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Bispo Filho

Bispo Filho

Bispo Filho é Administrador de Empresas e Estudante de Jornalismo, foi Coordenador da Abordagem Social e do CREAS-POP da SEMAS.

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Distrito Red Light - Amsterdã
Distrito Red Light - Amsterdã

A prefeitura de Amsterdã ganhou permissão judicial para banir alguns dos estabelecimentos que vendem maconha em seu famoso distrito Red Light, intensificando a repressão no estilo de vida libertário na cidade.

A maconha é tecnicamente ilegal na Holanda, mas a posse de pequenas quantidades não é crime e há lugares que em que pequenas quantidades podem ser vendidas abertamente, as "coffeeshops".

A prostituição é legalizada.

Mas o prefeito Eberhard van der Laan argumenta que os bordéis do bairro e essas cafeterias estimulam a criminalidade e ele tem procurado fechá-los nos últimos anos.

Os donos de coffeeshops argumentam que as leis são aplicadas seletivamente contra eles.

Em uma decisão publicada nesta quarta-feira, o Tribunal Distrital de Amsterdã alinhou-se com a postura do prefeito, dizendo que ele "tem a liberdade para levar a cabo políticas que ele considere oportunas para proteger a ordem pública".

Desde 2006, a cidade fechou 192 de 482 estabelecimentos onde as prostitutas trabalham atrás das janelas no distrito de Red Light depois de ganhar o apoio dos tribunais para seu argumento que a alta concentração desses locais dificulta a regulação.

No caso das coffeeshops, o plano é reduzir dos atuais 76 para 50.

Fonte: Associated Press.

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ASCOM SEPAZ
juiz Cláudio José Gomes Lopes
juiz Cláudio José Gomes Lopes

O juiz titular da 15ª Vara Criminal da Capital, Juizado de Entorpecentes, juiz Cláudio José Gomes Lopes, buscou na manhã desta quarta-feira (23), apoio junto a Secretaria de Estado da Promoção da Paz (Sepaz), por meio do projeto Acolhe Alagoas, para atendimento a demanda de dependentes químicos presos em fragrante delito por porte ilegal de drogas.

“No Juizado de Entorpecentes, vemos que muitos réus, ao final do processo criminal, não são traficantes e sim dependentes químicos que para manter seu vício tornam-se aviõezinhos do tráfico de drogas. O que queremos é encaminhá-los para o Acolhe Alagoas para uma triagem, identificação dos níveis de dependência química e posterior tratamento na rede conveniada à Sepaz”, afirmou o juiz Cláudio Lopes.

O Secretário da Paz, Adalberon Sá Junior, destacou durante a visita já ser desejo da Sepaz estabelecer parceria com o Juizado. “A exemplo do que já é trabalhado junto ao sistema prisional, com os reeducandos que estão na unidade de ressocialização, podemos criar grupos de autoajuda, para atender a demanda que venha ser apresentada pelo Juizado de Entorpecentes, e identificada à necessidade do acolhimento, essa ocorrerá de imediato”.

Guiados pelo superintendente Luan Gama, o magistrado conheceu o funcionamento do Centro de Acolhimento a Pessoas com Dependência Química, bem como toda Superintendência de Política sobre Drogas da Sepaz, e tirou dúvidas quanto aos procedimentos de triagem, acompanhamento e desenvolvimento dos acolhidos em recuperação. Ele também conheceu o funcionamento in loco de uma das comunidades conveniadas à Sepaz – Nova Jericó, em Marechal Deodoro.

Claudio Lopes destacou ainda que o acolhimento pode atuar na prevenção da criminalidade. “Constantemente recebemos advogados com alvarás de soltura ou pedidos de cumprimento de diversas medidas cautelares, o que acaba gerando muitas vezes uma reincidência destes. Então se podermos criar mecanismos que possibilitem condicionar o cumprimento das medidas com o tratamento desse dependente, estamos mudando a realidade do juizado e diminuindo assim a reincidência destes”.

