Funcionário de parque é preso suspeito de estuprar adolescente; veja local do crime

Testemunhas disseram em depoimento que agressor tapou a boca da menor e fez ameaças para que ela não gritasse

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A Polícia Civil, através da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), informou que nesta terça-feira (04) prendeu em flagrante um homem de 28 anos – funcionário terceirizado de um parque de diversões instalado no bairro de Mangabeiras – pela suspeita de ameaçar e estuprar uma adolescente de 15 anos. O suspeito afirmou em depoimento que a vítima disse ter 18 anos e que a prática sexual foi consentida.

De acordo com as informações passadas pela PC, o suspeito, que é natural da cidade de Limoeiro (PE), trabalhava em uma uma das barracas de entretenimento que prestava serviço dentro do parque e no último final de semana teria abusado da garota – com quem teria feito amizade – em um terreno baldio utilizado como estacionamento de caminhões após o encerramento de seus serviços no parque.

Em depoimento, vítima e testemunhas relataram que a garota conheceu o suspeito através de outro menor, de 17 anos, com quem vivia um romance. E que o suposto autor tomou conhecimento de que a vítima tinha tido sua primeira relação sexual no dia do crime e se aproveitou da fragilidade emocional dela para forçar um relacionamento sexual, o que foi recusado por ela, que acabou sendo levada a força para o local onde o crime aconteceu.

Ainda segundo o relato da vítima, no mesmo dia, antes do ocorrido, ela foi até um supermercado 24h, no mesmo bairro, com o suspeito e ele teria perguntado se ela utilizava cocaína e convidado-na para ir à bares da região.

Uma testemunha contou que por um momento se afastou da vítima e do suspeito e, quando retornou, deparou-se com o suspeito deitado no chão do terreno, mantendo relações sexuais, tapando a boca da vítima e fazendo ameaças: “se você gritar eu quebro seu pescoço”.

Ainda de acordo com os depoimentos, após o cometimento do crime a vítima foi liberada, mas ficou sem reação, e o acusado passou a fingir amizade. Ele ainda teria ligado para o adolescente com quem a vítima mantinha relacionamento consensual e contado a ele sua versão de todo o ocorrido.

Ouvidos pela equipe de policiais da DEIC, a denúncia foi registrada tanto pela vítima, como por seu pai, que disse que a adolescente pediu para passar o dia e dormir na casa de uma amiga, e que por se tratar de algo habitual os responsáveis não suspeitaram que a filha havia passado a madrugada fora de casa.

A PC/AL ressaltou que os responsáveis pelo parque prestaram total e irrestrito apoio à equipe de policiais civis, auxiliando na identificação e qualificação dos envolvidos e deixaram claro não compactuarem com qualquer prática criminosa de funcionários ou prestadores de serviço terceirizados.

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