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Bispo Filho

Bispo Filho

Bispo Filho é Administrador de Empresas e Estudante de Jornalismo, foi Coordenador da Abordagem Social e do CREAS-POP da SEMAS.

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Recaida: Evite o 1º gole
Recaida: Evite o 1º gole

Se tem algo que deixa o alcoolista e todos que lhe querem bem de "cabelo em pé" é a recaída.

O que é natural, já que o alcoolismo causa sofrimento a todos.

E como a doença não tem cura, uma pessoa pode se recuperar e ter uma vida normal, porém, terá que evitar bebidas alcoólicas para o resto da vida.

A recaída pode acontecer com qualquer um, não importa há quanto tempo esteja sóbrio, embora seja mais comum durante o primeiro ano após o início do tratamento.

Os motivos podem ser diversos, como a ansiedade, problemas pessoais ou financeiros, estresse, depressão, pressão social, entre outros.

Quando acontece a recaída, é comum o alcoolista sentir-se fracassado, envergonhado ou até desesperançoso.

Mas é importante que tanto o alcoolista quanto aos que convivem com um, saibam que é comum ter recaídas e isso não significa que ‘não tem mais jeito’.

Sempre é possível recomeçar a luta contra o alcoolismo.

Como recomeçar?

Caso continue fazendo tratamento, é importante relatar a recaída aos que estão cuidando do alcoolista.

Caso não esteja, é importante retomar, pois a terapia ou os grupos de ajuda mútua, como o Alcoólicos Anônimos, o ajudarão a superar esta recaída.

Na terapia, o terapeuta irá ajudar na identificação das situações de risco ou dos gatilhos emocionais (ansiedade, estresse, etc) e na elaboração de estratégias para enfrentar as possíveis barreiras no caminho da sobriedade.

Já nos grupos, o alcoolista terá o apoio para recomeçar por parte dos colegas e poderá falar sua experiência aos demais.

Vale repetir: as recaídas são comuns quando o assunto é alcoolismo, portanto, não há motivo para desânimo.

O alcoolista não deve encarar como fracasso e, sim, expulsar qualquer tipo de pensamento negativo ou pessimista em relação à sua recuperação.

E, claro, buscar ajuda o mais rápido possível para recomeçar a reabilitação.

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Corpo de Bombeiros
Corpo de Bombeiros

Afogamento é a quarta causa de morte acidental em adultos e a terceira em crianças e adolescentes de todo o mundo.

No Brasil, as características do clima, a vasta rede hidrográfica e o tamanho do litoral representam fatores de risco importantes para os afogamentos.

O afogamento ocorre, em geral, por asfixia em virtude da aspiração de líquido, que obstrui as vias aéreas e é responsável por alterações nas trocas gasosas, que levam à hipoxemia (insuficiência das taxas de oxigênio no sangue) e acidose metabólica.

A asfixia pode ser provocada inicialmente por laringoespasmo, quando a pessoa, diante de uma situação de afogamento, prende a respiração e debate-se de maneira descoordenada até que, não conseguindo permanecer sem respirar, involuntariamente aspira grande quantidade de água e encharca os pulmões. Em 10% a 15% dos casos de afogamento, o espasmo é tão violento que impede a entrada não só de água, mas também de ar e a morte ocorre em poucos minutos.

Causas e tipos:

Afogamento primário – é considerado um trauma provocado por uma situação inesperada que foge ao controle da pessoa. Sabendo ou não nadar, ela pode ser arrastada pela correnteza, por exemplo;

Afogamento secundário – ocorrem como consequência do consumo de drogas, especialmente de álcool (o álcool é a principal causa de morte por afogamento em adultos), crises agudas de doenças, como infarto do miocárdio, AVC e convulsões.

Pode ocorrer também em razão de traumatismos cranianos e de coluna decorrentes de mergulho em águas rasas, hiperventilação voluntária antes dos mergulhos livres, doença da descompressão nos mergulhos profundos, hipotermia e exaustão.

É importante considerar como causa de afogamento secundário a “síndrome de imersão”, popularmente conhecida como choque térmico. Ela pode ser desencadeada pela imersão em água com temperatura muito abaixo da temperatura do corpo da pessoa que mergulha.

Algumas pesquisas revelam que o risco de desenvolver essa síndrome diminui se, antes de entrar na água, a pessoa molhar a face, a nuca e a cabeça.

Sintomas

Os sintomas variam de acordo com a gravidade do caso, e estão associados ao tempo de submersão, à temperatura da água, ao volume ingerido e ao comprometimento pulmonar. O paciente pode perder a consciência ou não. Quando consciente, dá sinais de agitação.

