Governador prefere o silêncio no segundo escândalo da Secretaria de Saúde este ano

O governador Renan Filho literalmente lavou às mãos sobre a nova operação da Polícia Federal na Secretaria de Saúde do Estado. Preferiu mergulhar e ficar de longe observando as investigações sobre denúncias graves de desvio de cerca de 237 milhões de reais no seu governo.

O primeiro escândalo foi com a própria secretaria, acusada de fazer pagamentos indevidos em pagamentos a professores da Universidade Federal de Alagoas. Naquele caso, o principal acusado de ser responsável pelo “esquema” foi ninguém mais, ninguém menos do que o secretário-adjunto da Secretaria, Ediberto Omena, que continua no cargo.

Agora, a situação é ainda mais grave. Apura-se o desvio de mais de 237 milhões de reais num Estado pobre, carente de tudo, principalmente na área da saúde. A ex-secretária Rosangela Wyszomirska, que foi conduzida coercitivamente pela Polícia Federal para dar explicações sobre os supostos desvios de conduta quando dirigia à pasta, disse o que todos esperavam: “não cometi nenhum ato vergonhoso, nunca me reuni com grupos para negociar propina, nunca me beneficiei de propina”. Veja só.

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