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Bispo Filho

Bispo Filho

Bispo Filho é Administrador de Empresas e Estudante de Jornalismo, foi Coordenador da Abordagem Social e do CREAS-POP da SEMAS.

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Karla Resende/AgMais
Adolescente foi morta a tiros pelo namorado
Adolescente foi morta a tiros pelo namorado

Uma jovem foi morta a tiros pelo namorado por não aceitar o seu pedido de casamento. A garota foi encontrada morta na casa do suspeito localizada na Avenida Joaquim Fernandes Alves, no setor Independência Mansões, em Aparecida de Goiânia, na tarde desta sexta-feira (18/04).

Segundo informações do pai da jovem, ela teria saído do emprego e seguido até a casa do namorado. No local, o rapaz a pediu em casamento, mas a adolescente não aceitou. Com a rejeição, Wesley Souza de Farias, de 21 anos, sacou uma arma e atirou na nuca da jovem.

A violência contra a mulher tem ocupado cada vez mais espaço nos veículos jornalísticos e isto mostra a necessidade de ações urgentes para conscientizar e ajudar os casais, baseadas em análises mais profundas dessa questão.

A desigualdade de poder, vista por toda parte, influencia fortemente os comportamentos individuais na nossa sociedade e se manifesta através de inúmeros jogos de poder nas relações. Destes jogos, o da vítima/vilão é o mais básico e facilmente incorporado pelas pessoas.

As pessoas escolhem estes papéis, mesmo que inconscientemente, de acordo com as suas tendências e condicionamentos culturais. Assim, na relação afetiva, genericamente, a mulher é educada para o papel de mais passiva e tende a funcionar como vítima e o homem, treinado mais para a ação e para ser guerreiro, tem maior atração para o vilão.

Na recente aceleração da evolução feminina, a mulher tem descoberto o seu poder de ação, especialmente para a sua sobrevivência e muitas vezes, para a auto realização material e profissional. Contudo, no relacionamento-a-dois, a situação é bem diferente. A maioria evoluiu pouco no papel de parceira e, por não conseguir resolver os conflitos de poder que surgem, se submete, convivendo com a situação de desigualdade de poder e aceitando a hostilidade do seu companheiro.

Como vítima, a mulher contribui para perpetuar o processo da hostilidade que, sem consequências para o vilão, cresce a cada dia. E o homem, qual o seu contexto? Ao contrário da mulher, a percepção do homem, nas últimas décadas é de perda de poder e prestígio social. É verdade que, com a evolução dela, ele ganhou outras vantagens. Entretanto, nem sempre ele consegue enxergá-las ou valorizá-las, e por isto não chegam a compensá-lo.

A perda de status é sentida como mais importante e por ser atribuída a causas externas, ainda fere profundamente o orgulho de muitos deles. Soma-se a isto o fato de que também houve, para ele, perda de espaço profissional, por vários fatores, como pelo aumento da competitividade, inclusive com as mulheres e por uma conjuntura econômica mais desafiadora.

Por isto, muitos deles frequentemente veem seus sonhos de realização material e profissional frustrados. Neste contexto, o relacionamento afetivo se mostra como a brecha, isto é, o espaço onde o homem tem a possibilidade de compensar esta perda de poder, sentindo-se novamente forte e importante. Inegavelmente, vivenciar o poder é prazeroso.

Neste processo, ele não costuma ter consciência dos seus motivos reais, assim como a mulher não se dá conta do quanto contribui com a sua passividade, mas o fato é que estas condições se tornam absolutamente favoráveis ao crescimento da violência contra a mulher.

A violência pode ser entendida como uma doença do relacionamento e no casal se manifesta de forma insidiosa, ou seja, o crescimento da hostilidade é, geralmente, crônico e cresce aos poucos.

Com o passar do tempo, o homem cria dependência deste prazer fácil e inconsequente que obtém, nos momentos de ira.

Enquanto isto, a mulher perde, cada vez mais, a autoestima e autoconfiança, ou seja, sua capacidade de agir positivamente para resolver o problema decresce.

Isto explica o agravamento da doença e suas consequências devastadoras. Então, o que pretendemos é a cura desta doença. Mas, afinal, embora a resposta possa parecer óbvia, precisamos analisar...

