Guerra às drogas não reduz violência

A insistência da política de enfrentamento ao tráfico de drogas no Brasil acabou potencializando a “ideologia do crime” e aumentou o “exército” das facções.

A discussão das ideias e dos planos de governo sucumbiu às interdições da ditadura politicamente correta e às regras ditadas pela produção de um show.

Temas relevantes para o futuro da sociedade primam pela ausência.

Não se discute, por exemplo, um projeto sério para a segurança pública, não obstante a surpreendente desenvoltura das facções criminosas.

Assistimos, todos, ao jogo do marketing político.

Enquanto isso, a violência avança impune e o seu principal estopim – o mercado das drogas – continua fora da agenda pública.

As consequências da assustadora escalada das drogas podem ser comprovadas nos boletins de ocorrência de qualquer delegacia de polícia.

De fato, o tráfico e o consumo de drogas estão na raiz dos roubos, das rebeliões nos presídios e da imensa maioria dos homicídios.

Ainda que o tráfico e o uso de substâncias ilícitas aconteça também nas classes médias e nos bairros nobres das cidades, o ônus se restringe na maioria das vezes às periferias.

É preciso pensar soluções para curto, médio e longo prazo!

Ampliar as discussões em torno da Política de Drogas na sociedade civil organizada sem moralismos e oportunismos.

É preciso seguir avançando e acumulando.

Fica a dica!!!

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