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Blog do Mousinho

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11h04, 08 de abril de 2013

Vem chumbo grosso por aí

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A chegada do Ministro Francisco Falcão, novo Corregedor do Conselho Nacional de Justiça, nessa quarta-feira, em Maceió, é o prenúncio de que vai acontecer alguma coisa no judiciário alagoano.

O Ministro, que substitui a polêmica Eliana Calmon, vai querer saber como andam os processos em que são indiciados juízes e desembargadores e quais as medidas efetivas tomadas até o momento. Falcão, que vem acompanhado do Ministro Humberto Martins, terá mais facilidade de saber o que se passa por aqui. Afinal de contas Humberto, agora no CNJ e STJ, já foi desembargador e conhece como ninguém como isso tudo funciona.

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  • Zezinho10/04/2013 18h00 comentou:
  • Falem da lindona de Piranhas por favor! Ela é muito bonita. Vem pro papai, vem...
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A paralisação das obras de duplicação da BR-101, em Alagoas, tem atrapalhado os objetivos do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, prejudicando ainda a milhares de pessoas que utilizam diariamente essa rodovia.

A iniciativa do senador Fernando Collor de pedir explicações ao Tribunal de Contas da União, como presidente da Comissão de Infra-estrutura, sobre os procedimentos do Plano de Fiscalização de Obras Federais, foi oportuna e pertinente.

A suspensão total da obra desde setembro do ano passado sob a alegação do TCU sobre o pagamento de royalties pela exploração de uma pedreira fornecedora de brita é, pelo menos, um fato inusitado, o que está acarretando enormes prejuízos para o próprio governo federal e para a população de um modo geral.

O grande questionamento que está fazendo o senador Fernando Collor, é que somente o Congresso Nacional tem poderes, como determina a Constituição, de suspender essas obras, importantes do ponto de vista da melhoria do tráfego e até mesmo do escoamento da produção em várias regiões, no caso, de Alagoas.

Os prejuízos pelas paralisações de vários trechos na BR-101estão causando, além de afetar a economia nacional e local, grandes desconfortos para a população. E as construtoras terão ainda mais problemas para continuar as obras no período de inverno que se aproxima.

Que o TCU reflita que algumas medidas preventivas para salvaguardar o interesse do Estado, devem ser tomadas com muita precaução e objetividade. Permanecer sete meses com uma obra parada por causa de uma pedreira é querer zombar com a paciência do alagoano.

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  • Zezinho10/04/2013 17h57 comentou:
  • vocês não falaram nada, contra aquela cisa linda de Piranhas?
  • gustavo08/04/2013 22h17 comentou:
  • AUTORIDADES... a causa é nobre os alagoanos precisam trabalhar.
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O senador Benedito de Lira (PP-AL) se encontrou com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e defendeu que Maceió seja escolhida como subsede da Copa do Mundo de 2014 no Nordeste. A ideia é que a capital alagoana abrigue as seleções de futebol que jogarão em Recife, Salvador e Natal para treinos e aclimatação.

“Alagoas tem muitos atrativos para os turistas que estarão no país para acompanhar a Copa. A passagem das seleções que participam do mundial vai ser um atrativo a mais para movimentar a economia local”, explicou Lira.

Disse o senador que também cobrou um posicionamento do Ministério sobre projetos para fortalecer o esporte amador em Delmiro Gouveia e em outros municípios do Alto Sertão do estado. As propostas foram apresentadas em 2012 e devem beneficiar cerca de 200 mil pessoas da região. O ministro Aldo Rebelo se comprometeu a dar uma resposta sobre a viabilidade dos projetos até o fim da semana.

“Se o Brasil tivesse investido no esporte para crianças e jovens, nossa juventude viveria outra realidade. A prática de esportes melhora a saúde e contribui para a formação. O governo deve incentivar a prática esportiva para afastar os jovens das drogas”, explicou.

Em 2013, o senador pretende destinar R$ 2 milhões em emendas do Ministério do Esporte para a construção de quadras poliesportivas e ginásios nos municípios alagoanos. “O esporte amador não tem recebido o apoio necessário. Seria importante que ao lado de cada escola tivesse uma quadra, um ginásio. Por falta de ocupação, os jovens se voltam para as drogas e se tornam uma presa fácil para os traficantes. Independente de Copa ou Olimpíada, o Brasil tem que ter uma política de incentivo ao esporte”, defendeu o senador.

