Cultura


Baianas Mensageiras de Santa Luzia no Engenho de Folguedos

Alberto Lima/alagoas24horasAlberto Lima/alagoas24horas

Alberto Lima/alagoas24horas

Grupo de dançadoras trajadas com as vestes convencionais de baianas, que dançam e fazem evoluções ao som de instrumentos de percussão, este é o grupo de Baianas Mensageiras de Santa Luzia, do Tabuleiro do Martins, fundado há 40 anos pelos saudosos, mestre Paulo Olegário e mestra Maria do Carmo Barbosa.

O grupo que se apresentou nesta quarta feira, dia 1º de dezembro, no projeto Engenho de Folguedos, já recebeu o Prêmio Culturas Populares 2009 –Edição Mestra Dona Izabel, do Ministério da Cultura (Minc), em 2009. A premiação tem um intuito de homenagear as expressões das culturas tradicionais e que fazem parte da diversidade cultural do país, e que hoje é uma verdadeira família que possui quatro gerações de pura tradição, desde a bisavó até a neta e atual mestra do grupo, Vanessa Camila dos Santos, de 19 anos de idade. Segundo ela a responsabilidade de dar continuidade aos ensinamentos da avó Dona Maura que agora coordena o grupo. “Gosto muito de dançar nas baianas, faço isso desde criança participando sempre com todos da família, além da responsabilidade tenho muita alegria em dançar. “ , afirma Vanessa.

Além da mestra e contra mestra, as embaixadoras que são as “puxadoras” dos cordões, ou seja, as que cantam e comandam o grupo, composto por ciganas e o restante das baianas chamadas de figuras. Atualmente o grupo ensaia no Clube de Idosos do bairro do Tabuleiro, sempre aos domingos. A dança é acompanhada por zabumba e ganzá, em ritmos que influenciados por emboladas, cocos.

Esse folguedo constitui uma modificação rural dos Maracatus pernambucanos ou é uma variação alagoana dos maracatus, sem a corte real e sem a boneca, e acrescidos de elementos dos pastoris e dos cocos, mesclados com canções religiosas negras.

Em mais um dia de Engenho os Folguedos numa realização da Associação de Folguedos Populares de Alagoas( ASFOPAL) com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o embalo das baianas contagiou o público. “Não vale ficar de fora desta festa da cultura popular.” Ressalta Josefina Maria, presidente da ASFOPAL.

As apresentações começam sempre a partis das 20h, nos jardins do Palácio Floriano Peixoto, no Centro. Mais informações 3315 7874


Fonte: Assessoria

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