ASCOM - SEPAZ

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ABEAD
ABEAD
ABEAD

CARACTERIZANDO A ABEAD

A ABEAD conta 35 anos. É uma associação de profissionais que atuam em pesquisa, ensino, prevenção, assistência e formação de Políticas Públicas na área das dependências químicas e de outros comportamentos aditivos. Não tem fins lucrativos e sua missão principal é manter o debate permanente e subsidiar tecnicamente ações acerca dos problemas decorrentes do uso de substâncias em nossa sociedade.

DESCRIÇÃO DO PROCESSO QUE GEROU O PRESENTE MANIFESTO

A ABEAD organizou um comitê de especialistas para debater o tema da descriminalização do uso de drogas.

O comitê elaborou um posicionamento cientificamente embasado, que será oferecido para ampla divulgação à comunidade e também será apresentado ao Poder Público como subsídio para a formação de nova legislação. Nesta edição o foco recaiu sobre a maconha.

O comitê reuniu-se em 19 de abril de 2013, na cidade de São Paulo, com o objetivo de revisar políticas de alta tolerância, onde se aplicou a descriminalização da maconha. Foram examinados históricos recentes do processo de descriminalização em 7 países, representando as duas Américas, Oceania e a Europa. Dados epidemiológicos e oficiais de Portugal, Holanda, Reino Unido, Espanha, Estados Unidos da América, Uruguai e Austrália.

Os dados utilizados são limitados e pouco comparáveis em função da variabilidade dos métodos utilizados.

A cultura e a geopolítica, assim como a ideologia, e principalmente a dificuldade de detalhar aspectos históricos que permeiam as publicações consultadas devem ser levadas em consideração na leitura dos achados aqui relatados.

As conclusões mais relevantes de cada país relativos à descriminalização da maconha são apresentadas a seguir.

Austrália

Medidas de descriminalização têm produzido aumento de consumo e também de problemas relacionados ao uso de maconha.

Espanha

Percebe-se aumento de consumo de maconha e também de outras drogas. Maior experimentação entre jovens do sexo masculino. Cresceu a disponibilidade e reduziu-se a percepção de risco do uso de maconha e de outras drogas. As taxas de encarceramento permaneceram estáveis. Houve aumento das denúncias e das taxas de apreensão. A produção de maconha dispersou-se pelo país, tendo aumentado o plantio “indoor”, e associado a ele o surgimento das “redes” de clubes de cultivo, desvirtuando a proposta de autogestão do consumo em novas modalidades de tráfico.

Estados Unidos da América

O custo relacionado às drogas diminuiu. Quanto aos índices de consumo, ainda não se têm dados consistentes.

Holanda

Constata-se aumento do consumo da ordem de 5%, não necessariamente relacionado à descriminalização, pois observou-se que a onda de aumento também acontecia em países vizinhos não submetidos à mudança legislativa.

Portugal

Sua legislação tornou-se mais permissiva em 2001 e desde então há poucos estudos epidemiológicos e os mesmos apresentam dados díspares. Em geral, quando os levantamentos foram conduzidos nacionalmente demostraram resultados mais otimistas do que os conduzido por pesquisadores independentes.

Esses evidenciaram que o consumo de todas as drogas aumentou sensivelmente no período (Uso na vida relatado de “qualquer droga ilícita” aumentou de 7,8 para 12%. Uso na vida de maconha aumentou de 7,6 para 11,7%. Uso na vida de cocaína mais que dobrou (de 0,9 para 1,9%) o mesmo acontecendo com ecstasy (de 0,7 para 1,3%) e heroína de 0,7 para 1,1%).

Por outro lado, aumentou a busca por tratamento e diminuiu a criminalidade.

Reino Unido

Ocorreu aumento de todos os tipos de consumo (na vida, no ano, no mês), incluindo a zona rural (10:1000) e entre mulheres, principalmente adolescentes (29% dos estudantes usavam o que representou um aumento de 48% nos < 16 anos) (1,2). Reduziu-se a idade de experimentação, atingindo crianças (11% aos 11 anos e até 15, 45%) e aumentou o número de crianças com uso problemático e dependente e os problemas relacionados (abandono escolar, institucionalização, crime, etc) (3,4,5).

A taxa de usuários problemáticos atingiu 10 em cada 1000 e houve aumento do consumo de outras drogas (6,7).

