Em ritmo crescente, Alagoas perde postos de trabalho e fábrica de massas fecha as portas

A situação econômica do Estado não está lá essas grandes coisas. Alagoas continua a perder postos de trabalho e há menos de uma semana a tradicional fábrica de trigo e massas, a J. Macêdo, encerrou suas atividades no Estado.

Segundo o IBGE, o índice de 14,6% de desempregados no segundo trimestre de 2019 superou a nacional na ordem de 12%. Alagoas é, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua), o segundo estado com maior percentual de desalentados (15,2%), atrás apenas do Maranhão (18,4%). Os desalentados são as pessoas que tinham desistido de buscar emprego ou trabalho no período do levantamento.

Os números do IBGE apontam que Alagoas está acima da média nacional (27,3%), no índice de jovens desempregados, ocupando o sexto lugar entre os estados brasileiros. No Nordeste, o estado garante o terceiro lugar, atrás apenas da Bahia (35,8%) e de Pernambuco (33,9%), que estão também acima da média nacional. Na verdade, o estado perde investimento e o povo perde emprego. É, tá feia a coisa.

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