Náuseas, vômitos, distensão abdominal, dor de cabeça e no peito, hipotermia, espuma rosada na boca e no nariz indicativo de edema pulmonar, sibilos, queda da pressão arterial, apneia e parada cardiorrespiratória são outros sintomas possíveis.

Prevenção

Alguns cuidados são fundamentais para diminuir o risco de afogamentos.

O primeiro é evitar o consumo de bebidas alcoólicas antes de entrar na água.

O outro é não perder as crianças de vista nos ambientes em que há água por perto. Especialmente aquelas que não sabem nadar, devem usar boias e coletes salva-vidas o tempo todo.

O acesso a piscinas em residências e clubes deve ser dificultado pela colocação de grades.

É indispensável que, tão logo atinjam a idade conveniente, as crianças aprendam a nadar.

Tratamento

Os afogamentos podem ser classificados clinicamente em diferentes graus segundo a condição de insuficiência respiratória e, em geral, exigem internação hospitalar. No entanto, as manobras de recuperação cardiorrespiratória (RCR) ou cardiopulmonar (RCP) para combater a hipoxemia (insuficiência de oxigênio no sangue) devem começar imediatamente no local do acidente, porque são essenciais para a recuperação e sobrevida do paciente.

Logo depois do resgate, portanto, é fundamental retirar as roupas molhadas da vítima, elevar sua temperatura corporal se apresentar hipotermia, proteger a coluna cervical quando houver suspeita de lesão e iniciar a respiração boca a boca.

No hospital, as medidas terapêuticas se voltarão para manter em boas condições o sistema respiratório e o suporte cardiovascular, a fim de evitar lesões cerebrais por hipóxia que podem ser irreversíveis.

Recomendações:

* Seja razoável e valha-se do seu bom senso, mesmo que saiba nadar bem. Não entre na água se tiver exagerado um pouco nas bebidas alcoólicas, não mergulhe em águas cuja profundidade desconhece, nem se aventure em mergulhos solitários e à noite;

* Lembre-se de que crianças exigem cuidados redobrados, mesmo quando estiverem com boias, próximas de pessoas conhecidas e num ambiente que lhes é familiar. É imperativo também que, tão logo atinjam a idade conveniente, seja ensinado a nadar;

* Não tente segurar uma pessoa que está se afogando. No desespero, ela pode arrastar você e colocar sua vida em risco. Ofereça-lhe um objeto que possa ajudá-la a flutuar e sair da água.

Chame os bombeiros, tão logo seja possível, que têm treinamento especializado nesse tipo de salvamento.

Fonte:

Drº Drauzio Varella

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09h26, 24 de novembro de 2014

Um sonho destruido pelo crack

Editoria de Arte - Veja São Paulo
Ex-modelo Loemy
Ex-modelo Loemy

Ex-modelo Loemy luta para vencer dependência do crack e retomar a vida, jovem de 24 anos saiu do interior de Mato Grosso em busca de oportunidades na cidade. Hoje vive nas ruas da Cracolândia em São Paulo e tenta se livrar do vício.

Reportagem da Revista Veja São Paulo desta semana traz a historia desta jovem, que poderíamos chamar de cinderela às avessas.

Nascida em um município com pouco mais de 50 000 habitantes, é a filha mais nova de uma empregada doméstica e de um garimpeiro. A mãe, Elizabeth, e a irmã, que tem dois anos mais que a caçula, continuam morando por lá. O pai sumiu de casa quando Loemy era um bebê de 6 meses. Na adolescência, já chamava atenção pela beleza. Fez pequenos trabalhos em Mato Grosso, como desfiles e divulgação de novas coleções de lojas locais. Até que um olheiro e produtor de moda, de passagem pela cidade, descobriu a moça e a incentivou a tentar a vida em São Paulo.

“Ela tinha um rosto bonito, marcado e delineado, estilo anos 80”, recorda-se o profissional em questão, Célio Pereira. “Era uma diva, linda, um escândalo. Tinha tudo para dar certo.” Entusiasmada, a garota fez as malas. Desembarcou em janeiro de 2012 com 3 000 reais dados pela mãe e foi dividir um apartamento no Itaim com outras modelos.

Lúcida e articulada quando não está sob o efeito das drogas, Loemy demonstra ter consciência do seu estágio atual de degradação física e moral provocado pelo vício.

Perambula no centro desde setembro de 2012. “Quando me mudei para São Paulo e descobri que existia um lugar como a Cracolândia, fiquei horrorizada com aquelas pessoas na rua”, lembra. “Hoje, eu é que estou nessa situação.”