Aumentou em quatro vezes a busca pela emergência, e aumentou o número de adolescentes com transtorno mental e sua hospitalização (8,9,10,11).

Ficou evidente a redução das taxas de encarceramento e apreensões no período (2003-2008), dentro de uma onda de diminuição já desencadeada anteriormente à reclassificação da maconha, provavelmente, em função da adoção de uma política de Redução de Danos em 2000 (12,13). Diminuiu o preço da maconha no mercado (13).

Uruguai

Embora presente na pauta governamental e social, o debate sobre descriminalização e maior liberalidade para com a maconha ainda não produziu ações efetivas que permitam medir impacto.

PERSPECTIVAS PARA O BRASIL DIANTE DA POSSIBILIDADE DE PLENA DESCRIMINALIZAÇÃO DO USO DE MACONHA

Com base nas experiências examinadas provindas de sete países e de três continentes, mesmo considerando-se marcadas diferenças culturais, o comitê produziu algumas recomendações. Na eventual vigência de plena oficialização da descriminalização do uso de maconha, visto que a lei atual pune os usuários com medidas não restritivas de liberdade, deve a sociedade brasileira avaliar as possibilidades abaixo relacionadas:

1. aumento do consumo de maconha e como consequência dos problemas a ele relacionados;

2. redução da idade de experimentação;

3. aumento do consumo de outras drogas e dos problemas a elas relacionados;

4. redução das taxas de encarceramento;

5. redução das taxas de apreensão da droga,

6. redução do preço da maconha.

7. surgimento de um movimento turístico ligado ao consumo de maconha.

RECOMENDAÇÕES DO COMITÊ DA ABEAD SOBRE LEGISLAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS RELATIVAS À MACONHA

Considerando-se todos os achados apresentados e peculiaridades de nosso país, ressaltando-se que o Brasil tem grande território e largas fronteiras, grande variabilidade socioeconômica e cultural, densidade populacional bastante variável, além da fragilidade das políticas de drogas.

O Comitê sugere então as ações a seguir listadas.

1.Adiamento da eventual mudança legislativa relativa à maconha para qualquer novo viés, liberalizante ou restritivo, até que um mais pleno debate se configure como satisfatório para todas as forças sociais que se dele se ocupam.

1.Acompanhamento e divulgação imparcial dos resultados das mudanças legislativas sendo colhidos em outros países, quer positivos, quer preocupantes.

1.Realização de levantamentos (ou estudos epidemiológicos) nacionais sistemáticos e seriados sobre a prevalência do uso de todas as drogas e dos seus diferentes tipos de usuários;

1.Organização de parcerias com organizações internacionais para a realização de levantamentos por meio de grupos independentes e não sujeitos a pressões locais;

1.Revisão prioritária da política brasileira para drogas, visto que a simples mudança da lei não só não resolve o problema como deverá impactar a população como foi descrito acima, se outras medidas não puderem ser acionadas de forma concomitante.

1.Instrumentação e ampliação do debate, dentro do Poder Público e na sociedade em geral, sobre o potencial impacto de mudanças legislativas sobre a política para drogas.

1.Divulgação permanente da situação brasileira, por meio de programa educativo sobre todos os capítulos do tema.

1.Financiamento permanente de pesquisas para produzir dados sobre as necessidades brasileiras, principalmente relacionadas ao DALYS (índice da OMS para o impacto de doenças expresso em número de anos perdidos por adoecimento) e seu custo para a população.

1.Criação de um comitê de especialistas nacionais e internacionais para monitorar as pesquisas brasileiras sobre o tema, os resultados e sua divulgação.

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Maconha no Uruguai
Maconha no Uruguai

Os impactos sociais, na saúde, no consumo e na segurança oriundos da legalização da maconha no Uruguai só poderão ser vistos e analisadas no longo prazo para obter críticas “aceitáveis”, conforme explicou nesta quinta-feira Luis Yarzábal, presidente do Comitê Cientista Assessor Independiente criado pelo governo para avaliar a iniciativa.

Em entrevista à Agência Efe, Yarzábal alertou que, por conta das características do tema, “não haverá resultados no curto prazo”.