Quem é o agente causador? Ou melhor, quem é o inimigo que se deseja derrotar? Muitos responderiam que é o parceiro violento. É dele que esta mulher precisa se livrar.

Estes se enganam e as estatísticas mostram que se ela simplesmente se separar deste homem, tenderá a encontrar outro vilão no seu caminho, o que se pode entender facilmente, pois está condicionada a funcionar como vítima.

Então, seu inimigo não é o parceiro. Outros diriam que o inimigo da violência é o medo. É verdade que esta mulher vive intensamente o medo da perda, mas, como qualquer outro medo humano, ele é natural e existe como um desafio a ser vencido.

O inimigo real desta mulher constitui-se de várias crenças que ela carrega, na sua fragilidade, na falta de merecimento do melhor, na falta de poder diante da situação, na sua visão de que não tem escolha e outras cognições restritivas, que lhe fecham as portas para as soluções.

É por tudo isto que se pode afirmar que a cura está em fortalecer-se, em corrigir suas crenças a fim de perceber seu poder, sair do papel de vítima e treinar o de protagonista.

O que é isto? Protagonista é um papel que se escolhe e se desenvolve.

Não é natural. Segundo Rui Mesquita, “Protagonismo é a concepção da pessoa como fonte de iniciativa, que é ação; como fonte de liberdade, que é opção e como fonte de compromissos, que é a responsabilidade”.

“Desta forma, a pessoa aprende fazendo, ocupando uma posição de centralidade no processo e é indutora de mudanças”.

Somente assumindo a responsabilidade total pelo seu bem-estar, a mulher pode vencer seu medo e a violência.

E isto ela conseguirá buscando ajuda, lendo e discutindo sobre o seu problema com quem entende; enfim, ampliando muito a sua visão desta doença, das relações e de si mesma, encontrando, assim, seus verdadeiros recursos e poder para ser feliz.

ATENÇÃO MULHERES

O “Ligue 180”, central telefônica de atendimento nacional para o apoio e informações referente à violência contra as mulheres, é também um serviço de denúncia anônima e encaminhamentos pontuais.

O Ligue 180 recebe denúncias de abusos, violências sexual, física, moral, psicológica e patrimonial sofridas por mulheres, além de prestar esclarecimentos e indicar procedimentos às vítimas e às pessoas interessadas em ajudar essas mulheres.

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10h46, 19 de abril de 2014

Comportamento adictivo

Clinica Grand House
Clinica Grand House
Clinica Grand House

Qualquer atividade, substância, objeto ou comportamento que se tornou o foco principal da vida de uma pessoa e que a exclui de outras atividades ou que a prejudica física, mental ou socialmente é considerado um comportamento adictivo.

Os comportamentos adictivos são fatores biopsicossociais e ambientais, adotados e desenvolvidos ao longo da vida e progressivamente de forma a suportar a pressão, problemas ou tensão do dia-a-dia.

São hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia.

São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente.

Podem passar despercebidos ao próprio indivíduo, incluindo a família, e reforçam a gratificação imediata, a impulsividade, a autocritica reduzida e a Ilusão.

Na dependência química, o comportamento adictivo é um dos fatores que muitas vezes involuntariamente denunciam os usuários de drogas.

Como a adicção é uma doença sem cura e, em muitos casos, as famílias levam anos para perceber que tem um dependente químico em casa, é bom observar tais tipos de comportamentos.

Até mesmo uma parte dos dependentes químicos já recuperados tem uma tendência a repetir os comportamentos adictivos. Em muitos casos o dependente químico fica “limpo”, mas às vezes pode acabar desenvolvendo outras compulsões, o que indica que apenas migrou da compulsão de drogas por outra qualquer (sexo, comida, jogos, gastos etc.).

O processo de dependência é uma síndrome de características psicológicas e comportamentais que se expressa em cada indivíduo de forma particular, mas que exibe uma impressionante semelhança entre indivíduos dependentes, independentemente das suas circunstâncias específicas.

Segundo Paulo César Freitas Silveira, conselheiro técnico em dependência química e gerente comercial da clínica Grand House, que contribuiu para este artigo, os comportamentos adictivos estão todos interligados:

“Perante o programa de doze passos, que utilizamos na Grand House, a doença se divide em três aspectos: o físico, que é a compulsão, o aspecto mental, que é a obsessão e o aspecto espiritual, que é o egocentrismo”.