Consome atualmente cinco pedras de crack por dia, em média. Cada pedra custa 10 reais. Muitas vezes, ela se prostitui para conseguir o dinheiro. “Mas não faço nada sem preservativo, vim parar aqui com a consciência formada, pelo menos”, afirma. “Vejo muita menininha doente ou com filho.” Uma época, recebia a droga de graça dos traficantes. Além da beleza, o jeito educado e cativante ajudava.

Antes de começar a fazer programas, tentou outros meios para sustentar o vício. Como se sente humilhada pedindo esmola, certa vez empurrou uma senhora para lhe roubar a bolsa. Mas entrou em prantos ao vê-la cair no chão e jurou nunca mais fazer isso.

Loemy carrega um trauma de infância: dos 4 aos 10 anos foi abusada sexualmente pelo padrasto. Dormia no mesmo quarto da irmã, que também era atacada pelo homem. Certo dia, não aguentando mais a situação, a irmã contou tudo à mãe. Na época, Elizabeth, hoje com 48 anos, ficava a maior parte do tempo fora, cuidando de duas casas para sustentar a família. “Eu não quis acreditar na história das meninas no começo, mas resolvi fazer um teste”, lembra. “Deixei um dia a Loemy sozinha com ele e, espiando pela janela, flagrei tudo. Na hora, perdi a cabeça e pensei até em matá-lo.” Depois do episódio, Elizabeth expulsou dali o companheiro, mas não procurou as autoridades para denunciá-lo. “Até hoje, tenho muita mágoa”, afirma Loemy. “Eu era uma criança, e não se fez justiça.”

Várias pessoas tentaram tirá-la de lá. Um conhecido dos tempos das agências a visita quinzenalmente, oferecendo comida e banho. Certa vez, ele alugou um quarto em um hotel para que Loemy ficasse no lugar para se recuperar, mas a jovem voltou a dormir na rua. Em outra ocasião, o mesmo amigo pagou uma passagem para que a ex-modelo voltasse a Mato Grosso. A garota ficou lá poucos meses. Envolveu-se com traficantes do local, que a juraram de morte, pegou uma carona escondida da mãe e voltou às ruas de São Paulo.

Em junho do ano passado, Elizabeth esteve na metrópole tentando resgatar a filha. “Loemy queria que eu ficasse, mas não tenho condições financeiras. Toda a minha vida, o meu sustento, está em Mato Grosso”, diz. “Já tentei interná-la, mas não deu certo. Toda noite fico de joelhos e oro por duas horas, pensando quantas noites ela não dorme com fome. A única solução é conseguir um tratamento em São Paulo”, entende Elizabeth, que é fiel da igreja evangélica Congregação Cristã no Brasil.

“Preciso de ajuda”, afirma a ex-modelo. Esse pedido de socorro é repetido por boa parte dos viciados do pedaço, assim como por seus familiares. Algumas ONGs, como o Centro Assistencial ao Povo Carente, tentam amenizar o drama e manter viva a esperança do povo da rua. Mesmo quem chegou ao fundo do poço ainda consegue sonhar. O desejo de Loemy é sair dessa e voltar a estudar (ela concluiu o ensino médio até agora). “Quero ser engenheira, acho que estou velha demais para ser modelo”, explica. Antes de posar para as fotos de VEJA SÃO PAULO, Loemy pediu um par de sandálias para esconder as feridas nos pés. No dia da sessão, porém, preferiu não ficar com o presente. “Guarda em sua casa”, afirmou, encarando com os olhos verdes a repórter, enquanto segurava as mãos da jornalista. “Quando eu sair daqui, você me entrega.”

São histórias como estas que me faz ficar mais fortalecido nesta luta contra as drogas, que o Espirito Santo me ilumine no caminhar desta batalha.

Fonte:

Veja São Paulo

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Bebidas na infancia
Bebidas na infancia

O alcoolismo na infância é problema social que começa a chamar a atenção da sociedade.

Embora se saiba que a influência dos amigos e colegas de escola é fator preponderante para a iniciação no consumo do álcool, muitos pais ainda não se deram conta de que o comportamento familiar é capaz de despertar nas crianças o interesse pela bebida.

Uma pesquisa realizada no Estado de São Paulo revelou que cerca de 50% dos estudantes entre 10 e 12 anos já fizeram uso desta droga dentro de casa.

Mais importante do que os números a família precisa estar atenta à forma em que a bebida alcoólica é apresentada às crianças e adolescentes.

Segundo o Dr. Luiz Alberto Chaves de Oliveira (Dr. Laco), médico do Recanto Maria Tereza (clínica para dependentes químicos dos Hospitais São Camilo de São Paulo), as festas de final de ano como Natal e Ano Novo são ocasiões de facilitação do uso da bebida, muitas vezes inconsciente por parte dos pais.