“Certamente, será necessário acompanhar os impactos disso no tempo e, como muitos destes impactos serão índole cultural, não serão vistos imediatamente".

"A avaliação deve ser feita no médio e longo prazo, que calculamos ser de cerca de cinco anos, para ter um resultado aceitável”, disse Yarzábal.

Ele, que é médico, pesquisador e educador, explicou que o comitê é formado por sete especialistas em temas médicos, sociais, legais e bioquímicos.

Além disso, o grupo convocou 50 cientistas uruguaios e 12 estrangeiros para analisar em sua totalidade a iniciativa e suas possíveis consequências.

“Por enquanto, trabalhamos em seminários-oficinas buscando identificar e construir quais indicadores podem servir para monitorar bem todo o processo (…) Nisso avançamos, na formulação definitiva dos indicadores que devemos utilizar no processo”, indicou.

Yarzábal não quis adiantar quais serão estes indicadores a medir, já que o trabalho científico ainda “não foi concluído”. Contudo, ele afirmou que todos eles estarão prontos antes do início da aplicação da legislação a fim de ter “uma linha base” para que possa ser iniciada a comparação entre uma situação e outra.

Os estudos sobre a legislação serão realizados “enquanto a norma estiver vigente” e irão gerar recomendações que o comitê entregará ao governo “para que tome as decisões que quiser”.

A pesquisa será completamente livre, e os aspectos desejados poderão ser analisados sem interferência de lugar algum. Essa foi uma exigência dos cientistas para a participação.

Particularmente, Yarzábal apontou que a situação mundial do comércio de drogas tinha a necessidade de “inovar” nas políticas de controle de dano, pois a proibição “foi um fracasso geral”, e que, portanto, a legalização proposta pelo Uruguai “foi prudente e interessante”.

O Uruguai legalizou a compra e venda e o cultivo de maconha no final do ano passado, estabelecendo um instituto de regulação da droga que permitirá concessão de certificados de plantio doméstico e a compra em locais nos quais a maconha será controlada e autorizada pelo Estado.

O objetivo da norma é combater o tráfico e melhorar a saúde dos consumidores através da regularização do mercado.

Fonte: EFE

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Karla Resende/AgMais
Adolescente foi morta a tiros pelo namorado
Adolescente foi morta a tiros pelo namorado

Uma jovem foi morta a tiros pelo namorado por não aceitar o seu pedido de casamento. A garota foi encontrada morta na casa do suspeito localizada na Avenida Joaquim Fernandes Alves, no setor Independência Mansões, em Aparecida de Goiânia, na tarde desta sexta-feira (18/04).

Segundo informações do pai da jovem, ela teria saído do emprego e seguido até a casa do namorado. No local, o rapaz a pediu em casamento, mas a adolescente não aceitou. Com a rejeição, Wesley Souza de Farias, de 21 anos, sacou uma arma e atirou na nuca da jovem.

A violência contra a mulher tem ocupado cada vez mais espaço nos veículos jornalísticos e isto mostra a necessidade de ações urgentes para conscientizar e ajudar os casais, baseadas em análises mais profundas dessa questão.

A desigualdade de poder, vista por toda parte, influencia fortemente os comportamentos individuais na nossa sociedade e se manifesta através de inúmeros jogos de poder nas relações. Destes jogos, o da vítima/vilão é o mais básico e facilmente incorporado pelas pessoas.

As pessoas escolhem estes papéis, mesmo que inconscientemente, de acordo com as suas tendências e condicionamentos culturais. Assim, na relação afetiva, genericamente, a mulher é educada para o papel de mais passiva e tende a funcionar como vítima e o homem, treinado mais para a ação e para ser guerreiro, tem maior atração para o vilão.

Na recente aceleração da evolução feminina, a mulher tem descoberto o seu poder de ação, especialmente para a sua sobrevivência e muitas vezes, para a auto realização material e profissional. Contudo, no relacionamento-a-dois, a situação é bem diferente. A maioria evoluiu pouco no papel de parceira e, por não conseguir resolver os conflitos de poder que surgem, se submete, convivendo com a situação de desigualdade de poder e aceitando a hostilidade do seu companheiro.

