido Jerônimo da Rocha, no Tabuleiro do Martins.

Ao chegar ao local indicado, os militares foram informados que o fogo, iniciado por um carregador de celular sobre um sofá, havia sido debelado por populares. Apesar do susto, não houve registro de feridos.

A utilização do celular por tempo prolongado pode reduzir a vida útil do aparelho, além de gerar riscos de acidentes domésticos, como este tipo de incêndio.

Principais cuidados

A maior parte desse tipo de incidente costuma ocorrer quando as pessoas utilizam os aparelhos telefônicos ao mesmo tempo em que ele está sendo carregado, o que é uma prática bastante perigosa. Vale salientar que carregadores piratas são mais propícios a provocar choques elétricos e até incêndios, pois não seguem as orientações do fabricante nem as regras de segurança previstas pela legislação específica.

É de extrema importância que os consumidores busquem utilizar esses itens de procedência original. No momento em que estiver sendo feita a recarga, o indicado é que o celular seja mantido sobre uma superfície rígida, arejada, seca, e que dificulte a propagação de incêndio, ficando assim distante de materiais de fácil combustão (plásticos, móveis de madeira, itens de espuma, tecidos). Deve-se evitar também o uso de muitos aparelhos ligados ao mesmo tempo em uma tomada e evitar manter os celulares carregando durante a noite toda e até mesmo sair de casa e deixar o aparelho sendo carregado. Caso ocorra um curto circuito, os riscos de incêndio aumentam e as chamas se propagam mais facilmente em contato com esses materiais.

O Corpo de Bombeiros recomenda que, sempre que possível, seja desligada a fonte de energia do local e, se houver vítima, que a mesma não seja diretamente tocada. O correto é que ela seja afastada da fonte elétrica com ajuda de objetos não condutores e secos, como o plástico, madeira e borracha – para que não haja risco de a outra pessoa também ser vítima do choque. Vale ressaltar a importância de sempre ligar para o 193 nos casos desses tipos de ocorrências de incêndios (com ou sem vítimas).

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