“O uso exagerado das bebidas em festas e comemorações dá as crianças a falsa ideia de que o uso de drogas traz alegria e felicidade”, afirma o médico.

De acordo com o Dr. Laco, na sociedade ocidental as festas de final de ano ocupam muitas vezes os ritos de passagem de uma fase para outra, como ocorriam antigamente com as festas de debutantes (no caso das meninas).

Hoje o Natal e o Ano Novo representam uma atmosfera de nova vida. Principalmente, para os adolescentes pode significar a passagem da infância para a fase adulta. “A família deve estar atenta para que as crianças não assistam a comportamentos maléficos para a saúde.

De caminhar para a saúde e vida e não para a doença”, diz o médico.

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Drogas (Abead) aponta que as crianças estão começando a beber cada vez mais cedo, entre 11 e 12 anos.

EXEMPLO – Para o Dr. Laco, a atitude dos pais é a melhor forma de educação que existe. Segundo um estudo realizado num hospital em Porto Alegre revelou que 58,5% das crianças que ingeriam regularmente o álcool no ambiente familiar, 100% dos pais e 75% das mães tinham o hábito de beber diariamente. “Até por falta de conhecimento, os pais acreditam que o álcool não é droga e muitos desconhecem que a entrada principal para as drogas é justamente a bebida alcóolica”, alerta o médico.

.: Dê o exemplo “esta é a melhor forma de educação”

.: Dê limites claros do que o adolescente pode ou não fazer

.: Os pais não devem abdicar da função de pai e mãe simplesmente porque o filho protesta. “ao mesmo tempo em que ele protesta ele quer ser orientado”, diz o médico.

.: O consumo de drogas costuma iniciar-se pelas lícitas- álcool e tabaco – e em ambientes familiares: em casa, na escola, na igreja, em eventos familiares etc.

.: Estar atento, sem paranoia e sem achar que vai controlar a vida do adolescente, mas sim ser cuidadoso (saber onde e com quem estão).

.: Evite abuso de álcool nas festas e comemorações

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Periferia de Maceió
Periferia de Maceió

Se na década de 40, quando 31% da população brasileira eram urbanas, as cidades eram vistas como avanço e modernidade em relação ao campo que representava o Brasil atrasado ou arcaico, no início de 2001, quando 80% da população são urbanas, sua imagem passa a ser associada à violência, poluição, favela, criança desamparada, epidemias, tráfego caótico, entre outros inúmeros males.

O processo de industrialização / urbanização, parecia representar um caminho para a independência de séculos de dominação da produção agrária e de mando coronelista, ligado diretamente à relação colonial.

A evolução dos acontecimentos mostrou que ao lado de intenso crescimento económico (7% em media entre 1940 e1980), o processo de urbanização com crescimento da desigualdade resultou numa gigantesca concentração espacial da pobreza.

Nem todas as consequências do processo de urbanização são negativas como mostram a queda da mortalidade infantil, da taxa de natalidade e o aumento da esperança de vida ao nascerem, nos últimos 50 anos.

A década de 80 foi portadora de algumas novidades, confirmadas pelo Censo do IBGE de 2000, como a diminuição da taxa geométrica de crescimento anual das metrópoles (cujo crescimento se concentra agora apenas nos municípios periféricos) e a aceleração do crescimento das cidades de porte médio. As doze metrópoles brasileiras, entretanto, que concentram perto de 33% de toda a população revelam de modo mais evidente as consequências dramáticas desse processo de crescimento com exclusão social.

Durante os anos 80 e 90, sob as novas relações internacionais a desigualdade se aprofunda: aumenta a informalidade nas relações de trabalho, aumenta o crescimento das favelas, aumenta o número de crianças abandonadas.

Levantamentos científicos comprovam o que nossos olhos constatam cotidianamente. Entre essas características que são históricas em uma sociedade na qual o desemprego e a desigualdade são estruturais, talvez a maior novidade das duas últimas décadas esteja na explosão da violência urbana.

Falar de violência no Brasil, último país escravista do hemisfério ocidental e que ainda hoje mantém resquícios de trabalho escravo, requer alguma precisão.

A violência urbana que cresce fortemente nas cidades brasileiras se diferencia da tradicional violência que sempre marcou a relação de trabalho. Trata-se daquela que é expressa pelo número de homicídios e que como a primeira, faz da população pobre sua principal vítima.

O que nos interessa mostrar aqui é a relação entre habitat e violência. A segregação urbana é uma das faces mais importantes da exclusão social. Ela não é um simples reflexo, mas também motor indutor da desigualdade.

