sexta, 24 de outubro de 2014
parcialmente nublado21ºCMaceio
 
Mala direta, Assine!

Cadastre-se e receba nossa mala-direta com os destaques do dia. Muito mais comodidade para voce!

Curta a nossa Fanpage Siga-nos no Twitter Assine o FEED
00:00:00

Bispo Filho

Bispo Filho

Bispo Filho é Administrador de Empresas e Estudante de Jornalismo, foi Coordenador da Abordagem Social e do CREAS-POP da SEMAS.

Páginas:
Primeira página Página anterior
12345
Próxima página Última página

14h28, 23 de outubro de 2014

Minas Gerais Aclama Aécio Neves.

Foto: Orlando Brito/ Coligação Muda Brasil
Aecio Neves na Praça da Estação em Belo Horizonte
Aecio Neves na Praça da Estação em Belo Horizonte

O evento teve inicio com o Hino Nacional cantado pela multidão eufórica com a presença do Presidencial Aécio Neves.

Aécio Neves focou seu discurso de pouco mais de sete minutos no pedido de apoio dos eleitores mineiros para que vença a eleição. “Quatro dias nos separam da libertação”. Há 30 anos, o pai de minha mãe, o presidente Tancredo Neves, nos libertou da ditadura. Vamos libertar o Brasil”, declarou, com a voz rouca.

“Peço a cada um de vocês, vamos arregaçar as mangas e caminhar por toda Minas dizendo que temos a melhor proposta para o Brasil”, pediu, comparando-se a Tancredo e ao ex-presidente Juscelino Kubitschek.

“Vamos convencer os indecisos e virar o voto adversário”. O tucano deve encerrar a campanha novamente em Minas, dessa vez na cidade de sua família, São João Del Rei.

Em nenhum momento Aécio citou Dilma, apenas fez indiretas à adversária. Antes mesmo de iniciar o discurso, pouco após subir ao palco, ele disse: “Tem gente que acha que é dona do Nordeste, mas não é”, chamando para discursar em seguida o cantor cearense Raimundo Fagner.

“Jornais apócrifos estão sendo produzidos em todo o Brasil, dizendo que somos contra os programas sociais e bancos públicos. O meu dever é tranquilizar os beneficiários do Bolsa Família e os servidores destas instituições”, enfatizou Aécio Neves.

Emocionado e rouco, Aécio falou no final para a multidão e apontou que Minas vai ser responsável por sua maior votação.

“Alguns não acreditam, mas eu afirmo: a minha maior vitória vai ser em Minas Gerais. Minha Minas, minha casa, minha causa.

No próximo domingo, com a força de Minas, serei eleito Presidente do Brasil”.

Estive presente ao evento onde fiz parte de uma comitiva de cerca de trinta entidades do Brasil que entregaram manifestos ao candidato Aécio Neves solicitando o fortalecimento das políticas públicas no País.

Emocionante em todos os aspectos o evento de ontem, o povo mineiro aclamou Aécio Neves, uma multidão de todas as partes de Minas, na Praça da Estação em Belo Horizonte completamente lotada cantava a música da campanha e repetiam o refrão “A força que o Brasil precisa chamou. Aé, Aé, Aé, Aécio eu vou".

Galeria de Imagens

Compartilhe

mais opções
  • Sara Andrezzi23/10/2014 15h07 comentou:
  • Os petistas estão promovendo o terror com essa campanha,e isto é uma vergonha,espero que a vontade de mudança seja maior que o medo,acorda Brasil!!!!!!
Google ilustrações
Crianças usando drogas
Crianças usando drogas

“Festas de adolescentes de 12 anos, de classe média, em São Paulo já têm maconha, mesclado (maconha com crack) e ecstasy”, denuncia o presidente da Casa Dia São Paulo, Ivanildo José, na Campanha da Jovem Pan Contra as Drogas.

Eles tomam vodka ice, vinho de baixíssima qualidade e cerveja, acreditando que é baixo o teor alcoólico, e, cada vez mais, aumentam as quantidades, ficando bêbados.

Quando fumam o mesclado ficam viciados no crack.

Com a bebida, o risco de um adolescente desenvolver o alcoolismo é maior do que num adulto, principalmente se o pai ou o avô for alcoólatra.

Ivanildo José chama a atenção para cenas que se repetem nos supermercados.

