Mais perigo no ar

Impossível imaginar que ainda fique pior a deteriorada relação entre o funcionalismo público e o Governo de Teotônio Vilela. Agora, além das greves que permanecem, embora tornadas ilegais por determinação da Justiça, a administração estadual encontrou nova forma de tornar maior a irritação do servidor, retirando-lhe, de uma só vez, vantagens do tipo adicional noturno e insalubridade, para áreas médica e de educação, e gratificações por chefia de diretores de postos e escolas.
Vocês imaginam o que é chegar no caixa eletrônico para retirar o salário e constatar que o dinheiro colocado à sua disposição é menor em mais de R$ 300 reais, sem um mínimo de chance de se reaver esta diferença?
Não, vocês não imaginam. Nem eu. Só quem está lá sofrendo o impacto é que pode avaliar. O que a gente estima é que situações deste tipo geraram tragédias no último governo de Divaldo Suruagy, quando pessoas se desesperaram diante do quadro grave de dificuldade em que se encontravam.
Os fatos do cotidiano cada vez mais reforçam a convicção de que será muito ruim o desfecho desta história que começou com o golpe no salário de metade dos funcionários públicos estaduais logo no 1º dia do novo Governo.
Téo Vilela não parece preocupado. Em todas as entrevistas, ele sempre deixa claro que não é governador apenas dos servidores públicos. E que foi eleito para governar o Estado de Alagoas e toda a sua população. Para ele, uma questão de prioridade.

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