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Caminhadas na floresta, pescaria e silêncio: o refúgio de Ancelotti no Canadá após derrota na Copa

O refúgio de Carlo Ancelotti no Canadá — Foto: rep/ instagram e facebook

Muita gente estranhou o destino de Carlo Ancelotti após a derrota do Brasil nesta Copa do Mundo. O técnico da seleção voou dos Estados Unidos para o Canadá na companhia da família. É no país, também sede deste Mundial, que o Mister encontrou seu refúgio.

Ancelotti tem uma casa em West Vancouver, região da Colûmbia Britânica, debruçada sobre o mar do Pacífico. Foi no imóvel, inclusive, que ele se casou com a canadense Mariann Barrena, sua segunda mulher, em 2014, e traçou os planos que teve para a Copa. Antes da convocação, o técnico passou um mês por lá.

Esta não é a primeira vez que ele encara o fantasma da decepção por lá. Em 2017, ao ser demitido do Bayern de Munique após um amargo 3×0 para o PSG, na Champions League, Ancelotti passou algumas semanas em Vancouver.

Decisões importantes também foram tomadas após muitas caminhadas nas florestas e montanhas da cidade. Uma delas foi deixar o Real Madrid e assinar com a CBF em maio do ano passado, já pensando no hexa.

Em West Vancouver, Ancelotti costuma deixar o lado austero dos ternos no armário. Metido em roupas esportivas, usando tênis e bonés, pratica um de seus hobbies favoritos: a pescaria. Já até andou se gabando de ter conseguido fisgar um salmão durante o ano sabático que tirou por lá, em 2015, ao ser demitido do Real Madrid.

Ancelotti não costuma ficar sozinho no canadá. Mariann é que faz companhia ao técnico. Os dois disseram o “sim” na propriedade, numa cerimônia ao ar livre, no fim de tarde, com pôr do sol ao fundo. O festão aconteceu no Fairmont Pacifico Rim e teve a presença de famosos como o músico canadense David Foster, o comediante Chris Tucker, de “A hora do rush”, e os ex-tenistas Andre Agassi e Steffi Graf.

Quando quer socializar, Anelotti pode ser visto andando pela cidade ou jantando em seus restaurantes prediletos, como o Elisa, uma churrascaria que utiliza carnes provenientes de produtores locais da Colúmbia Britânica e dos Estados Unidos, além de servir wagyu japonês.

 

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