Cartazes nos caixas e nas prateleiras de bebidas informam que é proibida a venda de bebida para menor de 18 anos. Para driblar a lei, menores entram acompanhados de um colega de 18 anos, que compra a bebida.

Eles saem com grande quantidade de latas de cerveja, vodka ice e vinho de baixíssima qualidade.

Eles levam toda bebida para casa de amigo onde os pais não estão, ou bebem nas praças ou na rua.

Os menores pagam a bebida, mas é um maior que compra a bebida nos bares, nos supermercados.

Sobre o ecstasy, alerta o cardiologista Nabil Ghorayeb, do Instituto Dante Pazzanese e do Hospital do Coração: “Tem aumentado, na madrugada, o número de adolescentes com infarto causado por ecstasy e atendidos em hospitais de São Paulo.”

A Polícia Militar de São Paulo conta que vêm sendo registrados casos de estupros causados pelo uso de ecstasy.

Os pais precisam ficar atentos, dialogo com os filhos e informação são armas poderosas contra as drogas.

Compartilhe

mais opções
Google Ilustrações
Mãe e Filho Adolescente
Mãe e Filho Adolescente

Fiz este texto para que as famílias entendam a importância de se ter um olhar diário para seus filhos, não importa se eles não gostem, se achem antiquado, achem caretice, o importante é a demonstração de amor que os pais terão agora, pois num futuro próximo quando eles também forem pais, lhe agradecerão imensamente por estes ensinamentos em sua juventude.

Em um piscar de olhos, aquele seu garotinho que fazia apresentações na escola para o Dia das Mães se transformou em um adolescente.

As brincadeiras foram trocadas por saídas com os amigos.

E são justamente essas saídas que costumam preocupar os pais, afinal, sabemos que é comum nesta fase o primeiro contato com o álcool e outras drogas.

Kathy Radigan, mãe do adolescente Tom, decidiu deixar claro seus sentimentos através de uma carta aberta.

Vale a pena ler:

Querido Tom,

A idade legal para beber álcool é 18 anos.

Por favor, saiba que papai e eu nunca permitiremos que você tome bebidas alcoólicas em nossa casa ou em nossa presença até que você atinja essa idade.

Por favor, saiba também que nada de bom jamais veio de um grupo de adolescentes bebendo.

É uma receita para todo tipo de desastre.

Se você escolher beber, não apenas estará rompendo as regras de nossa casa, como estará infringindo a lei.

Se você for detido por dirigir embriagado, ou se a polícia for chamada a uma festa onde você esteve bebendo, você poderá ficar em uma situação em que não poderemos protegê-lo.

Sempre telefone para mim e para seu pai. Sempre.

Não importa o que você tenha feito.

Nunca responda a uma ação ruim com outra pior só porque você tem medo de nos decepcionar ou nos irritar.

Nós ficaremos felizes? É claro que não.

Mas preferimos ter você e qualquer amigo(a) que queira vir para casa com você em segurança do que receber um telefonema dizendo que você nunca voltará para casa.

Deixe-me ser clara de que o fato de que o amamos e o defenderemos não significa que vamos ficar apenas observando enquanto você faz coisas que sabe que não são boas para você.

Alguns lhe dirão que seus pais estão sendo irracionais e totalmente irreais.

Alguns poderão lhe dizer que você é um adolescente e que embriagar-se é um rito de passagem.

Eles podem até lhe contar histórias sobre seus próprios erros na juventude.

Escute seu coração e confie em seus instintos.

Saiba também que não há nada bacana em acordar em seu próprio vômito, ou ter uma overdose.

Seu pai e eu nos orgulhamos do homem que você está se tornando.

Nós o amamos tanto que não nos importamos que você nos odeie.

Este é o nosso presente para você — somos seus pais, e não seus amigos.

Sempre sua para sempre, Mamãe.

Compartilhe

mais opções

19h17, 18 de outubro de 2014

A Maioridade Penal é um Equivoco!

Google Ilustrações
Maioridade Penal
Maioridade Penal

Cada vez que a imprensa noticia um crime do qual tenha participado adolescente, voltam à tona apoios a propostas oportunistas para a redução da maioridade penal.

Como no caso de jovens da cidade de Arapiraca que ameaçaram um Delegado.

O sensacionalismo seduz, mas não responde à lógica: o fato de os adultos já serem processados criminalmente não tem evitado que pratiquem crimes.

