Ufa!

Uma preguiça enorme toma conta de mim ao tentar escrever sobre o resultado das eleições que elegeu Bolsonaro presidente da república, afastando de uma vez o PT do poder. Foram tantas informações absorvidas e também transmitidas, tantas notícias, tantas discussões, tantas  horas gastas com esse tema, tanta saliva desperdiçada, tanto cortisol e adrenalina produzidos, que me fizeram perder o estímulo de escrever sobre o assunto.
Mas, vamos lá – não há como começar outros assuntos sem encerrar um capítulo tão importante da nossa história, embora este esteja apenas começando a ser escrito. Destarte posso resumir meu sentimento com uma boa pitada de esperança em um presidente que ao menos tentará governar com uma agenda voltada para o Brasil e não para um partido que tem como objetivo perpetuar-se indefinidamente no poder.
Serão novos rostos e novas pautas. Teremos novos discursos e um novo estilo de lidar com os problemas brasileiros – agora, se vai dar certo ou não é uma outra história.
Fechamos assim um capítulo de um partido que teve uma belíssima chance de mudar realmente o país, colocando-o num outro  patamar econômico e social, mas que acabou se perdendo em sua ganância, arrogância e sede de poder. Perdemos a chance de termos reformas importantes e o que houve foram gastanças convenientes e falcatruas inconvenientes que fizeram com que girássemos e voltássemos ao mesmo ponto – tudo isso sem uma mea-culpa sequer. O novo governo promete independência nas nomeações para os seus quadros políticos e o foco no desenvolvimento do país – sem viés ideológico e interesses menos republicanos – é ver para crer.
Só sei que a partir do início de 2019, teremos algo novo para acompanhar e torcer, com novas ideias e, oxalá, novas práticas políticas.
Boa sorte então para o novo presidente, sua equipe e principalmente para nós brasileiros. Estamos realmente precisando de anos auspiciosos onde o governo não atrapalhe tanto o desenvolvimento pessoal e coletivo. Que o Brasil alcance seu desenvolvimento arrastando consigo uma massa de pessoas menos favorecidas, dando-lhes dignidade e esperança.
A melhor parte é que, caso nada disso dê certo, que venha outro em seu lugar sem traumas, pois lugar de santo é no altar e não na política – principalmente a brasileira.

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