À dificuldade de acesso aos serviços e infraestrutura urbanos (transporte precário, saneamento deficiente, drenagem inexistente, dificuldade de abastecimento, difícil acesso aos serviços de saúde, educação e creches, maior exposição à ocorrência de desmoronamentos, etc) somam-se menores oportunidades de emprego (particularmente do emprego formal), menores oportunidades de profissionalização, maior exposição à violência (marginal ou policial), discriminação racial, discriminação de gênero e idade, difícil acesso à justiça oficial, difícil acesso ao lazer. A lista é interminável.

Em Maceió enxergamos certos entraves e alternativas para essas questões: Vários temas são importantes.

No campo da segurança pública, existe a pauta da política pública de segurança, mas na favela precisa haver mudanças imediatas, criar espaços de diálogos.

A polícia deve deixar de ser a primeira esfera de relação entre sociedade e Estado.

O poder público deve criar canais para ouvir a população.

Segurança tem a ver com iluminação, cultura, direitos.

As favelas e periferias precisam de espaços para a juventude conseguir manifestar suas potências.

O estado deve incentivar, articulado com as organizações de sociedade civil.

Esses espaços de periferia e favela precisam que as suas criações e potências de organização sejam respeitadas: arte, moradia, encontro.

O Estado não pode atropelar as criações já existentes nesses territórios.

Não existe só a ausência do Estado, mas uma presença que é predominante equivocada.

Esse é o elemento chave de pautas para termos uma periferia com qualidade de vida mais saldável para estas comunidades.

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12h02, 20 de novembro de 2014

Álcool, não estrague sua Festa!

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Alcool
Alcool

O excesso pode trazer graves consequências, como acidentes de trânsito, situações de sexo desprotegido e até de violência.

Para não estragar seus momentos de diversão, saiba até que ponto os drinques são inofensivos.

Você encontra com seus amigos na mesa de bar ou na balada para bater papo, dançar, se divertir e… beber.

O consumo de bebidas alcoólicas faz parte da nossa cultura.

Ele é aceito e frequentemente reforçado, sobretudo pela propaganda.

O problema surge quando alguém passa do ponto, exagera na dose e… após aquela euforia, desinibição e maior facilidade para falar começam os chamados efeitos depressores, como falta de coordenação motora, descontrole e sono.

Ou, pior, quando o excesso do álcool é tanto que leva ao coma.

No Brasil, esse cenário é cada vez mais comum.

Segundo dados de dois estudos realizados pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o consumo de bebidas alcoólicas tem aumentado e, consequentemente, os problemas que resultam do seu uso.

74,6% da população brasileira já tomou algum tipo de bebida alcoólica pelo menos uma vez na vida.

Com relação à dependência de álcool, a pesquisa apontou que 12,3% da população brasileira (entre 12 e 65 anos) são dependentes ou apresentam grave risco de dependência de álcool.

Esses números são trágicos.

Para que você não caia nessa cilada, é fundamental saber até onde os drinques são considerados inofensivos e quais as principais consequências de seu consumo excessivo: acidente de trânsito, situações de sexo desprotegido e de violência, além, é claro, de ampliar as chances do desenvolvimento de dependência e outros danos à saúde.

Quantos copos?

O nível seguro para o consumo de bebidas alcoólicas varia de pessoa para pessoa. Algumas conseguem ingerir uma quantidade maior de álcool e não ter problemas. Outras passam mal tomando apenas uma lata de cerveja.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu que a ingestão máxima diária de bebida alcoólica, que o organismo pode suportar, para os homens deve ser 30 ml – o equivalente a duas latas de cerveja – e, para mulheres, até uma dose (15 ml).

A mulher precisa consumir a metade da indicação do homem porque possui menor quantidade de água corporal para a distribuição do álcool e menor atividade da enzima que o metaboliza no estômago.

Vale destacar, ainda, que o excesso de álcool é capaz de prejudicar o fígado, elevar a pressão arterial, aumentar o nível de triglicérides e as taxas de açúcar no sangue.

Por isso, quem bebe deve estar atento aos riscos associados ao consumo de bebidas alcoólicas.

A grande maioria dos consumidores regulares costuma subestimar sua relação com o álcool.

E o exagero pode trazer problemas graves, como o alcoolismo.

Finalmente, é importante lembrar que você não precisa ingerir bebidas alcoólicas para se divertir.

Muita gente se diverte muito e não bebe.

Fonte: Revista Ouse

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08h18, 19 de novembro de 2014

O avanço das drogas sintéticas no Brasil

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Drogas sintéticas
Drogas sintéticas

Que a política de drogas precisa ser revista já é um assunto global.

Isso deve acontecer não só por causa das calamidades provocadas pela política atual, mas também porque o avanço das drogas sintéticas põe no chinelo o combate tradicional às drogas.

A mesma internet que ampliou o acesso à informação, democratizou as práticas químicas necessárias para a criação de novos tipos drogas.

Com isso o número de novas drogas sintéticas explodiu.

São substâncias na sua maioria legais, já que não há sequer tempo para que sejam estudadas e classificadas como entorpecentes pelas autoridades.

Ganharam até um apelido: designer drugs.

Já ouviu falar de Flobromazolam?

MMB-Chiminaca?

BK-2c-B?

Metilona?

Etilfenidato?

Mefedrona?

6-APB?

São alguns exemplos de substâncias psicoativas sintetizadas hoje em dia, algumas já classificadas como drogas, mas a maioria não.

O fato é que são pouco estudadas e cada vez mais consumidas, até porque são vendidas pela internet com a etiqueta de "legal highs" ("baratos legais", em tradução livre).

Quando uma delas passa a serem consideradas entorpecentes (o que pode levar anos para acontecer), outras fórmulas são desenvolvidas.

Só em 2013 foram 81 novas drogas sintéticas identificadas na Europa, contra 49 em 2011 e 41 em 2010.

Esses números tendem a aumentar.

E há pouco que as autoridades possam fazer.

Por exemplo, a lista total de drogas hoje proibidas no Brasil pela ANVISA é de apenas 93 substâncias.

Como muitas dessas moléculas são novas, ninguém sabe ao certo quais são seus efeitos.

Por conta disso, comunidades de "psiconautas" se organizam na internet para trocarem informações e experiências sobre as novas substâncias. São experiências de pesquisa no melhor estilo "faça você mesmo", em que os próprios usuários determinam as dosagens e catalogam os efeitos.

Como a legislação não consegue dar conta das designer drugs, elas são combatidas por outros meios, como leis alfandegárias.

Mas isso pouco afeta as centenas de sites na internet dedicados a vender e a entregar, pelo correio, drogas sintéticas. Muitas delas são vendidas como sais aromáticos, fertilizantes ou enfeites.

A procedência é indeterminada.

Há laboratórios na China, Índia, países da Europa oriental e outros.

Outro ponto é que essas drogas são oferecidas em grandes quantidades e não raro a preços mais baratos que drogas convencionais.

Aliás, para cada tipo de droga convencional existe um similar sintético legalizado, que promete os mesmos efeitos.

A reação inicial em face desse quadro é aplicar a ele a mesma solução dada às outras drogas. Se isso for feito, será um erro. Vai servir apenas para aumentar os preços (e lucros). E fazer com esse comércio caia em mãos de máfias armadas. O avanço das drogas sintéticas é uma chamada para como o modelo atual de "guerra às drogas" deu errado.

Ressalta-se a importância do trabalho de iniciativas como a Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia, que busca melhores políticas públicas para o tema e que procura caminhos mais racionais para a complexa relação entre os seres humanos e as substâncias psicoativas.

Fonte:

Jornal Folha de S. Paulo

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Bispo Filho - Adriano Cesar Universo Educacional
Bispo Filho - Adriano Cesar Universo Educacional

Estaremos aqui em Maceió ministrando cursos a distancia promovendo várias ações de prevenção ao uso e abuso do álcool e outras drogas para que as famílias possam aprender como lidar com este problema, que para muitos especialistas já é considerado como o mal do século, a dependência química.

Ainda nesta semana trarei mais informações de nosso primeiro curso - FILHOS SEM DROGAS: UM GUIA PARA PAIS

Com a informatização e as facilidades que a mesma proporciona para nossas vidas, tornou-se muito comum as discussões sobre a educação à distância.

A educação a distância é um grande passo para a democratização do conhecimento intelectual, oportunizando o acesso ao ensino de forma mais fácil.

Seu início foi marcado no século XVIII, quando um jornal dos Estados Unidos enviava as matérias anexadas ao mesmo. Porém, existem controvérsias sobre o surgimento da mesma, pois alguns pesquisadores relatam que seu início foi em 1881, pela Universidade de Chicago, através do curso de língua hebraica, e outros consideram seu surgimento em 1890, na Alemanha, ambos por correspondência.

No Brasil, o ensino a distância apareceu somente nos anos sessenta, as aulas eram transmitidas por rádio, com algum material impresso.

Em 1996, com a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional, o Brasil deu um grande salto na educação a distância, pois nesse período constituíram-se os primeiros cursos superiores, já regulamentados pelo Ministério da Educação.

O EAD tem crescido muito no Brasil, em razão da era da informatização e as facilidades que essa proporciona, com aproximadamente duzentos e quinze cursos reconhecidos pelo MEC.