Paulo César explica que a obsessão são os pensamentos repetitivos relacionados não somente ao uso, mas que se manifestam em outras áreas da vida do adicto, como trabalho, relações afetivas, etc. Quando se coloca um pensamento na mente pode se tornar escravo. A compulsão, como aspecto físico, seria o gatilho acionado mediante a utilização de alguma substância.

O egocentrismo, ainda segundo Paulo César, nos leva a acharmos que estamos sempre certos, já que uma mente egocêntrica não pode conceber nada maior ou mais importante do que ela própria.

Outros comportamentos como a impulsividade, o sempre agir sem pensar, fazem parte também de comportamentos adictivos: “O adicto tem o mecanismo da seguinte forma: pensa, sente e age”. As pessoas não adictas normalmente: pensam, sentem, elaboram as ideias e então agem.

A autocrítica reduzida também é um dos aspectos fortes do comportamento adictivo: “Não importa o que os outros falem ao meu respeito”. A autocrítica reduzida funciona como um sistema de defesas psicológicas que, como se tratasse de uma fortaleza, protege o indivíduo de reconhecer a natureza prejudicial de suas atitudes e, por isso, muitas vezes, leva à ocultação da continuação do processo de dependência.

Aí podemos abordar também a negação, que não deixa o adicto olhar para si mesmo como um todo e sim como se fosse um ser fragmentado.

Outras características que distinguem o comportamento adictivo são:

•Obsessão relevante, atribuição de uma importância anormal ou patológico de uma substância ou de um comportamento;

•Persistência, rigidez, inflexibilidade, estereotipia e repetição do comportamento particular;

•Imunidade em relação a consequências adversas e resistência à modificação do comportamento;

• A pessoa pensa constantemente no objeto, atividade, ou substância.

•Dificuldades nas relações interpessoais como consequência da adição (problemas físicos, trabalho ruim ou desempenho estudo, problemas com amigos, familiares, colegas de trabalho).

•Irritabilidade, ansiedade, agitação ou perda de controle;

•Baixa autoestima e depressão.

Todos estes comportamentos estão muitos integrados, como se fosse uma cadeia alimentar onde um comportamento doente se alimenta do outro.

De acordo com nossa experiência acreditamos que não existe uma solução simples, cada caso é um caso, mas através dos avanços recentes de investigação clínica e da experiência empírica acumuladas a progressão destes comportamentos pode ser descontinuada através do tratamento sério e de qualidade, da abstinência e do processo de recuperação juntamente com um novo modo de vida.

Se você se enquadra neste perfil ou tem algum familiar vivendo desta forma, peça ajuda hoje!

Colaboração:

Clinica Grand House

www.grandhouse.com.br

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10h33, 18 de abril de 2014

Feliz Páscoa

Google Ilustrações
Feliz Páscoa
Feliz Páscoa

Para nós Cristãos e Cristãs a Semana Santa é um período de meditação, reflexão, recolhimento.

Por quê?

Para quê?

Para meditarmos sobre as nossas próprias vidas, o que temos feito para sermos melhores como seres humanos?

Ser cristão e cristã nos dias de hoje requer muita atenção a tudo o que nos cerca.

O nosso mundo, o mundo atual vem embalado de várias formas, todas elas muito sedutoras.

É um mundo onde tudo se pode comprar.

De objetos pessoais até viagens à Lua.

É um mundo inebriante, que salta os olhos.

Que nos leva a crer que tudo é possível se tivermos dinheiro.

Será que podemos comprar amor, carinho?

Podemos comprar dignidade?

Podemos comprar solidariedade, compaixão?

Podemos comprar valores como honestidade?

Verdade?

Não.

Mas, se não podemos comprar estes bens, como conseguir encontra-los em um mundo tão consumista que estimula o “TER” e deixa em segundo e terceiro plano o “SER”?

Procuremos, portanto, nesta semana, retomarmos atitudes perdidas ao longo do tempo, mas que eram tão presentes na nossa infância.

Vamos vivenciar esta Semana Santa não só como mais um feriado para descanso, mas, sobretudo, dias para que nos recolhamos nos voltemos para nós mesmos.

Façamos um exercício de autoconhecimento.

Ao nos dar a conhecer, certamente estaremos mais próximos de Deus e consequentemente mais próximos de nosso(a)s irmão(a)s.

Creio que se nos dermos esta chance, se nos amarmos como Jesus nos amou, conseguiremos reverter alguns dos males deste século o estresse – a solidão – a depressão e conseguiremos dar mais significado a VIDA, percebendo no OUTRO(A) o Cristo ressuscitado.

Deixo este texto bíblico para nossa reflexão:

Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado.

1 Coríntios 5:7

Feliz Páscoa!!!

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Cuore Cuidados
Familia
Familia

Muitas famílias não se dão conta do quanto acabam por atrapalhar o tratamento do dependente químico, seja no período de internação, seja durante o acompanhamento

As maiores queixas trazidas pelas famílias com relação ao dependente químico, estão relacionadas à falta de responsabilidade, a ausência de regras, a falta de preocupação com os demais membros da família e não participação das atividades em família, entre outras inúmeras queixas.

A dependência de álcool e outras drogas é uma doença, e como tal, possui uma probabilidade maior de recuperação por parte do paciente, quando a família participa ativamente do tratamento, passando também por um processo de conscientização e mudança de comportamento.

O programa terapêutico desenvolvido para a recuperação do paciente, pode se tornar completamente ineficaz sem a participação efetiva dos familiares à proposta oferecida pela Clínica prestadora dos serviços, impedindo que o dependente tome consciência de sua doença e dos danos causados por ela.

Os familiares que se negam a realizar um acompanhamento adequado com um psicólogo para ser orientado através de terapias de grupo, que quebram as regras estabelecidas pelo profissional, que se eximem de responsabilidade sobre o dependente químico e alcoólico e sua recuperação, repetem sem perceber, a conduta inadequada do paciente, do qual tanto se queixavam.

Para cobrarmos atitudes devemos antes de qualquer coisa oferecer o exemplo e, em se tratando de família, deveria ser algo inerente a cada um de seus membros predisporem-se a auxiliar àquele que sofre acometido pela doença.

Colaboração:

www.cuorecuidados.com

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08h22, 16 de abril de 2014

Maconha e Álcool

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Bispo Filho - HAROLDO J. RAHM, SJ
Bispo Filho - HAROLDO J. RAHM, SJ

O Papa Francisco fala: “Quando alguém está realmente em busca da verdade está fazendo isso pelo bem. Você não procura pela verdade para dividir, confrontar, atacar, menosprezar ou dissolver”.

Vamos procurar a verdade sobre a maconha e o álcool.

A planta de cânhamo (também conhecida como “cannabis”, da qual se elabora a maconha e o haxixe) foi cultivada para o uso como alucinógeno há mais de 2.000 anos.

O THC é a principal substância que afeta a mente. Sua quantidade na planta indica a potência da droga, que é determinada pelo clima, pela terra e por outros fatores, como o uso de modernas técnicas de agricultura.

Pesquisas mostram que mais de 60% das pessoas adictas em recuperação que já estiveram no “fundo do poço” pelo uso de drogas começaram com maconha, álcool e cigarros.

A maconha hoje é 10 vezes mais forte do que era na adolescência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Contém mais de 400 toxinas e componentes químicos, incluindo as mesmas substâncias causadoras de câncer encontradas no tabaco, com a agravante de o usuário inalar profundamente e segurar a fumaça nos pulmões para supostamente aumentar o efeito da droga, destruindo-os e danificando também o sistema imunológico.

O álcool é eliminado do corpo em poucas horas. O THC permanece na gordura do corpo de semanas a meses, dependendo do tempo e da intensidade do uso. Alguns médicos afirmam que as drogas permanecem na gordura por 03 anos.

Os danos causados pelo uso da maconha são tão prejudiciais quanto os causados pelo uso do álcool e é preciso que os usuários estejam conscientes desses danos. Não podemos deixar o Governo legalizá-la!

Se um navio errar sua rota poderá chegar ao continente errado. Foi o caso de Cabral.

Foco é o que nos permite atingir nosso alvo, mantendo-nos firmes em nossa rota. Para isso, precisamos conhecê-lo bem e nos concentrarmos firmemente nele.

Nosso foco é: UM MUNDO SEM DROGAS!

HAROLDO J. RAHM, SJ –

Presidente de Honra da Instituição Padre Haroldo e do Amor-Exigente

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Edilson Lima
Curso de Capacitação
Curso de Capacitação

Segundo a organização da atividade, os objetivos são:

Capacitar profissionais da área para atuação nas atividades competentes;

Ampliar o conhecimento científico dos acadêmicos e profissionais;

Compreender os aspectos psicológicos presentes numa organização;

Conhecer o papel dos profissionais da área dentro de comunidades terapêuticas;

Desenvolver a capacidade avaliativa dos profissionais envolvidos;

Desmistificar o papel dos profissionais no que se refere ao tratamento do dependente químico;

Além de apresentar o papel preventivo em escolas e sociedade em geral;

O curso terá duração de 4 (quatro) meses e certificado com carga horária de 50h/a, com diversos profissionais.

As aulas serão iniciadas no dia 26 de Abril e acontecem quinzenalmente, aos sábados.

A inscrição custa R$ 25.00 e o investimento mensal é de apenas R$ 100.00 (MANHA) ou R$ 75.00 (TARDE).

Realização: Instituto RELUZ

FACILITADORES : Especialistas em Dependência Química e Psicólogos.

OBS. RESTAM APENAS 20 VAGAS.

Mais informações pelos telefones

(82) 9979-3041/8704-5589 (Michele e Ingrid)

(82)8836-3610/9992-2300 (Lima)

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Assessoria
Cidade Maria
Cidade Maria

Espetáculo será exibido de 17 a 20 de abril, em Craíbas

O teatro ao ar livre montado na comunidade religiosa Cidade de Maria, no município de Craíbas, receberá outro espetáculo grandioso nesta Semana Santa. Após as encenações do nascimento de Jesus Cristo durante o Natal de 2013, a Cidade de Maria será palco desta vez do mais antigo e mais conhecido espetáculo do mundo: a Paixão de Cristo.

De 17 a 20 de abril, das 18h às 21h, os artistas da Cia Teatral Luzes da Ribalta darão vida ao caminho percorrido por Jesus Cristo em sua Paixão, Morte e Ressurreição.

São 300 pessoas envolvidas na produção, entre atores, figurantes, produtores, técnicos e pessoal de apoio, para levar ao público uma experiência completa, com cenários em tamanho real erguidos no local, além de grande estrutura de som e iluminação.

“Este espetáculo tem ainda um diferencial entre todas as encenações da Paixão de Cristo, que é a vida pública de Jesus, desde seus primeiro milagre, quando transformou água em vinho nas Bodas de Caná.

Teremos uma abertura espetacular, com grandes efeitos sonoros e especiais. Será a primeira vez que um espetáculo assim será encenado em Alagoas”, diz o produtor geral da peça, Marcos Cordeiro da Silva.

Os atores são da região de Arapiraca, Palmeira dos Índios e Maceió e estão comprometidos em fazer um espetáculo que una a tradição religiosa ao show artístico. “Estamos ensaiando desde janeiro e nas últimas duas semanas, esses ensaios passaram a ser diários, com figurino e tudo mais. Queremos dar ao público uma experiência inesquecível”, completa Marcos.

SERVIÇO:

Espetáculo da Paixão de Cristo na Cidade de Maria

Local: comunidade Cidade de Maria, em Craíbas

Data e horário: 17 a 20 de abril, sempre das 18h às 21h

Entrada: 1 kg de alimento não perecível

Estacionamento gratuito para carros e ônibus

Espetáculo itinerante – o público se deslocará pelo teatro ao ar livre, acompanhando as mudanças de palco a cada cena.

ASSESSOR DE IMPRENSA:

Jackson Santos

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07h04, 11 de abril de 2014

Lançamento oficial do Aplicativo Acolhedor

Lucia Coelho
Adalberon de Sá - Bispo Filho - Luan Gama
Adalberon de Sá - Bispo Filho - Luan Gama

Após o lançamento no II Congresso Internacional Freemind 2014 no dia 03 de abril na cidade de Atibaia Estado de São Paulo, o Aplicativo Acolhedor será lançado oficialmente hoje em Maceió, o evento contará com as presenças do Secretário de Estado de Promoção da Paz, Adalberon de Sá Junior, do Superintendente de Politicas sobre Drogas da SEPAZ Psicólogo Luan Gama, do Presidente do Conselho Estadual de Politicas sobre Drogas, Dº Ronnie Reyner, do Governador do Lyons Clube Internacional distrito LA 3, Noélia Costa Presidente do Fórum Permanente sobre Drogas de Alagoas, Presidentes de Comunidades Acolhedoras, Representantes de Grupos de Autoajuda, Presidente da Associação de Mães de Dependentes Químicos de Alagoas Gilvanete Silva, Colaboradores e Amigos.