Por que isso aconteceria com os adolescentes?

A ideia de que a criminalidade está vinculada a uma espécie de “sensação da impunidade” jamais se demonstrou, tanto mais que a prática de crimes tem crescido junto com a encarcerização.

A tese oculta uma importante variável: o fator altamente criminógeno do ambiente prisional, que é ainda maior quando se trata de jovens em crescimento.

Há uma série de empecilhos jurídicos à proposta para reduzir a maioridade penal.

O primeiro deles repousa na proibição de votar qualquer emenda constitucional para abolir direitos e garantias individuais.

É difícil crer que a inimputabilidade de adolescentes, e sua expressa sujeição à lei especial, tal como determina o art. 228, da Constituição Federal, não seja considerado pelo STF como uma cláusula pétrea.

Se garantias processuais como o direito à defesa, assistência de um advogado e o juiz competente estão tuteladas, como supor que o direito de não ser julgado criminalmente esteja fora do alcance desta proibição?

A Convenção Americana de Direitos Humanos, conhecida como Pacto de San José da Costa Rica, ratificada pelo país há mais de duas décadas, também insere entre os direitos civis dos habitantes do continente, que menores devem ser separados dos adultos e conduzidos a tribunal especializado (art. 4º, 5).

A falsa ideia de impunidade vem sendo disseminada na sociedade, paradoxalmente, ao mesmo tempo em que o país se torna um dos maiores encarceradores do mundo.

Mais de meio milhão de almas já entopem esse precário e depauperado sistema prisional, dentro do qual se pretende introduzir ainda os adolescentes.

As facções criminosas, organizações que nasceram e se fortaleceram com a recente hiper-prisionalização, agradecem sensibilizadas mais esse reforço em seus exércitos.

Encarcerar adolescentes não vai nos trazer paz ou segurança.

Vai apenas armar outra de tantas bombas-relógios montadas no sistema penitenciário, que alguns supõem, por um desvio exagerado da lógica, que jamais retornarão para explodir em nossos próprios colos.

E a tal “impunidade” também ignora que já há milhares de jovens internados no país, além de tantos outros respondendo por seus atos infracionais com medidas socioeducativas previstas na lei especial. A reincidência tem se mostrado menor, inclusive, nos que cumprem medidas em meio aberto.

Enxergar genericamente a impunidade por via de um ou outro exemplo –e mudar a lei por causa deles- é o retrato mais candente do populismo, que se fundamenta, quase sempre, nas prioridades da própria mídia. Algumas vezes em coincidência com a opinião pública, outras apenas condicionando-a.

A proposta de setores da nossa sociedade em reduzir a maioridade penal reforça o descompromisso destes em construir um Estado que encare a situação da violação de direitos das crianças e adolescentes.

A juventude brasileira reclama por acesso à educação, cultura, esporte, saúde, trabalho decente.

Ao invés da redução da maioridade penal sejam reforçadas as políticas públicas da infância e juventude, através da ampliação de investimentos nessa área, com vistas à efetivação plena do Estatuto da Criança e Adolescente.

Educar as crianças seria uma boa estratégia para não punir os homens, como dizia Pitágoras.

Talvez seja o momento de educar os homens para não punir as crianças.

Compartilhe

mais opções
JG Noticias
Vereadores de Joaquim Gomes são recebidos com festa após deixarem a prisão!
Vereadores de Joaquim Gomes são recebidos com festa após deixarem a prisão!

Cidadãos e Cidadãs de Joaquim Gomes: Aceitar a corrupção é deixar-se corromper por ela!

Os oito vereadores de Joaquim Gomes e o ex-secretário de Saúde, Ledson da Silva, foram recebidos com festa pelos moradores do município após serem soltos nessa quinta-feira (16), em cumprimento à determinação judicial.

Em carreata, os parlamentares ganharam abraços de centenas de pessoas.

Presos por oito dias, eles são acusados de esquema de propina para apoiar o prefeito afastado “Toinho Batista”.

O exercício da cidadania requer indivíduos que participem cotidianamente da vida de sua cidade.

Organizados para alcançar o desenvolvimento da comunidade onde vivem, devem exigir inicialmente comportamento ético dos ocupantes dos poderes constituídos e eficiência na gestão dos serviços públicos.

Uma das obrigações mais importantes do cidadão é não aceitar ser vítima da corrupção.

