Eleições 2018: É lamentável termos uma polarização raivosa, radical, cujo maior prejudicado será o Brasil.

Um enigma assombra a eleição deste ano no Brasil.

Não apenas quem vencerá.

Mas o que será da política brasileira no ano que vem?

Em que medida a polarização eleitoral terá impacto na capacidade (e, por tabela, na qualidade) de governo do futuro presidente?

A campanha eleitoral de 2018 tem se mostrado extremamente agressiva, cheia de depoimentos preconceituosos, sectários e, acima de tudo, repleta de notícias falsas.

Perdeu-se a noção do bom senso em meio às pessoas.

Justificam tudo, mesmo tendo provas cabais que sustentam a versão denunciada; sem o menor escrúpulo, produzem montagens com fotografias de personalidade do meio político.

Em suma, estamos vivendo num país em ebulição por conta da eleição.

É impressionante que, em pleno ano de 2018, pessoas ainda percam a paciência com outras, por uma questão de escolhas partidárias (que de resto duram apenas até o fim das eleições).

A falta de empatia generalizada, associada a discursos raivosos amplificados nas redes sociais, têm proporcionado um anticlímax na sociedade brasileira.

Se eu voto em um, sou burro, se voto no outro, sou jumento, dentre outros “elogios” que surgem nas conversas.

Se fosse até aí, eu poderia dizer que tudo bem. “É lá com eles!”. Mas não, isso interfere diretamente na minha e na sua vida enquanto cidadãs e cidadãos brasileiros!

É lamentável termos uma polarização raivosa, radical, cujo maior prejudicado será o Brasil.

Em campanhas eleitorais leia cada plano de governo, compare projetos e programas; veja o que é viável e o que é fantasia eleitoral; busque se informar sobre processos contra os candidatos em tramitação, sobre a vida pregressa de cada um(a).

Fiz minha parte e já escolhi em quem votar no próximo dia 7 de outubro.

E você, já escolheu de que lado vai ficar?

Veja Mais

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *