Brasil 03h30, 02 de Outubro de 2008
Ele lotou quatro vezes o Carnegie Hall, fez sucesso na América Latina e é considerado O Pequeno Gigante da Canção pela extensão de seu vozeirão em contraste com sua altura, de apenas 1,12m. Mineiro de Ubá, Nelson Ned d’Ávila Pinto, aos 62 anos, teve que se afastar dos palcos por causa da diabetes e hoje passa por sérias dificuldades financeiras.
Quem revela é o amigo Agnaldo Timóteo:
— Fico preocupado, ele tem que trabalhar, não acumulou fortuna. Tenho pedido a amigos milionários colaborações, mas lamentavelmente não se manifestaram. Nem Zezé Di Camargo e Luciano, nem Chitãozinho & Xororó, Bruno & Marrone, Gugu, Hebe, Faustão, Tom Cavalcante, nenhum deles — desabafa Agnaldo.
Até agora, apenas Silvio Santos e Sônia Abrão colaboraram com o cantor.
— Daniel mandou R$ 2 mil, mas achei que era uma coisa desrespeitosa e devolvi. Eu fiquei muito chateado. Ele é um homem de R$ 300 milhões. Não admito isso — reclama Agnaldo.
Nelson confirma que vive dificuldades financeiras, mas não faz drama.
— Minha diabetes está controlada. Claro que é complicado me afastar do palco. Não sou filho de uma família rica, tenho que trabalhar— diz o cantor, que começou junto de Agnaldo Timóteo nas rádios de Minas: — Foi uma batalha muito grande. Vim de família pobre, mas muito digna. Mas agradeço a Deus a mulher e a casa que tenho.
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