Presos da Operação Carranca realizam exame de corpo de delito

Vanessa Alencar/Alagoas 24 HorasVanessa Alencar / Alagoas 24 Horas

Vanessa Alencar / Alagoas 24 Horas

Quinze pessoas detidas durante a Operação Carranca, desencadeada durante a manhã desta segunda-feira pela Polícia Federal, realizaram o exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal (IML) nesta tarde. Dados da PF dão conta de que 19 pessoas foram presas no Estado de Alagoas e uma em Brasília. Ao todo, foram oito mandados de prisão preventiva e 13 de prisão temporária, além de 51 de busca e apreensão.

Durante todo o dia e mesmo durante a movimentação no Insituto Médico Legal (IML) não houve nenhum esclarecimento por parte da Polícia Federal nem tampouco confirmação de nomes "para não atrapalhar as investigações", como explicou o superintendente interino da PF, Joacir Avelino.

Mesmo sem confirmação, a imprensa alagoana apurou o nome de pelo menos 13, dos 19 acusados presos. São eles: o ex-prefeito de Traipu, Marcos Santos; Carlos Wanderley, secretário de obras de Marechal Deodoro; Rodrigo Fragoso e seu pai Paulo Pontes; José Antônio; Cristiano Cintra Mendonça, Carlos Araújo; Ronaldo Lacerda; Val Basílio, presidente da Câmara de Palmeira, Geraldo Monteiro Carvalho; Nelson Tenório; Solange Moura Patriota; e a contadora Rosinete.

Em contato com o Alagoas24horas, o marido da contadora Rosinete esclareceu que o escritório de contabilidade da sua mulher teria aberto a firma da Lacerda Construtora e que por isso a Polícia Federal teria cumprido mandado de busca e apreensão no local. No entanto, os policiais não teriam encontrado nenhum documento comprometedor e a contadora não foi detida manteve sua rotina normal de trabalho.

Após a realização do exame nos 15 acusados, outros quatro – que segundo informações não oficiais, trabalhavam em construtoras – seriam levados pela PF ao IML. Segundo informações, o vigésimo acusado pela PF em Alagoas irá se entregar em breve.

Acusações

Os presos são acusados de peculato, corrupção ativa e formação de quadrilha. Eles teriam lesado – ainda segundo a PF – os cofres públicos em R$ 19.767.714, 30, que teriam sido desviados do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca, Dnocs.

Atualizada às 18h50.

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