Cozinheira morta asfixiada na casa dos patrões também foi estuprada

Foram encontrados vestígios de sêmen no corpo da vítima e a Polícia Civil irá realizar exames de confronto genético entre o material e o DNA do suspeito

Foram encontrados vestígios de sêmen no corpo da vítima e a Polícia Civil irá realizar exames de confronto genético entre o material e o DNA do suspeito

Assassinada na última quinta-feira, na casa dos patrões, na Freguesia, na Zona Oeste do Rio, a doméstica Gilmara dos Santos de Almeida da Silva, de 45 anos, também teria sido vítima de estupro. Familiares da vítima contaram que no laudo médico do Hospital Federal Cardoso Fontes, havia a constatação de espancamento, asfixia mecânica e violência sexual.

O suspeito de cometer o crime, um cuidador de idosos que trabalhava junto com Gilmara, foi preso por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), na noite de segunda-feira.

A nova informação chocou os familiares, que aguardavam novidades do caso, na sede da DH, na Barra da Tijuca, nesta terça-feira. As filhas da doméstica chegaram na delegacia com os documentos. “A gente veio aqui cobrar explicações, saber sobre a prisão, o porquê dele ter feito isso. E fomos surpreendidos com essa notícia. Estamos em choque”, falou a irmã da vítima, Maria dos Santos de Almeida.

Segundo a delegada Bianca Gerbara, foram encontrados vestígios de sêmen no corpo da vítima e a Polícia Civil irá realizar exames de confronto genético entre o material e o DNA do suspeito.

Suspeito ainda ajudou no socorro

Os familiares de Gilmara contaram que o cuidador de idosos, preso temporariamente suspeito de cometer o crime, ajudou no socorro. Ele foi junto com os filhos do casal de idosos, patrões da doméstica, até o hospital.

“Quando chegamos no hospital ele estava lá, não falou com a gente, mas agia friamente e com naturalidade, mexendo no celular”, contou um sobrinho da vítima.

Os parentes de Gilmara ainda disseram que os filhos dos patrões e o cuidador de idosos afirmaram ter ligado para os Bombeiros para socorrer a mulher, mas que pela demora no atendimento resolveram levá-la a uma unidade de saúde por conta própria. No entanto, ainda segundo os familiares, o Corpo de Bombeiros os informou que não houve nenhum acionamento para o endereço.

Sem entrar em detalhes, a delegada Bianca Gerbara ainda informou que esse comportamento no momento do socorro demonstram a frieza do suspeito.

Fonte: Meia Hora

Veja Mais

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *