Ex-candidato assusta estudantes com história de diplomas falsos

As autoridades devem ficar de olho em manobras feitas exatamente num ano eleitoral. Em Marechal Deodoro e Palmeira dos Índios,  por exemplo, o ex-candidato a vereador, João Catunda, está liderando uma ação intitulada de Movimento Diploma Legal, para contestar a emissão de documentos por Faculdades devidamente registradas e regularizadas.

Nos encontros, João Catunda, que hoje é filiado ao Democratas, acusa instituições, ameaça processar instituições de ensino superior, mas não diz a troco de que. Os alunos estão preocupados e aflitos devido aos noticiários, de que seus diplomas são irregulares e que podem até ser cancelados.

O mais preocupante é que em período eleitoral centenas de alunos estão sendo induzidos a disponibilizar as suas informações pessoais em um sistema de captação de dados que não oferecem garantia constitucional aos estudantes. Está, aí, uma boa oportunidade para a Polícia Federal investigar.

Direito de Resposta

um Movimento legítimo contra um crime flagrante

O Movimento Diploma Legal vem ao jornalista reforçar o que todos os veículos de comunicação têm noticiado amplamente. Há crimes cometidos por faculdades irregulares no Estado de Alagoas e em outros 15 estados brasileiros, que prometiam cursos de extensão como se fossem graduação, oferta de cursos fora da área autorizada pelo Ministério da Educação e há até denúncias de venda de diplomas.
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito foi concluída em Pernambuco, que identificou o líder destas faculdades, Gedalias Pereira. Mas pelo menos oito faculdades estão neste caso claro de estelionato.
Pedimos ao jornalista a publicação deste direito de resposta na íntegra, una vez que é importante destacar a legitimidade do Movimento Diploma Legal, reconhecida pelo próprio MEC e pelas mais diversas entidades e representações sociais.
De prefeitos a parlamentares, do Sindicato das Instituições Privadas a Federação Brasileira dos Órgãos de Defesa do Consumidor, todos apoiam a luta pelos estudantes lesados por esses criminosos.
Não é plausível afirmar que o movimento assusta os estudantes, uma vez que todos eles enfrentam problemas com seus certificados e prejuízos das mais diversas ordens. O líder do Movimento, João Catunda, tem encontrado junto a professores, alunos e entidades parceiras soluções para que esses diplomas sejam regulados.
Esta ação tem sido valorizada pelo MEC e é um grande respiro de proatividade numa sociedade carente de ter seu cidadão participando do dia a dia de seu lugar.
O Movimento Diploma Legal só poderá ser eficiente se juntar os documentos dos alunos e enviar para a força-tarefa do MEC. Todos que não aceitam isso estão do lado errado da história. Contra o aluno e a favor de pessoas que se beneficiam da desgraça alheia.

Ass.: Movimento Diploma Legal

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