Local: Espaço educALL

Fica na Rua Iris Alagoense, 570 – Farol

Horário: 10:00hs

Maiores informações: Fone: 82 9641 0802

Bispo Filho

Jbispofilho55@gmail.com

www.acolhedor.com.br

Ponto de referência:

Defronte à lanchonete A PREDILETA.

Como chegar, três opções:

•Descendo a Fernandes Lima pega a Rua Iris Alagoense, passam as 2 alças viárias de acesso a Leste/oeste. Após o Colégio NS do Amparo (fundos) tem um lava jato no lado esquerdo, após o lava jato 2 casas. O prédio está com canteiro de jardim na frente e grades brancas e ainda sem o número de identificação – entrada pelo portão dá acesso ao estacionamento interno (pode entrar).

•Pela Tomás Espíndola, após o Banco do Brasil, entra a esquerda, passa pelo Bar da Pata, cruza a Moreira e Silva e no final da Rua vira a direita, passando pelo CESMAC (estacionamento), Juizado, Clinica Espaço GENTE e logo a seguir, vizinho ao nº 540 está o nosso espaço com canteiro de jardim na frente e grades brancas e ainda sem o número de identificação – entrada pelo portão dá acesso ao estacionamento interno (pode entrar).

•Pela Centenário em direção ao Centro, entra na esquina da Clinimagem, dobra a direita no final, passa a Clinica Espaço GENTE e logo a seguir, vizinho ao nº 540 está o nosso espaço com canteiro de jardim na frente e grades brancas e ainda sem o número de identificação – entrada pelo portão dá acesso ao estacionamento interno (pode entrar).

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Alagoas24horas
Violência em Alagoas
Violência em Alagoas

Estamos no limiar de completarmos 600 assassinatos somente este ano de 2014 aqui em Alagoas.

Todos nós estamos em choque com esta realidade cruel e desumana. Resta agora, chorar pela dor da perda daqueles que deveríamos proteger, daqueles que amamos.

Nossos jovens, todos os jovens, têm sido mártires da nossa omissão. Estamos matando o nosso futuro, não apenas dos jovens, mas nas escolas, nos lares e nas ruas, tornando-nos omissos e sem poder de reação.

Somos uma sociedade condenada ao atraso e à barbárie, constatados no dia-a-dia de nossas cidades.

Longe de sermos um tecido social vivo e doente pelos erros da política ou da economia, sofremos pela degradação moral e por equivocadas escolhas culturais.

Alagoas estagnou no coletivismo selvagem.

Vivemos sob a égide da omissão individual e da coerção coletiva.

Nossas vidas dependem cada vez menos da nossa própria consciência e cada vez mais do autoritarismo das forças de coerção.

A crença no Estado protetor, com seus alvarás, proibições, regras e controles, não passam de alienação coletiva.

Vivemos em constante fuga da realidade.

Incorremos deliberadamente em omissão de responsabilidade.

Culpar o Estado pelo quê?

O Estado não tem culpa.

É um ente incapaz pela própria natureza.

A culpa é toda nossa.

Coletivizamos a responsabilidade que deveríamos assumir individualmente e nos tornamos mais e mais selvagens.

Não tomamos a iniciativa de fazermos a nossa própria investigação, com racionalidade e independência, para a mais simples prevenção.

Concordamos com a impunidade, porque vivemos tentando imputar aos outros a culpa pela nossa própria irresponsabilidade.

Abandonamos a razão, se algum dia a tivemos.