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  • jonicleiton08/04/2013 11h34 comentou:
  • O nosso Estado pode sediar a copa da miséria, do abandono, da corrupção e da fome, mas sediar uma copa do mundo. Isso é obra de ficção Biu!
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O Plano Brasil Mais Seguro implantado em Alagoas precisa rapidamente de aperfeiçoamento, de mais ação, para poder tranquilizar a família alagoana. Os traficantes continuam dando as cartas nos bairros periféricos de Maceió e a polícia parece impotente com a sequência de crimes praticados na cidade.

Agora, o combativo radialista Wilson Júnior, também vereador por Maceió, é ameaçado abertamente por traficantes, que mandaram um recado duro pela sua assessora de imprensa, com ameaças de morte. Como não é um fantasma, urge que a polícia investigue e prenda esse elemento, para que seja preservada a vida de Wilson Júnior.

O radialista, em seu programa diário na Rádio Jornal, combate com veemência o crime organizado e pede que o governo faça a sua parte. Com certeza o governador Teotônio Vilela precisa agir mais na segurança pública. Há tempos que a população pede que a polícia aja como mais rigor, fique mais próximo da comunidade, mas parece que o apelo não tem chegado até às autoridades.

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A imagem do governador Teotônio Vilela tem sofrido grande desgaste nos últimos meses e o incômodo também já está atingindo os seus principais auxiliares, que prevêem mudanças no secretariado ainda neste primeiro semestre.

Mas não se pode jogar a culpa em esse ou aquele auxiliar que comanda setores estratégicos, mesmo por que as condições principalmente financeiras são desfavoráveis. A Secretaria de Comunicação Social, por exemplo, poderia fazer muito mais para melhorar a imagem do governador, mas esbarra principalmente nos recursos disponíveis.

A verdade é que as últimas notícias que estão sendo divulgadas têm endereço certo e o anúncio de candidaturas prematuras aí é que expõem o governador Téo Vilela.

Não existe mágica para transformar tudo isso num paraíso, mas o governador bem que poderia sair de uma situação bastante desconfortável se todos colaborassem, principalmente os seus auxiliares mais próximos que ficam brigando nos bastidores do Palácio dos Martírios.

Téo Vilela sabe mais do que ninguém, de que o momento é tenso, complicado, desgastante e que terá que tomar as rédeas para consertar tudo isso, em vez de deixar a bola correr solta.

O Governo tem muito que mostrar aos alagoanos e apenas ele, o governador, é que às vezes tem que aparecer na mídia para mostrar o que se está fazendo. Se todos dessem às mãos em vez de cuidar de picuinhas diárias e falar uns dos outros, certamente Téo Vilela passaria por cima das dificuldades com mais tranqüilidade. E o tempo se estreita a cada dia. Se for mesmo candidato ao Senado, Vilela terá apenas um ano como governador. Muito pouco tempo para o que pretende fazer.

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18h00, 27 de março de 2013

Governador decide usar a tática de Maquiavel

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O governador Teotônio Vilela não deve ficar mesmo até o fim do seu governo. É candidatíssimo a Senador, mas trabalha como Maquiavel, o Príncipe, para não atrair a ira do senador Fernando Collor, um crítico feroz do governo.

Téo já fez reuniões com a cúpula do partido, discutiu alternativa e deixou transparecer que é mesmo candidato, mas, como grande raposa política, tenta passar para a população que ficará até o fim do governo para se livrar da marcação do ex-presidente Fernando Collor. No capítulo 18 do livro que fez história, Maquiavel argumenta que o governante deve ser dissimulado quando é necessário, porém nunca deixando transparecer sua dissimulação. Não é necessário, a um príncipe, possuir todas as qualidades, mas é preciso parecer ser piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso já que às vezes é necessário agir em contrário a essas virtudes, porém é necessário que esteja disposto a modelar-se de acordo com o tempo e a necessidade.

Os comentários de que ele, Vilela, estava decidido a ir até o fim do seu governo, não passou de uma estratégia, utilizada há séculos por líderes da época. Ele quer mergulhar e evitar a metralhadora giratória contra o seu governo, por que, livre dela por um bom tempo, iria respirar com mais tranqüilidade. Mas o seu projeto é disputar mesmo a vaga de Senador. O governador pode até convocar uma entrevista coletiva e dizer que ficará até o último dia, mas faltando pouco tempo, vai explicar que recebeu pressões dos amigos e das lideranças políticas e por isso mesmo será candidato ao Senado.