Como vítima, a mulher contribui para perpetuar o processo da hostilidade que, sem consequências para o vilão, cresce a cada dia. E o homem, qual o seu contexto? Ao contrário da mulher, a percepção do homem, nas últimas décadas é de perda de poder e prestígio social. É verdade que, com a evolução dela, ele ganhou outras vantagens. Entretanto, nem sempre ele consegue enxergá-las ou valorizá-las, e por isto não chegam a compensá-lo.

A perda de status é sentida como mais importante e por ser atribuída a causas externas, ainda fere profundamente o orgulho de muitos deles. Soma-se a isto o fato de que também houve, para ele, perda de espaço profissional, por vários fatores, como pelo aumento da competitividade, inclusive com as mulheres e por uma conjuntura econômica mais desafiadora.

Por isto, muitos deles frequentemente veem seus sonhos de realização material e profissional frustrados. Neste contexto, o relacionamento afetivo se mostra como a brecha, isto é, o espaço onde o homem tem a possibilidade de compensar esta perda de poder, sentindo-se novamente forte e importante. Inegavelmente, vivenciar o poder é prazeroso.

Neste processo, ele não costuma ter consciência dos seus motivos reais, assim como a mulher não se dá conta do quanto contribui com a sua passividade, mas o fato é que estas condições se tornam absolutamente favoráveis ao crescimento da violência contra a mulher.

A violência pode ser entendida como uma doença do relacionamento e no casal se manifesta de forma insidiosa, ou seja, o crescimento da hostilidade é, geralmente, crônico e cresce aos poucos.

Com o passar do tempo, o homem cria dependência deste prazer fácil e inconsequente que obtém, nos momentos de ira.

Enquanto isto, a mulher perde, cada vez mais, a autoestima e autoconfiança, ou seja, sua capacidade de agir positivamente para resolver o problema decresce.

Isto explica o agravamento da doença e suas consequências devastadoras. Então, o que pretendemos é a cura desta doença. Mas, afinal, embora a resposta possa parecer óbvia, precisamos analisar...

Quem é o agente causador? Ou melhor, quem é o inimigo que se deseja derrotar? Muitos responderiam que é o parceiro violento. É dele que esta mulher precisa se livrar.

Estes se enganam e as estatísticas mostram que se ela simplesmente se separar deste homem, tenderá a encontrar outro vilão no seu caminho, o que se pode entender facilmente, pois está condicionada a funcionar como vítima.

Então, seu inimigo não é o parceiro. Outros diriam que o inimigo da violência é o medo. É verdade que esta mulher vive intensamente o medo da perda, mas, como qualquer outro medo humano, ele é natural e existe como um desafio a ser vencido.

O inimigo real desta mulher constitui-se de várias crenças que ela carrega, na sua fragilidade, na falta de merecimento do melhor, na falta de poder diante da situação, na sua visão de que não tem escolha e outras cognições restritivas, que lhe fecham as portas para as soluções.

É por tudo isto que se pode afirmar que a cura está em fortalecer-se, em corrigir suas crenças a fim de perceber seu poder, sair do papel de vítima e treinar o de protagonista.

O que é isto? Protagonista é um papel que se escolhe e se desenvolve.

Não é natural. Segundo Rui Mesquita, “Protagonismo é a concepção da pessoa como fonte de iniciativa, que é ação; como fonte de liberdade, que é opção e como fonte de compromissos, que é a responsabilidade”.

“Desta forma, a pessoa aprende fazendo, ocupando uma posição de centralidade no processo e é indutora de mudanças”.

Somente assumindo a responsabilidade total pelo seu bem-estar, a mulher pode vencer seu medo e a violência.

E isto ela conseguirá buscando ajuda, lendo e discutindo sobre o seu problema com quem entende; enfim, ampliando muito a sua visão desta doença, das relações e de si mesma, encontrando, assim, seus verdadeiros recursos e poder para ser feliz.

ATENÇÃO MULHERES

O “Ligue 180”, central telefônica de atendimento nacional para o apoio e informações referente à violência contra as mulheres, é também um serviço de denúncia anônima e encaminhamentos pontuais.