De qualquer modo que se apresente, a corrupção é um dos grandes males que destrói a vida social e desqualifica o poder público em nosso século.

É, comprovadamente, uma das causas decisivas da carência dos serviços públicos essenciais, da pobreza de muitos municípios e razão da penúria financeira de cidades e da miséria permanente de muitos países.

A corrupção corrói a dignidade do cidadão, deteriora o convívio social, contamina os indivíduos e compromete a vida das gerações atuais e futuras. Os impostos pagos pelos cidadãos são apropriados por agentes gananciosos. Os indivíduos para se protegerem, isolam-se nos seus interesses particulares e a desconfiança mútua rompe os laços de solidariedade social.

Opor-se à corrupção é, pois, um dever de quem acredita na capacidade de se construir uma vida digna.

Aceitar a corrupção é deixar-se corromper por ela.

As consequências da corrupção são graves, pois o desvio de recursos públicos arruína todos os serviços urbanos, inviabiliza a melhoria dos equipamentos necessários ao bem estar dos cidadãos e impede a construção e conclusão de obras indispensáveis às cidades e ao país.

Os efeitos mais visíveis da corrupção são perceptíveis na carência crônica de verbas para obras públicas, para a manutenção dos serviços nas cidades e, sobretudo, para garantir o direito à educação e à saúde de qualidade.

A corrupção afeta seriamente a educação e a assistência aos estudantes, pois os desvios subtraem recursos destinados ao material escolar, à melhoria dos espaços da escola, à merenda adequada para crianças, à formação dos professores entre outras.

Prejudica, desse modo, não só toda a educação escolar, como também o desenvolvimento intelectual e cultural de crianças e jovens, e os condenam a uma vida com menores perspectivas de um futuro melhor.

A corrupção é, por isso, intolerável.

A corrupção também subtrai verbas indispensáveis à saúde, comprometendo diretamente o bem-estar dos cidadãos, pois impede as pessoas de ter acesso à prevenção de males que poderiam ser debelados, ao tratamento de doenças que poderiam ser facilmente curadas ou de sofrimentos que poderiam ser aliviados.

Pode até mesmo encurtar, injustamente, muitas vidas, condenando-as prematuramente à morte.

A corrupção, por esses motivos é abominável e jamais deve ser admitida na vida social.

O desvio sistemático de recursos públicos que seriam aplicados na melhoria da sociedade condena não só as cidades, mas também o país ao subdesenvolvimento econômico e social crônicos.

Por isso o combate à corrupção nas administrações públicas deve ser um compromisso de todas as pessoas que se preocupam com o desenvolvimento social e querem construir um país melhor para si e seus filhos.

Aqueles que compartilham da corrupção, ativa ou passivamente, e os que dela tiram algum tipo de proveito comprometem, eticamente, a administração e o convívio decente e não podem gerir os negócios públicos; pelo contrário, devem ser responsabilizados civil e criminalmente por todos os atos comissivos e omissivos que solapam o erário publico.

Não se pode admitir que a corrupção seja aceita como fato natural no dia-a-dia das pessoas e, portanto, admitida como um comportamento aceitável na sociedade.

O volume de recursos mobilizados pelo setor público atrai a ganância dos malfeitores e estimula a formação de quadrilhas que evoluem para o crime organizado, o tráfico de drogas e de armas, e o adensamento de criminosos provoca a violência em todos os setores da sociedade. Além disso, as pessoas e investidores sérios afastam-se de cidades e regiões onde vigoram práticas de corrupção e de descontrole administrativo.

Os corruptos também, para ocultar os recursos amealhados das comunidades locais, tendem ardilosamente a aplicar o dinheiro desviado longe dos locais onde os delitos foram praticados e prejudicam duplamente as comunidades afetadas.

Em ambiente em que predomina a corrupção, dificilmente prosperam projetos de desenvolvimento econômico e social se antes ela não for extirpada da administração Pública.

É inaceitável e inadmissível que a corrupção possa ter espaço na cultura nacional.

Além do desvio de recursos públicos, a corrupção deve ser entendida também pela ineficiência na gestão pública, onde os recursos gastos em nada contribuem para garantir os direitos da população.

O combate às numerosas modalidades de desvio de recursos públicos deve, portanto, constituir-se em compromisso de todos os cidadãos e grupos organizados que almejem construir uma sociedade mais justa e equilibrados.

