Em plena campanha pela presidência do Senado, Renan Calheiros é alvejado na Operação Armistício

O senador Renan Calheiros não esperava por essa. Ao admitir sua candidatura à presidência do Senado, surge a Operação Armistício, onde a Procuradoria-Geral da República alega que propinas supostamente pagas a três senadores saíram de contas alojadas em paraísos fiscais.

Renan Calheiros, Romero Jucá e Gim Argello, este que se encontra preso, teriam sido beneficiados com propinas, numa contrapartida aos senadores após a aprovação de uma resolução que eliminava incentivos fiscais de produtos importados. O senador Renan Calheiros, como das vezes anteriores e que em alguns processos foi absolvido, nega peremptoriamente qualquer ligação com a denúncia. Nas denúncias, as propinas poderiam ter rendido R$ 5 milhões aos três parlamentares, conforme o site de notícias UOL.

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