O Ligue 180 recebe denúncias de abusos, violências sexual, física, moral, psicológica e patrimonial sofridas por mulheres, além de prestar esclarecimentos e indicar procedimentos às vítimas e às pessoas interessadas em ajudar essas mulheres.

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  • Palmeirense Distante19/04/2014 19h52 comentou:
  • Conterrâneo,segundo diziam "os mais velhos" lá pela década de 70,no início do "final dos tempos",nós iríamos ver e ouvir falar em muitas presepadas!E o resultado está aí:são pais matando filhos e vice versa, irmão matando irmão e esposo/namorado matando esposa/namorada e vice versa!

10h46, 19 de abril de 2014

Comportamento adictivo

Clinica Grand House
Clinica Grand House
Clinica Grand House

Qualquer atividade, substância, objeto ou comportamento que se tornou o foco principal da vida de uma pessoa e que a exclui de outras atividades ou que a prejudica física, mental ou socialmente é considerado um comportamento adictivo.

Os comportamentos adictivos são fatores biopsicossociais e ambientais, adotados e desenvolvidos ao longo da vida e progressivamente de forma a suportar a pressão, problemas ou tensão do dia-a-dia.

São hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia.

São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente.

Podem passar despercebidos ao próprio indivíduo, incluindo a família, e reforçam a gratificação imediata, a impulsividade, a autocritica reduzida e a Ilusão.

Na dependência química, o comportamento adictivo é um dos fatores que muitas vezes involuntariamente denunciam os usuários de drogas.

Como a adicção é uma doença sem cura e, em muitos casos, as famílias levam anos para perceber que tem um dependente químico em casa, é bom observar tais tipos de comportamentos.

Até mesmo uma parte dos dependentes químicos já recuperados tem uma tendência a repetir os comportamentos adictivos. Em muitos casos o dependente químico fica “limpo”, mas às vezes pode acabar desenvolvendo outras compulsões, o que indica que apenas migrou da compulsão de drogas por outra qualquer (sexo, comida, jogos, gastos etc.).

O processo de dependência é uma síndrome de características psicológicas e comportamentais que se expressa em cada indivíduo de forma particular, mas que exibe uma impressionante semelhança entre indivíduos dependentes, independentemente das suas circunstâncias específicas.

Segundo Paulo César Freitas Silveira, conselheiro técnico em dependência química e gerente comercial da clínica Grand House, que contribuiu para este artigo, os comportamentos adictivos estão todos interligados:

“Perante o programa de doze passos, que utilizamos na Grand House, a doença se divide em três aspectos: o físico, que é a compulsão, o aspecto mental, que é a obsessão e o aspecto espiritual, que é o egocentrismo”.

Paulo César explica que a obsessão são os pensamentos repetitivos relacionados não somente ao uso, mas que se manifestam em outras áreas da vida do adicto, como trabalho, relações afetivas, etc. Quando se coloca um pensamento na mente pode se tornar escravo. A compulsão, como aspecto físico, seria o gatilho acionado mediante a utilização de alguma substância.

O egocentrismo, ainda segundo Paulo César, nos leva a acharmos que estamos sempre certos, já que uma mente egocêntrica não pode conceber nada maior ou mais importante do que ela própria.

Outros comportamentos como a impulsividade, o sempre agir sem pensar, fazem parte também de comportamentos adictivos: “O adicto tem o mecanismo da seguinte forma: pensa, sente e age”. As pessoas não adictas normalmente: pensam, sentem, elaboram as ideias e então agem.

A autocrítica reduzida também é um dos aspectos fortes do comportamento adictivo: “Não importa o que os outros falem ao meu respeito”. A autocrítica reduzida funciona como um sistema de defesas psicológicas que, como se tratasse de uma fortaleza, protege o indivíduo de reconhecer a natureza prejudicial de suas atitudes e, por isso, muitas vezes, leva à ocultação da continuação do processo de dependência.

Aí podemos abordar também a negação, que não deixa o adicto olhar para si mesmo como um todo e sim como se fosse um ser fragmentado.