É um dever dos pais para com seus filhos, uma obrigação moral da geração atual para com as gerações futuras.

É também um dever social: de nada adianta uma sociedade organizada ajudar na canalização de esforços e recursos para projetos sociais, culturais ou de desenvolvimento se as autoridades responsáveis por esses projetos dedicam-se ao desvio do dinheiro público para seus interesses particulares ou para negócios escusos.

Precisamos ter portanto, uma conclamação em favor da elevação da consciência social e da participação política ativa dos cidadãos, com a finalidade de extirpar a corrupção da vida pública e, sobretudo, construir uma sociedade mais justa, ética e democrática.

A nossa passagem nessa terra é curta, vamos fazer com que nossas vidas deixem algo de positivo para as gerações que virão.

Compartilhe

mais opções
Google Ilustrações
Estudante da USP morto por overdose da Pandora
Estudante da USP morto por overdose da Pandora

O estudante Victor Hugo Santos, de 20 anos, encontrado morto na raia olímpica da USP (Universidade de São Paulo) no mês passado, teve uma overdose de uma droga nova no mercado e morreu afogado, segundo laudo do IC (Instituto de Criminalística).

O documento, que vai ser anexado à investigação feita pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), revela que o universitário ingeriu uma droga sintética conhecida como 25i ou 25-mbome, também chamada de pandora.

Pandora é uma substância sintética, produzida em laboratório e comercializada em grandes centros urbanos.

Popular entre os jovens, esta droga promete “despertar a mente e conectar consciente e inconsciente”. Sua origem é desconhecia e ganhou grande popularidade nos últimos anos.

Vendida em pequenos frascos de 5 Ml semelhantes aos de amostras de perfume, é consumida oralmente. A ingestão de apenas um frasco de Pandora é o suficiente para que a pessoa sinta seu efeito: dilatação das pupilas, aumento da temperatura, aceleração dos batimentos cardíacos e, por fim, forte sonolência.

Essa droga surgiu no mercado em 2010. Ela é produzida em larga escala na Europa e na China e há relatos de pequenos laboratórios também nos Estados Unidos.

É um tipo de entorpecente caro e, geralmente, distribuído em festas universitárias e raves.

Ao dormir, a pessoa entra rapidamente no estado REM do sono, a fase em que ocorrem os sonhos, causando paralisia momentânea dos músculos e registrando uma intensa atividade no sistema nervoso.

Ao acordar, os sintomas psíquicos se assemelham ao LSD como alucinação, pensamento desordenado, perda do controle emocional, delírio. Ao usá-la excessivamente, é possível que ocorram “flashbacks”, que é sentir o efeito da droga semanas após seu uso.

O que acontece é que a alucinação é tão violenta, tão intensa, que já aconteceu de uma pessoa achar que pode voar, e saltou do décimo sétimo andar de um prédio. Outra pessoa, correndo, foi contra uma árvore, porque achou que poderia derrubar a árvore, são relatos os mais diversos sobre estas aluninações, sendo que, acabam invarialvemnte em mortes trágicas, como este jovem estudante da USP.

Prevenção é o melhor caminho.

Prevenir o uso indevido de álcool e drogas constitui ação de inquestionável relevância nos mais diversos contextos sociais, em função da complexidade da questão e dos prejuízos associados ao abuso e à dependência a essas substâncias psicoativas.

A prevenção deve começar na infância, em especial na família, que é o primeiro exemplo.

A proposta é atuar antes que os problemas se instalem e se cronifiquem.

Compartilhe

mais opções
  • Thiago Tenorio, Psicoterapeuta17/10/2014 21h57 comentou:
  • Em Alagoas então, nem se fala! O trabalho 'meia boca' que é feito pela SEPAZ (Secretaria Especial de Promoção da Paz), sem investimentos efetivos em prevenção e ressocialização (fatores mais importantes que sempre ressaltamos e mostramos como fazer), não resolve o problema. E o povo tem que cobrar
  • Thiago Tenorio, Psicoterapeuta17/10/2014 21h36 comentou:
  • Pois é e infelizmente essa droga já existe a uns 2 ou 3 anos no Brasil. Com casos de morte pelo mundo e esse do menino aqui da USP que foi o primeiro no país. Nos resta continuar a jornada em prol de uma atuação real e efetiva na resolução desse problema social que é a dependência química!
Google Ilustrações
Familia e Filhos
Familia e Filhos

Os pais são os principais fornecedores de bebida alcoólica para os jovens com menos de 18 anos de idade.

Um em cada seis jovens de 12 a 13 anos já recebeu bebida dos pais e, na faixa etária entre os 15 e 16 anos, esse número aumenta para um em cada três.

Os dados referem-se a menores acompanhados pelo Centro de Pesquisa Nacional de Álcool e Drogas da Austrália. Duas mil famílias participaram do estudo, com duração de quatro anos.

O intuito dessas famílias ao dar bebida alcoólica aos menores é permitir que o jovem iniciasse o consumo em ambiente controlado.

Mas a pesquisa revelou que, ao fazer isso, esses pais mais atrapalham do que ajudam.

O resultado mostra que jovens que começam a beber no início da adolescência têm três vezes mais chance de vir a beber de forma exagerada aos 16 anos.

O ideal, segundo essa pesquisa, é retardar ao máximo o contato com a bebida.

Outros estudos corroboram que começar a beber mais tarde é melhor.

Um trabalho da Universidade de Vermont, Estados Unidos, publicado na edição de julho da revista Nature, mostrava que uma única taça de vinho ou latinha de cerveja aos 14 anos aumentava o risco de o jovem encarar uma bebedeira ainda na adolescência.

Como esse período da vida é de grande vulnerabilidade, os pesquisadores afirmam que, se o primeiro gole for adiado em seis meses ou um ano, a chance de abuso de álcool aos 16 anos diminui de forma considerável.

Esse dado é especialmente alarmante ao considerarmos que, apesar de haver restrição legal para o consumo do álcool em torno dos 17 ou 18 anos na maioria dos países ocidentais, o primeiro contato de quase metade dos adolescentes ocorre antes dos 15 anos. Boa parte desses jovens passa a beber regularmente ainda na adolescência.

O uso de bebida ainda na adolescência pode expor os jovens a um maior risco de agressividade, violência, acidentes, doenças sexualmente transmissíveis e dependência de álcool na vida adulta.

Outro trabalho, feito pela Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, que acaba de ser publicado no periódico médico Drug and Alcohol Dependence, analisou todas as campanhas de bebida publicadas em revistas americanas de 2008 a 2010.

A conclusão foi que 87% dos anúncios trazem mensagens sobre beber com responsabilidade sem dizer como fazer isso.

No máximo, defendiam a abstinência em determinadas situações.

O estudo faz um alerta: as mensagens de responsabilidade têm menos destaque do que a bebida que promovem.

O ideal, afirma o estudo, é que os rótulos dessas bebidas tenham mensagens explícitas sobre os perigos do consumo, como ocorre com os maços de cigarro.

Compartilhe

mais opções
Google Ilustrações
Gravidez sem Drogas
Gravidez sem Drogas

Tudo que uma grávida ingere ou faz pode afetar o feto, isso todo mundo sabe.

E é justamente por isso que hábitos nocivos devem ser evitados durante a gravidez.

Mas, apesar desse senso comum, há mulheres que colocam em risco a saúde de seus filhos ainda em formação. Apesar da recomendação médica de que as grávidas não devem ingerir bebidas alcoólicas, pois não se sabe se existe uma quantia segura para o consumo sem que prejudique o bebê, muitas abusam do álcool. As possíveis consequências? Síndrome Alcoólica Fetal (SAF).

A Síndrome Alcoólica Fetal prejudica o feto, podendo acarretar diversos problemas relacionados ao desenvolvimento motor, físico e mental.

São bebês que nascem com malformações, dificuldades de aprendizado e coordenação motora, além de terem órgãos, como o coração, afetados.

Mas até que ponto uma mulher deve ser responsabilizada pela SAF do filho?

Esta pergunta tem dividido as opiniões dos britânicos. Isso porque a justiça do Reino Unido deve julgar em breve se uma mulher que bebeu em excesso durante a gravidez pode ser punida pelos problemas de saúde de seu filho. Um governo local do noroeste da Inglaterra argumenta que nesse caso a criança deve receber uma indenização por ser vítima de um crime.

A criança em questão foi diagnosticada com a síndrome alcoólica fetal no momento do nascimento.

Atualmente ela tem seis anos e vive com os pais adotivos.

