Mais de mil transportadores paralisam e acusam estado de falta de fiscalização

 

Transportadores complementares de todo estado paralisaram as atividades nesta quarta (27) em protesto à falta de fiscalização contra clandestinos. A mobilização foi organizada pelo Sintrancomp e concentra dezenas de veículos no Terminal Rodoviário João Paulo II, no bairro do Feitosa.

Segundo o presidente do sindicato dos Transportadores, Maércio Ferreira, os transportadores complementares precisam atender a uma série de exigências, como licitação, pagamento de outorga, taxa de fiscalização, seguro de passageiro, garantir acessibilidade e gratuidade, além de respeitar a grande de horário, um investimento em torno de R$ 300 mil.

Enquanto isso, os clandestinos não recolhem nada ao Estado e circulam sem atender nenhuma exigência ou qualquer penalidade. O sindicalista cobrou atuação enérgica dos órgãos do Estado, a exemplo da Arsal, DER, BPTran e BPRv para combater os clandestinos. “Queremos um trabalho conjunto, uma força-tarefa para que a lei seja cumprida”, defendeu Ferreira.

Atualmente, 1.300 veículos são autorizados pela Arsal e circular no transpor intermunicipal de passageiros. Os manifestantes sairão do Terminal Rodoviário ao meio-dia e seguirão para o Ministério Público, Palácio do Governo, Tribunal de Justiça e Assembleia Legislativa para protocolar requerimentos solicitando audiência para debater o tema.

A reportagem do Alagoas 24 horas tentou contato com a assessoria da Arsal para saber quantos passageiros foram prejudicados e quais medidas serão adotadas pelo órgão, mas ainda não obteve reposta.

 

 

 

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