Outras características que distinguem o comportamento adictivo são:

•Obsessão relevante, atribuição de uma importância anormal ou patológico de uma substância ou de um comportamento;

•Persistência, rigidez, inflexibilidade, estereotipia e repetição do comportamento particular;

•Imunidade em relação a consequências adversas e resistência à modificação do comportamento;

• A pessoa pensa constantemente no objeto, atividade, ou substância.

•Dificuldades nas relações interpessoais como consequência da adição (problemas físicos, trabalho ruim ou desempenho estudo, problemas com amigos, familiares, colegas de trabalho).

•Irritabilidade, ansiedade, agitação ou perda de controle;

•Baixa autoestima e depressão.

Todos estes comportamentos estão muitos integrados, como se fosse uma cadeia alimentar onde um comportamento doente se alimenta do outro.

De acordo com nossa experiência acreditamos que não existe uma solução simples, cada caso é um caso, mas através dos avanços recentes de investigação clínica e da experiência empírica acumuladas a progressão destes comportamentos pode ser descontinuada através do tratamento sério e de qualidade, da abstinência e do processo de recuperação juntamente com um novo modo de vida.

Se você se enquadra neste perfil ou tem algum familiar vivendo desta forma, peça ajuda hoje!

Colaboração:

Clinica Grand House

www.grandhouse.com.br

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10h33, 18 de abril de 2014

Feliz Páscoa

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Feliz Páscoa
Feliz Páscoa

Para nós Cristãos e Cristãs a Semana Santa é um período de meditação, reflexão, recolhimento.

Por quê?

Para quê?

Para meditarmos sobre as nossas próprias vidas, o que temos feito para sermos melhores como seres humanos?

Ser cristão e cristã nos dias de hoje requer muita atenção a tudo o que nos cerca.

O nosso mundo, o mundo atual vem embalado de várias formas, todas elas muito sedutoras.

É um mundo onde tudo se pode comprar.

De objetos pessoais até viagens à Lua.

É um mundo inebriante, que salta os olhos.

Que nos leva a crer que tudo é possível se tivermos dinheiro.

Será que podemos comprar amor, carinho?

Podemos comprar dignidade?

Podemos comprar solidariedade, compaixão?

Podemos comprar valores como honestidade?

Verdade?

Não.

Mas, se não podemos comprar estes bens, como conseguir encontra-los em um mundo tão consumista que estimula o “TER” e deixa em segundo e terceiro plano o “SER”?

Procuremos, portanto, nesta semana, retomarmos atitudes perdidas ao longo do tempo, mas que eram tão presentes na nossa infância.

Vamos vivenciar esta Semana Santa não só como mais um feriado para descanso, mas, sobretudo, dias para que nos recolhamos nos voltemos para nós mesmos.

Façamos um exercício de autoconhecimento.

Ao nos dar a conhecer, certamente estaremos mais próximos de Deus e consequentemente mais próximos de nosso(a)s irmão(a)s.

Creio que se nos dermos esta chance, se nos amarmos como Jesus nos amou, conseguiremos reverter alguns dos males deste século o estresse – a solidão – a depressão e conseguiremos dar mais significado a VIDA, percebendo no OUTRO(A) o Cristo ressuscitado.

Deixo este texto bíblico para nossa reflexão:

Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado.

1 Coríntios 5:7

Feliz Páscoa!!!

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Cuore Cuidados
Familia
Familia

Muitas famílias não se dão conta do quanto acabam por atrapalhar o tratamento do dependente químico, seja no período de internação, seja durante o acompanhamento

As maiores queixas trazidas pelas famílias com relação ao dependente químico, estão relacionadas à falta de responsabilidade, a ausência de regras, a falta de preocupação com os demais membros da família e não participação das atividades em família, entre outras inúmeras queixas.

A dependência de álcool e outras drogas é uma doença, e como tal, possui uma probabilidade maior de recuperação por parte do paciente, quando a família participa ativamente do tratamento, passando também por um processo de conscientização e mudança de comportamento.

O programa terapêutico desenvolvido para a recuperação do paciente, pode se tornar completamente ineficaz sem a participação efetiva dos familiares à proposta oferecida pela Clínica prestadora dos serviços, impedindo que o dependente tome consciência de sua doença e dos danos causados por ela.