É importante que esses cursos contem com profissionais bem qualificados, além de boa estruturação de suas grades curriculares, bibliotecas, canais de comunicação, salas de aula virtual, a fim de atender os interesses do público, sanar suas dificuldades, dando condições de boa formação, com níveis de exigência que os faça cursar de forma séria e comprometida.

É claro que existem ainda cursos que só podem ser feitos de forma presencial, mas os que não necessitam da presença de forma integral têm perfeitas condições de oferecer formação de qualidade.

Temos visto uma forte valorização dos cursos a distância no mercado de trabalho, pois as grandes empresas têm acreditado que o aluno que consegue se formar à distância tem muito mais compromisso, levando com mais seriedade seus estudos e o seu lado profissional.

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ASCOM - MJ
Vitore Maximiano
Vitore Maximiano

O secretário nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (SENAD), Vitore Maximiano, disse ser pouco provável que o Brasil reveja a atual legislação sobre drogas e legalize a maconha sem que, antes, haja mudanças significativas no cenário internacional.

“Enquanto não houver nenhuma mudança no cenário internacional, não acredito que o Brasil venha a adotar qualquer solução caseira”, disse o secretário, durante reunião ordinária do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas (CONAD) em que foi discutido o uso medicinal do canabidiol e o enquadramento da substância à legislação brasileira.

Um dos canabinoides extraídos da planta Cannabis sativa (nome científico da maconha), o canabidiol não causa efeitos alucinógenos ou psicóticos e vem sendo utilizado por pacientes com doenças graves, de vários países, que não responderam satisfatoriamente aos tratamentos convencionais.

Maximiano justificou sua opinião lembrando que o Brasil é signatário de tratados internacionais que levam em conta a proibição da maconha e que, portanto, não adotará nenhuma “solução caseira” sobre a polêmica restrição ao chamado uso recreativo da planta.

“Não foi o Brasil que classificou a maconha como uma substância proscrita. Quem o fez foi o mundo, no ambiente da comissão de drogas da ONU [Organização das Nações Unidas], ainda nas décadas de 1960 e 1970. Evidentemente, o Brasil não adotará nenhuma medida que contrarie os tratados internacionais [dos quais é signatário]”, afirmou o secretário nacional, destacando que o debate sobre o uso terapêutico do canabidiol não tem nenhuma relação com a polêmica sobre a necessidade de o país rever sua política de drogas e, eventualmente, legalizar o uso da maconha.

“É importante às pessoas compreenderem que o canabidiol não causa dependência. E que vários países têm constatado que a substância tem efeitos medicinais bastante positivos em relação a neuropatias graves”, disse Maximiano que, durante a reunião, defendeu a hipótese de o canabidiol ser reclassificado a fim de deixar a lista de substâncias proibidas para ser incluído na de produtos de controle especial.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, se manifestou sobre o tema, evitando qualquer opinião conclusiva. “A discussão continua na sociedade. Existe a experiência em vários países e os governos vão avaliando e participando dos debates para tomar as medidas que acharem necessárias”, disse o ministro.

Em dezembro de 2013, a (JIFE) Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes divulgou comunicado advertindo que a aprovação da lei uruguaia que legalizou a produção, venda e consumo da maconha para propósitos não médicos violou a Convenção Única sobre Entorpecentes de 1961, ratificada pelo Uruguai. Entre outras coisas, a convenção impõe aos Estados signatários a obrigatoriedade de limitar o uso da maconha a fins médicos e científicos.

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Pacto pela vida em Alagoas
Pacto pela vida em Alagoas

Sobre segurança pública, todos têm um palpite, ideia, solução mágica.

Pesquisas do Instituto Futuro Brasil para a Confederação Nacional da Indústria mostram que para 73% dos brasileiros o “medo da violência” tornou-se um problema tão nefasto quanto à própria violência.

A segurança é nossa segunda preocupação (23%), atrás da corrupção (27%), superando temas clássicos como educação (20%) e desenvolvimento econômico (9%).

Além das sequelas físicas, financeiras e familiares, a violência e a criminalidade trazem transtornos psicológicos que acompanham a todos indistintamente: os que sofreram e os que podem tornassem vítimas.

Estamos na mesma nave e respiramos idêntica atmosfera.

Medo, ansiedade, apreensão, passividade, isolamento, fobias, estresse, fadiga, insônia, irritabilidade, pânico, hipertensão, derrame, infarto, depressão.

Nas grandes cidades, a violência não é mais teoria.

É fato.

Todos estão vulneráveis e podem ser consideradas “vítimas” - quem sofreu, viu ou receia a violência. Cada um de nós sabe quanto gastamos e modificamos nossas vidas pelo medo de agressões, assaltos, sequestros ou mortes.