Você pode evitar a realidade, mas você não pode evitar as consequências de evitar a realidade.” – Ayn Rand

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  • Marcos10/04/2014 13h45 comentou:
  • Sem querer criar polêmica, mas o maior culpado disso tudo é a "justiça" ou falta dela. Pq a maioria das vítimas de crimes, foram presos pela PM e em seguida foram colocados em liberdade pela justiça. Em Alagoas matam traficantes, assaltantes, homicidas. cerca de 5% eram pessoas de bem.
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Psiquiatra Valentim Gentil Filho
Psiquiatra Valentim Gentil Filho

Se o Brasil seguir a tendência de outros países e oficializar a indústria da maconha, nós teremos "uma fábrica de esquizofrênicos".

A opinião é do psiquiatra Valentim Gentil Filho, professor titular da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), convidado do programa Roda Viva, apresentado na TV Cultura e reproduzido pelo UOL.

Para o psiquiatra, considerado um dos mais influentes do país, a sociedade tem sido conivente e omissa em relação à droga, e os riscos provocados por ela não têm sido bem divulgados.

Gentil Filho contou no programa que, segundo estudos bem fundamentados, a maconha aumenta em 310% o risco de esquizofrenia quando consumida uma vez por semana na adolescência. E trata-se de uma doença incurável: "O esquizofrênico pode ter uma vida praticamente normal, mas sempre há uma sequela".

O psiquiatra sugeriu que, assim como pais permitem que seus filhos consumam álcool em festas, a informação distorcida de que maconha não faz mal fará com que eles deixem os jovens fumarem em casa. E o problema é que, nos adolescentes, que estão em uma fase de "poda" natural do cérebro para a entrada na idade adulta, a droga é especialmente prejudicial.

O professor também fez críticas à chamada luta antimanicomial, que fez o Brasil fechar milhares de leitos psiquiátricos sem proporcionar alternativas. Ele ressaltou que o atual modelo dos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) não tem como substituir o atendimento ambulatorial e as internações psiquiátricas. Para Gentil Filho, não se trata de abandonar os pacientes em manicômios, mas garantir o tratamento em fase aguda. Ele reforçou que, atualmente, só um terço dos pacientes psiquiátricos diagnosticados recebe tratamento.

Para o psiquiatra, tanto a luta antimanicomial quanto a vinda de cubanos (pelo programa Mais Médicos) fazem parte de uma visão mais ampla que a medicina, de uma mentalidade que persiste no Ministério da Saúde e tem raízes político-ideológicas. Na prática, segundo ele, o que acontece é que há um número absurdo de pessoas com transtornos graves nas ruas, rejeitadas por hospitais e por outras instituições. "Há uma desassistência fenomenal e nós temos recursos terapêuticos", lamentou.

Depressão e pânico

O convidado do Roda Viva também falou sobre o aumento no diagnóstico de depressão, que para ele é fruto de diversos fatores, como a ampliação dos conceitos sobre a doença e a descoberta de novas moléculas que se mostram mais eficazes que o placebo.

Ao falar de outros transtornos que têm sido mais frequentes, ele também mencionou a síndrome do pânico. Entre as possíveis causas desse aumento, de acordo com o especialista, estão o maior consumo de estimulantes, cafeína e medicamentos com ação no sistema nervoso e atitudes como a privação de sono, capazes de deflagrar crises. Mas ele pondera que o estresse não é algo novo na humanidade, assim como os transtornos mentais. "Eu prefiro viver hoje do que nos tempos bíblicos", ironizou.

O programa apresentado pelo jornalista Augusto Nunes e a bancada de entrevistadores contou com Fernanda Bassette (repórter de saúde do jornal O Estado de São Paulo), Ulisses Capozzoli (editor-chefe da Revista Scientific American Brasil), Paulo Saldiva (professor titular da Faculdade de Medicina da USP, especialista em poluição atmosférica), Aureliano Biancarelli (jornalista da área de saúde) e Luciana Saddi (psicanalista, escritora e blogueira da Folha de São Paulo). O Roda Viva ainda teve a participação do cartunista Paulo Caruso.

Fonte: UOL

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  • monteiro09/04/2014 10h48 comentou:
  • Caro amigo,a elite não esta nem ai para a saúde,estão ficando mais ricos e os otarios morrendo,vão ao jogo lá tem saúde,lá eles recebem voces bem,quando levar um tiro ou uma facada lembre-se que hospital não existe,porque nosso dinheiro foi para construir campos de futebol,aos viciados que se lasqu.
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