Os familiares que se negam a realizar um acompanhamento adequado com um psicólogo para ser orientado através de terapias de grupo, que quebram as regras estabelecidas pelo profissional, que se eximem de responsabilidade sobre o dependente químico e alcoólico e sua recuperação, repetem sem perceber, a conduta inadequada do paciente, do qual tanto se queixavam.

Para cobrarmos atitudes devemos antes de qualquer coisa oferecer o exemplo e, em se tratando de família, deveria ser algo inerente a cada um de seus membros predisporem-se a auxiliar àquele que sofre acometido pela doença.

Colaboração:

www.cuorecuidados.com

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08h22, 16 de abril de 2014

Maconha e Álcool

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Bispo Filho - HAROLDO J. RAHM, SJ
Bispo Filho - HAROLDO J. RAHM, SJ

O Papa Francisco fala: “Quando alguém está realmente em busca da verdade está fazendo isso pelo bem. Você não procura pela verdade para dividir, confrontar, atacar, menosprezar ou dissolver”.

Vamos procurar a verdade sobre a maconha e o álcool.

A planta de cânhamo (também conhecida como “cannabis”, da qual se elabora a maconha e o haxixe) foi cultivada para o uso como alucinógeno há mais de 2.000 anos.

O THC é a principal substância que afeta a mente. Sua quantidade na planta indica a potência da droga, que é determinada pelo clima, pela terra e por outros fatores, como o uso de modernas técnicas de agricultura.

Pesquisas mostram que mais de 60% das pessoas adictas em recuperação que já estiveram no “fundo do poço” pelo uso de drogas começaram com maconha, álcool e cigarros.

A maconha hoje é 10 vezes mais forte do que era na adolescência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Contém mais de 400 toxinas e componentes químicos, incluindo as mesmas substâncias causadoras de câncer encontradas no tabaco, com a agravante de o usuário inalar profundamente e segurar a fumaça nos pulmões para supostamente aumentar o efeito da droga, destruindo-os e danificando também o sistema imunológico.

O álcool é eliminado do corpo em poucas horas. O THC permanece na gordura do corpo de semanas a meses, dependendo do tempo e da intensidade do uso. Alguns médicos afirmam que as drogas permanecem na gordura por 03 anos.

Os danos causados pelo uso da maconha são tão prejudiciais quanto os causados pelo uso do álcool e é preciso que os usuários estejam conscientes desses danos. Não podemos deixar o Governo legalizá-la!

Se um navio errar sua rota poderá chegar ao continente errado. Foi o caso de Cabral.

Foco é o que nos permite atingir nosso alvo, mantendo-nos firmes em nossa rota. Para isso, precisamos conhecê-lo bem e nos concentrarmos firmemente nele.

Nosso foco é: UM MUNDO SEM DROGAS!

HAROLDO J. RAHM, SJ –

Presidente de Honra da Instituição Padre Haroldo e do Amor-Exigente

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Edilson Lima
Curso de Capacitação
Curso de Capacitação

Segundo a organização da atividade, os objetivos são:

Capacitar profissionais da área para atuação nas atividades competentes;

Ampliar o conhecimento científico dos acadêmicos e profissionais;

Compreender os aspectos psicológicos presentes numa organização;

Conhecer o papel dos profissionais da área dentro de comunidades terapêuticas;

Desenvolver a capacidade avaliativa dos profissionais envolvidos;

Desmistificar o papel dos profissionais no que se refere ao tratamento do dependente químico;

Além de apresentar o papel preventivo em escolas e sociedade em geral;

O curso terá duração de 4 (quatro) meses e certificado com carga horária de 50h/a, com diversos profissionais.

As aulas serão iniciadas no dia 26 de Abril e acontecem quinzenalmente, aos sábados.

A inscrição custa R$ 25.00 e o investimento mensal é de apenas R$ 100.00 (MANHA) ou R$ 75.00 (TARDE).

Realização: Instituto RELUZ

FACILITADORES : Especialistas em Dependência Química e Psicólogos.

OBS. RESTAM APENAS 20 VAGAS.

Mais informações pelos telefones

(82) 9979-3041/8704-5589 (Michele e Ingrid)

(82)8836-3610/9992-2300 (Lima)

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