Parece que estamos numa transição do crime organizado para o estado paralelo. Em vários Estados viu-se a obrigação de convocar a Força Nacional de Segurança Pública (tropa de elite policial), além da utilização em breve das Forças Armadas para patrulhamento de ruas, fronteiras e costas.

A banalização da violência incita os segmentos sem inserção institucional a buscarem mobilidade social pelo crime, atraindo principalmente os mais jovens. Não precisa ser cientista social para identificar que quanto menores os indicadores sociais nos bairros de periferias das grandes cidades, maiores os índices de violência e criminalidade. Para Bernice Von Bronkhorst, especialista do Banco Mundial, para cada US$ 1,00 usado em prevenção, eliminam-se US$ 6,00 que seriam gastos em repressão ao longo dos anos.

Em sociedades desiguais como a nossa, o debate sobre segurança pública quando não é superficial e histérico, aparece polarizado entre “mais polícia e maior repressão” ou “menos polícia e mais justiça social”.

O desafio do enfrentamento maduro e democrático aponta que o problema da violência aflige a todos, independente do extrato social. Mas a solução repousa nos entes governamentais, ONG´S e múltiplos agentes sociais.

Quando falha o controle social dos aparelhos ideológicos da sociedade (família, igreja, clube, associações, mídia) e o aparato público das políticas sociais são ineficientes, clama-se pelo monopólio da força estatal via porta de entrada do sistema de justiça criminal: a polícia. Objeto de amor e ódio, de duras críticas ou exaltações apaixonadas, compara-se à personagem Geni da música de Chico Buarque de Hollanda.

Para fugir do antagonismo dos discursos repressivo ou social é necessário ressaltar: o combate à criminalidade e o problema violência não dependem apenas dos órgãos policiais. Bom começo é estabelecer distinções entre Política de Segurança Pública (PSP) e Políticas Públicas de Segurança (PPS).

O primeiro conceito refere-se às atividades tipicamente dos experts, a atuação policial em sentido estrito.

Já o segundo, engloba diversas políticas de governo e ações sociais que sofrem ou causam impactos na criminalidade e violência, onde a falta de segurança pública denota sintomas que o Estado e a Sociedade Civil não estão trabalhando de maneira conjugada em suas funções políticas, missões sociais e administrações eficientes.

Para especialistas, o mapeamento das responsabilidades e a expectativa de soluções devem detectar que o “ambiente criminógeno das cidades” é continuamente reforçado pela ocupação irregular do solo, desemprego, barulho, sujeira, falta de iluminação e carência de atividades culturais, esportivas e de lazer na periferia.

Nas cidades, o desamparo dos segmentos urbanos mais vulneráveis pelas prefeituras obriga Estado e União a ampliarem suas intervenções repressivas.

Se a atuação das prefeituras por determinação constitucional é ínfima na Política de Segurança Pública, sua responsabilidade nas Políticas Públicas de Segurança é enorme. Deve-se exigir que cada esfera faça sua parte correspondente ao invés de redesenhar competências. Integração permanente de responsabilidades.

Mais investimentos municipais nas causas concretas da criminalidade, maior será a legitimidade e a eficiência das Políticas de Segurança Pública. O resto é demagogia, oportunismo, entulho autoritário.

A filosofia das Políticas Públicas de Segurança tem amparo no artigo 6° da Constituição de 1988 ao afirmar que a segurança é um direito social, tanto quanto educação, saúde, trabalho, moradia, lazer, previdência, proteção à maternidade/infância e assistência aos desamparados.

Quando ausente, somente um destes direitos, a segurança põe-nos em risco - física ou psíquica, individual ou coletivamente.

A nova concepção de segurança deve ser entendida como integrante do rol dos direitos sociais, merecedores de implementação contínua.

O artigo 144 da Constituição preconiza o dever do Estado na promoção de ações para uma convivência pacífica, igualitária e ordeira, mas a responsabilidade recai sobre todos nas sociedades democráticas.

O Estatuto da Cidade ao regulamentar a Política Urbana constitucional, estabeleceu normas de ordem pública e interesse social reguladoras do uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo, equilíbrio ambiental, bem-estar e “segurança” dos cidadãos a serem inseridas nos Planos Diretores Participativos de Desenvolvimento Urbano.

Política pública de segurança, transversal e integrada, construída de forma pactuada com a sociedade, em articulação permanente com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, é o que desejamos em nosso Estado de Alagoas.

Esperamos que o novo Governador Renan Filho tenha êxito nesta missão de implantar uma nova mentalidade de gestão pública em Alagoas.

Boa sorte e que Deus o ilumine!

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