Durante uma audiência prévia, a mãe foi acusada de ter “administrado veneno de forma maliciosa, de modo a pôr em perigo a vida ou causar danos corporais graves” – um crime previsto na legislação britânica, embora beber álcool durante a gravidez em si não é considerado crime.

Uma audiência anterior da Justiça descobriu que ela tinha “consumido quantidades excessivas de álcool” e “usado drogas”. Os documentos judiciais também relatam que a mãe “frequentou serviços de maternidade” e “não tinha dificuldades de aprendizagem (…) ou outras questões que afetassem sua capacidade de compreender os perigos para o bebê de beber durante a gravidez”.

O caso já se arrasta há quatro anos. O procurador Neil Sugarman, que representa o governo local, diz que pode ser criado um precedente caso o juiz decida pela indenização. “Esse é um caso incomum e terrível”, disse. “A questão é se seria crime beber durante a gravidez, sabendo que isso afeta o bebê.”

Não sabemos se é o caso da mãe em questão, mas também devemos lembrar que há casos provenientes da dependência alcoólica da mulher.

E se o alcoolismo também é uma doença, será que uma mulher dependente de álcool deve ser responsabilizada?

Será que não é preciso mais atenção ao atendimento pré-natal para que uma mulher possa ser orientada a respeito do alcoolismo, caso seja detectado?

Qual a sua opinião a respeito?

Deixe seu comentário!

Com informações da BBC Brasil

Compartilhe

mais opções
Google Ilustrações
Debate sobre a Legalização da Maconha
Debate sobre a Legalização da Maconha

No XXXII CBP haverá um grande debate sobre a Legalização da Maconha.

O Simpósio do Presidente fará um debate mediado pela ABP e pelo Conselho Federal de Medicina – CFM, onde o tema principal será a Legalização da Maconha, o Simpósio acontecerá no dia 16 de Outubro, às 14h, no XXXII CBP, em Brasília.

Os convidados apresentarão seus argumentos contra e a favor da legalização.

Estarão presentes no Simpósio:

Presidente: Antônio Geraldo da Silva, Presidente da ABP

Secretário: Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti, Vice-Presidente do CFM

Debatedor: Cristovam Buarque, Senador

CONVIDADOS:

• Ana Cecilia Petta Roselli Marques – Psiquiatra

• Caco Barcelos – Jornalista

• Camila Almeida – revista Superinteressante

• Cynara Menezes – revista Carta Capital

• Dartiu Xavier da Silveira Filho – Psiquiatra (Confirmado)

• Dinho Ouro Preto – Vocalista banda Capital Inicial

• Elisaldo Carlini – UNIFESP (Confirmado)

• Fernando Gabeira – Ex-Deputado Federal

• Fernando Henrique Cardoso – Ex-Presidente da República

• Jean Wyllys de Matos Santos – Deputado Federal

• Joaquim Domingos de Almeida Neto – Juiz de Direito

• José Alexandre de Souza Crippa – Psiquiatra

• Luiz Eduardo Soares – Filósofo

• Luiz Flávio Gomes – Juiz de Direito

• Marcelo D2 – Cantor

• Marcos Rolim – Advogado, Ex-Deputado Federal

• Marcus Susskind - ONG JACS-Brasil (Confirmado)

• Osmar Terra - Deputado Federal (Confirmado)

• Ronaldo Laranjeira – Psiquiatra (Confirmado)

• Rubens Cesar – ONG Viva Rio

• Valentim Gentil Filho – Psiquiatra (Confirmado)

A psiquiatria no mundo contemporâneo.

O ser humano, mesmo em períodos anteriores à invenção da escrita, já procurava compreender as peculiaridades do seu comportamento. Os doentes mentais eram frequentemente torturados, temidos ou mesmo discriminados pelos indivíduos considerados normais. Não raro as doenças eram atribuídas a influências malignas sobrenaturais. Não existia separação entre o sofrimento físico e o mental, nem tampouco entre medicina, religião e magia.

No século XVII, quando o raciocínio indutivo se aliou ao julgamento intuitivo, a doença mental, gradativamente, desvinculou-se do misticismo e da religião. Nessa ocasião, a psiquiatria começou a caracterizar-se como um ramo da medicina.

Empirismo, racionalismo, observação e classificação marcaram o período do Iluminismo – século XVIII –, possibilitando um maior entendimento dos distúrbios psiquiátricos, assim como a busca de um contato mais humano com os portadores de insanidade mental.

