Funcionário da Vivo é condenado por cometer estelionato usando dados dos clientes

Tribunal de Justiça

A 3ª Vara Criminal de Maceió condenou Wilson Gomes de Araújo pelo crime de estelionato, que era praticado manipulando dados dos clientes da operadora Vivo. A decisão foi publicada no Diário da Justiça desta quarta-feira (13).

Os golpes ocorreram entre 2018 e 2020, quando Wilson, funcionário da operadora Vivo à época, realizava contratações indevidas em nome de clientes, além de gerar e enviar cobranças falsas.

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O juiz Carlos Henrique Pita Duarte definiu a pena em dois anos e seis meses de reclusão, convertida em prestação de serviços à comunidade.

O réu foi considerado culpado por estelionato contra sete vítimas, e a sentença condenou o réu a indenizá-las em um total de R$ 143.264,10, valor referente ao que foi subtraído pelos golpes.

O funcionário fazia uso de sua posição para alterar os dados cadastrais de consumidores, inserindo endereços de e-mail não relacionados aos clientes, conseguindo assim realizar a contratação clandestina de serviços e planos.

O homem também emitia boletos aparentemente vinculados aos serviços legitimamente contratados, mas que na verdade se tratavam de documentos de cobrança relacionados a contas bancárias de sua própria administração.

De acordo com a decisão, parte das vítimas percebeu o golpe e acionou a polícia. Após a prisão do acusado, outras vítimas também compareceram à delegacia relatando terem sido lesadas da mesma forma.

Posicionamento da Vivo:

A Vivo repudia veementemente qualquer ato ilícito e esclarece que o caso mencionado envolve um profissional vinculado a uma empresa terceirizada, que já foi descredenciada. A Vivo reforça, ainda, que colaborou com as autoridades competentes ao longo das investigações e que segue aprimorando continuamente seus mecanismos de segurança e governança, em conformidade com a LGPD, para garantir a proteção dos dados de seus clientes.

Matéria atualizada às 17h30 do dia 15/05/2026.

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