Geisy Arruda vai a feira e dá dicas de como substituir o arroz e o feijão

Alta dos preços do prato mais tradicional brasileiro motivou modelo a procurar opções e a pechinchar.

Alessandra Gerzoschkowitz/EGOGeisy Arruda

Geisy Arruda

Geisy Arruda, como todo brasileiro, foi surpreendida pela alta dos preços do arroz e do feijão, itens que compõem o mais tradicional prato da refeição em nosso país. E o aumento não foi pequeno, não. Nos últimos 12 meses, o preço do feijão carioca já subiu mais de 58%, enquanto o do arroz aumentou 12,42% entre janeiro e abril. “Não dá para ficar sem comer, ? Até esses preços baixarem, vou fazer substituições no meu cardápio e pechinchar muito”, disse Geisy, que agora é blogueira da Classe C e topou ser repórter por um dia do EGO para encontrar substitutos mais baratos para o arroz e o feijão e a pechinchar na feira livre da rua Cayowaa, na Pompeia, Zona Oeste de São Paulo. Para não haver prejuízo na dieta, a nutricionista Chris Castro deu a dica para fazer a substituição ideal.

“Como o feijão é uma ótima fonte proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras, o ideal é substituí-lo por outra leguminosa com características nutricionais semelhantes, como a lentilha e o grão-de-bico. No lugar do arroz, uma boa opção é a batata-doce, que é uma ótima fonte de carboidratos com baixo índice glicêmico, além de ser rica em fibras e fonte de vitaminas e minerais,” explicou a nutricionista.

Qual não foi a surpresa de Geisy ao se dar conta de que a lentilha e o grão-de-bico, porém, estão mais caros do que o feijão, que custa R$ 15 o quilo. “A lentilha está R$16 e o grão-de-bico também. O jeito é economizar na balada e parar de sair aos finais de semana para poder comer feijão”, brincou Geisy.

Já o arroz, ela encontrou 500g por R$ 3. “Ainda dá para comprar, mas quem quiser economizar pode trocar pela batata-doce, que achei por R$ 2 o saquinho com meio quilo”, disse Geisy, que aproveitou para xavecar o feirante bonitão e ganhou desconto. A conclusão da loira foi a de que tem de barganhar: “Aqui é classe C e pechincha!”.

Alessandra Gerzoschkowitz/EGOGeisy Arruda

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Fonte: EGO

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