Nesse período, loucos, criminosos, prostitutas e vagabundos eram trancados em asilos, onde vigorava um sistema repressivo.

No início do século XIX, Johann Reil (1759-1813) foi o primeiro a usar o termo psiquiatria, referindo-se ao tratamento da mente.

Posteriormente, já em meados desse século, a psiquiatria firmou-se como especialidade, ganhando orientação científica e acadêmica.

Por oferecer importante atualização científica e profissional, o Congresso Brasileiro de Psiquiatria – CBP recebe profissionais de todos os estados brasileiros, além de congressistas de vários países, chega a reunir mais de cinco mil participantes por edição para a desmistificação de diversos temas inerentes à Psiquiatria.

O evento é voltado para psiquiatras e médicos de outras especialidades, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, estudantes e outros profissionais da saúde, em especial a saúde mental.

Nos últimos anos, o evento passou a exercer uma influência direta na sociedade leiga, através da divulgação de pesquisas e estudos que podem servir como base para o planejamento das políticas públicas de saúde mental nos âmbitos local, regional e nacional.

Antonio Geraldo da Silva

Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria

Compartilhe

mais opções
Google Ilustrações
Prevenção na Familia
Prevenção na Familia

Prevenir o uso indevido de álcool e drogas constitui ação de inquestionável relevância nos mais diversos contextos sociais, em função da complexidade da questão e dos prejuízos associados ao abuso e à dependência a essas substâncias psicoativas.

O objetivo nosso é informar aos profissionais da saúde, da educação, familiares e líderes comunitários, entre outros, sobre como fazer a prevenção ao uso/consumo de álcool, tabaco e outras drogas, bem como suas respectivas consequências nas esferas biopsicossociais, de forma clara e objetiva.

O uso de substâncias psicoativas altera a função cerebral e temporariamente muda a percepção, o humor, o comportamento, a consciência e sua utilização contínua pode desenvolver uma doença chamada dependência.

Daí a importância de uma atuação preventiva com vistas a evitar a doença e promover a saúde.

Não existe um modelo de programa de prevenção predefinido, eles precisam estar adequados à realidade local, aos anseios e à cultura da comunidade na qual estão implantados.

Essas iniciativas são de responsabilidade coletiva e precisam ter continuidade e seguimento, caso contrário, terão grandes chances de fracassar.

Uma estratégia preventiva conscientiza o público-alvo, reforça a autoestima e a autoconfiança, trabalha habilidades de resolução de problemas e necessidades definidas no contexto sociocultural e conta com a mobilização de recursos comunitários e redes sociais.

A proposta é atuar antes que os problemas se instalem e se cronifiquem.

A prevenção deve começar na infância, em especial na família, que é o primeiro exemplo.

A realidade alagoana sobre investimento de recursos e políticas públicas direcionadas à prevenção ainda é muito incipiente.

Em virtude da mentalidade sociocultural meramente curativa, hoje as noções são mais voltadas para o tratamento. É importante lembrar que trabalho de prevenção, além de ser mais eficaz, é muito mais barato. Estimativas evidenciam que para cada Real investido em prevenção ocorre uma economia de até 10 Reais em tratamento para abuso de álcool ou outras substâncias.

Ações que envolvem uma intervenção preventiva; a aplicabilidade da prevenção nos ambientes escolar, comunitário, do trabalho, etc. e como planejar um projeto de prevenção; a prática preventiva e suas interfaces com outras conexões importantes relacionadas à prevenção, tais como resiliência, bullying e violência; o desafio das dependências não químicas; a importância dos limites e da mídia; a relação entre a sexualidade e o uso de drogas na promoção da prevenção; a importância da família nesse processo e a prevenção por meio de boas práticas nacionais e internacionais.

Estamos desenvolvendo um guia pratico para pais que buscam um desenvolvimento saudável para suas crianças e adolescentes.

Aguardem!

Compartilhe

mais opções
Páginas:
Primeira página Página anterior
12345
Próxima página Última página
Publicidade
 
© 2005 - 2014, Alagoas 24 Horas | Anuncie
Redação: Avenida Álvaro Calheiros, 342, SL 13 – Blue Shopping – Mangabeiras
contato@alagoas24horas.com.br
Fone/Fax: (82) 3325-2088
id5 soluções web