É esperar pra ver.

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  • SERVIDOR02/04/2013 22h55 comentou:
  • chegou a hora do troco, servidor publico tenham vergonha na cara, TEO NUNCA MAIS
  • Fernanda02/04/2013 11h46 comentou:
  • Vá pedir voto as famílias: Lages, Toledo, Thomas e etc... Os funcionários estão na miseria.
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O governador deixou vasar a informação de que não seria mais candidato ao Senado e ficaria até o fim do seu mandato. Isso procede ou será jogo de cena para frear os ataques que vem recebendo do senador Fernando Collor?

Algumas pessoas de sua assessoria dizem que a decisão já foi tomada e Vilela só estaria esperando um momento propício para anunciar sua decisão de se afastar da política no fim do mandato.

Pelo que se sabe, esta decisão seria um presentação para sua família, que vem insistindo para o governador pendurar as chuteiras. Se ele participar das eleições do próximo ano, sabe que será um jogo duro, de profissionais, onde muita roupa suja será lavada publicamente. Ele topa ou desiste de sair candidato?

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  • CLAUDIO26/03/2013 13h58 comentou:
  • Ariana, é verdade o que vc diz: O QUE FOI QUE ELE FEZ, ñ fez nd. A saúde esta um caos, a segurança nem falo, isso é geral. Concurso no Estado?? E o pior, fica com propaganda "falsa" sobre a água no sertão. Peque esse dinheiro das propagandas e aplique onde precisa.
  • Gabriel Sousa25/03/2013 15h41 comentou:
  • Duvido muito que o Vilela aguenta ficar até o fim do mandato! Se governando o estado foi esse sofrimento, o que espera se ele, incrivelmente, virar senador?
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O governador Teotônio Vilela alimenta a vontade de ficar no governo até o final do seu mandato. Pessoas próximas a Téo confirmam que esta é uma luta íntima que o governador vem enfrentando nos últimos meses e ele planeja fazer esta comunicação no momento oportuno, mas que não passaria do primeiro semestre.

O governador aos poucos vai se reaproximando do senador Renan Calheiros e ninguém se surpreenda se o deputado Renanzinho, filho do presidente do Congresso Nacional, fazer parte de uma composição política para as eleições de 2014. Ocorrendo esta composição, o senador Benedito de Lira poderia também fazer parte do grupo, indicando possivelmente o deputado estadual Joãozinho Pereira para vice. Fecharia aí um grupo que dificilmente seria batido nas próximas eleições.

Ninguém sabe, porém, qual o destino do vice-governador José Thomaz Nono, que sempre demonstrou bastante interesse na sucessão de Téo Vilela. Se Renan fechar com o governador e Benedito de Lira, o senador Fernando Collor de Mello iria para a disputa no Senado como franco atirador, mas teria que fazer novos planejamentos políticos e arregimentar forças que lhes dessem sustentação na sua candidatura.

Para disputar com Collor a única vaga no Senado, o grupo palaciano estudaria qual o melhor nome para fazer frente ao ex-presidente. Um nome que reunisse credibilidade, força política e compromissos para o futuro. Como tudo passa por especulações, inclusive sobre as candidaturas ao governo e do Senado, novas evoluções devem acontecer dentro em breve.

O que se sabe mesmo, é que Téo Vilela está resistindo a sair candidato ao Senado e a tendência é cumprir o mandato na sua totalidade. Como a política é dinâmica, espera-se novos lances nos próximos dias.

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  • ariana gomes22/03/2013 18h41 comentou:
  • esse color não ama ninguém resposta ao miguel.
  • ariana gomes22/03/2013 18h40 comentou:
  • tomara que ele fique até o fim mandadto não vejo fazer mal a ninguém. color que confiscou as poupanças do povo todo e ainda tem gente votar nele quem tem memória curta eu como não tenho jamais terá meu voto.
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O presidente do Sindicato dos Médicos, Wellington Galvão, partiu agora para o ataque. Culpou o Ministério Público por omissão e disse no final de semana em ampla reportagem na Gazeta de alagoas, que a morte no Hospital Geral do Estado passou a ser uma banalidade.

As graves denúncias devem ser esclarecidas pelo Ministério Público, agora alvo do Sinmed. O seu presidente revelou, naturalmente o que todos já sabiam, de que o HGE se transformou num caos, onde a superlotação já virou rotina no hospital. Para completar, os pacientes de todos os municípios do interior são mandados para Maceió.

As denúncias de Wellington Galvão serão feitas também ao Ministro da Saúde em audiência que concederá ao presidente do Sinmed e ao senador Fernando Collor, nessa quarta-feira, em Brasília.

Um leitor do blog pediu nosso e-mail. Aí, vai: gabrielmousinho@bol.com.br

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  • JOSÉ aECI dUQUE DE mORAES03/04/2013 10h37 comentou:
  • SENHORES MÉDICOS, LEMBREM-SE DE HIPÓCRATES, DO VOSSO JURAMENTO SOLENE. mAS, LEMBREM-SE ANTES DE DEUS, QUE VOS DEU MISSÃO TÃO NOBRE. oS SENHORES TÊM RESPONSABILIDADES COM ELE E COM O POVO. nÃO PENSEM SÓ EM R$. oS SENHORES TAMBEM MORREM. PENSEM!!! O POBRE É VOSSO IRMÃO E FILHO DE DEUS. ACOLHA-O.
  • PACIENTE20/03/2013 03h52 comentou:
  • A GRANDE VERDADE É QUE SE FALA MUITO EM VIOLENCIA POREM MUITOS ESTÃO MORRENDO PELO CAOS NA SAÚDE POIS INCLUSIVE QUEM TEM PLANO DE SAÚDE HJ NÃO SERVE MUITO .TÁ NA HORA DO JUDICIÁRIO COMEÇAR A TRABALHAR E COBRAR A RESPONSABILIDADE DOS GESTORES,FAZ MUITO QUE NENHUM SECRETÁRIO DE ESTADO NÃO É PRESO
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Assessores de Teotônio Vilela têm dito por baixo dos panos de que o Governo cansou de apanhar do senador Fernando Collor. E irão dar o troco em pouco tempo, fazendo uma comparação quando Collor foi prefeito, governador e presidente da República, com a atual administração tucana.

O samba, que já começou há algum tempo, não vai parar de tocar. As investidas do governador Téo Vilela não têm data para começar, mas os trabalhos de pesquisas já estão bem adiantados. Para o grupo palaciano, somente com um contra-ataque bem feito, bem elaborado e didaticamente perfeito, o senador saberá com quantos paus se fazem uma jangada. É apenas uma questão de tempo.

Mas enquanto esse dossiê não fica pronto para ser divulgado, o governo vai tentando administrar os prejuízos causados pela fúria colorida. Já nesta semana o assunto foi a greve dos médicos que vai chegar à Brasília na próxima terça-feira, com um pedido de intervenção em Alagoas feito pelo Sindicato da categoria.

A queda de braço entre Téo Vilela e Fernando Collor ainda vai ganhar muitas manchetes de jornais. A cada dia que passa novos assuntos chegam até à população, naturalmente da forma que cada um interpreta.

A verdade é que muitas denúncias virão à tona, mas que sejam apenas no campo político e não com agressões pessoais. Até o momento o senador Fernando Collor aponta falhas no governo de Alagoas, enquanto do outro lado os tucanos insistem em dizer que o ex-presidente nunca fez nada pelo Estado.

Esta disputa certamente passará por novas e grandes composições políticas com vistas às eleições de 2014. Quem tiver mais fôlego, mais dossiês, mais argumentos e poder de fogo, com certeza ganhará a parada.

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  • Henrique 18/03/2013 15h35 comentou:
  • È muita audácia do Vilela, querer montar um dossiê contra o Collor !!! Quem ele pensa que é??? ao invés de ficar tentando puchar o tapete do seu adversário político ele poderia era arregassar as mangas e fazer mais pelo nosso estado, começando pelo investimento daqueles 10 milhões
  • Freitas18/03/2013 12h03 comentou:
  • Mas é muito cinismo um governador com um governo vergonhoso desse querer fazer um dossiê contra Collor! Alagoas nunca sofreu tanto como nesse governo mediocre! Em vez de gastar tempo fazendo dossiê, Vilela deveria trabalhar! Trabalho é o que não falta em Alagoas.
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