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Notícias / Educação

Educação 07h25, 08 de Agosto de 2013

Secretário de Ciência e Tecnologia visita a obra dos polos agroalimentares de Arapiraca e Batalha


Assessoria

O secretário da Ciência, Tecnologia e Inovação de Alagoas, Eduardo Setton, esteve nesta quarta-feira, 07, nas obras dos polos agroalimentares de Arapiraca e de Batalha, os quais fazem parte do Parque Tecnológico de Alagoas, assim como o Polo de Tecnologia da Informação, Comunicação e Serviços, em Jaraguá. O objetivo da visita foi monitorar e acompanhar de perto o estágio das obras, em fase de conclusão, que devem ser inauguradas ainda este ano. Esteve acompanhado da gestora de projetos dos polos agroalimentares, Flávia Toledo, e da arquiteta Pollyanna Ferreira.

O Polo Agroalimentar de Arapiraca tem uma estrutura de sete blocos, com espaço para o setor administrativo, alojamento para professores e estudantes, refeitório e copa, salas de aula, sala de informática, laboratórios de qualidade, de processamento da mandioca, de testes de solo e de química, e uma mini usina para pesquisa com o bagaço da mandioca, biblioteca, auditório para palestras, sala de treinamento e almoxarifado.

A construção dos pólo agroalimentar de Arapiraca faz parte das ações estratégicas da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) de Alagoas para o interior do Estado, contribuindo com pesquisa e inovação para melhoramentos na produção e desenvolvimento daquela região, conhecida pela produção de hortifruti e mandiocultura. Custou R$ 6 milhões, incluindo a aquisição de equipamentos e mobiliários. É um investimento com recursos do Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, do Governo Federal– e contrapartida do Governo de Alagoas.

Já o Polo Agroalimentar de Batalha tem dois blocos com laboratórios de pesquisa, uma fábrica de produção de leite e derivados, o setor administrativo, sala de informática, almoxarifado, salas de aulas práticas e teóricas, refeitório, alojamento para alunos e suíte para professores. Objetiva contribuir com a melhoria da qualidade do leite e derivados, a principal fonte econômica daquela região. A obra também foi financiada pela Finep com a contrapartida do Governo de Alagoas e custou cerca de R$ 6 milhões, incluindo a aquisição de equipamentos e mobiliários.

Fonte: Ana Cristina Sampaio

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