Circuito de segurança de hospital flagra homem agredindo mulher no Sertão

Não há informações sobre os motivos que ocasionaram às agressões

O circuito de segurança do Hospital Municipal Ênio Ricardo Gomes, em São José da Tapera, no Sertão alagoano, registrou a agressão física de um homem a uma mulher. As cenas são do último dia 17 de fevereiro, mas as imagens começaram a ser compartilhadas nas redes sociais esta semana.

No vídeo é possível ver o momento em que a mulher entra correndo na unidade de saúde, com o homem atrás dela, desferindo socos e chutes. Pacientes que esperavam para ser atendidos – incluindo uma criança – assistem perplexos às agressões. Até o vigilante do hospital demora a reagir e se aproximar do casal e fica apenas assistindo à violência.

A vítima, ainda tenta revidar e bater no homem, que, supostamente, é seu companheiro e estaria embriagado no momento da agressão. Eles não foram identificados. A briga só é contida após a intervenção de outro homem e de uma mulher.

Em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de São José da Tapera, o Alagoas24Horas foi informado que o caso não se iniciou dentro do hospital e que a mulher apenas tentou fugir do agressor adentrando na unidade e por esta razão não pode se manifestar sobre a briga.

A respeito das consequências ocasionadas pelo episódio, a assessoria confirmou que o caso foi denunciado à polícia e que a mulher teria optado por retirar a queixa contra o agressor, que se responsabilizou por arcar com os custos dos reparos necessários a um vidro e a um totem de cegonha do hospital, que foram quebrados por ele.

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1 comentário

  • Chega says:

    Esse é, e sempre foi, um retrato da sociedade brasileira. As pessoas não assumem a responsabilidade de fazer parte de algo que possa construir. Somente pensam em si. No seu emprego, no seu salário, na sua casa, nas suas necessidades, nas suas vontades… Tantas pessoas ao redor, assistindo agressões que poderiam ter um fim trágico. Homens e mulheres que não se importam com os outros. O brasileiro não é um povo solidário e nem guerreiro, como dizem por aí. Que tristeza.

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