Policiais militares do 1º BPM salvaram um jovem de uma execução iminente às margens da Lagoa Manguaba, no município de Marechal Deodoro, após receberem uma denúncia anônima pelo canal 190 relatando que a vítima sofria agressões físicas severas e ameaças de morte praticadas por criminosos da região.
A ação estratégica da guarnição priorizou a agilidade no deslocamento com sinais sonoros acionados. O barulho das sirenes assustou os suspeitos, que fugiram pela lagoa antes de consumarem o homicídio.
A equipe policial socorreu a vítima imediatamente e a encaminhou para o Hospital Geral do Estado (HGE). O jovem recebeu atendimento médico, passou por exames e já obteve alta hospitalar. A Polícia Civil e o setor de inteligência da PM conduzem as investigações para identificar e prender os autores do crime.
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O comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, Major Aluisio Fonseca, explicou como a tática rápida evitou o assassinato:
“Tivemos a felicidade na noite de ontem de evitar esse homicídio. Chegou a informação via COPOM, 190, que é o imediato do 190, e imediatamente as guarnições se deslocaram em alta velocidade e com barulho justamente para tentar evitar o homicídio. Nós não fizemos uma incursão tática, justamente porque demora muito e poderia acontecer o homicídio.”
“Com o barulho das guarnições, justamente para se aproximar, eles se embrenharam no mato pela lagoa, segundo informação do próprio da própria vítima, que vinha passando no local e identificaram como sendo de outra região. Abordaram, fizeram algumas perguntas, levaram para a lagoa e começaram a espancar afirmando que iam matá-lo.”
O oficial detalhou ainda o estado de saúde do jovem resgatado e ressaltou que a patrulha ostensiva atua constantemente na região para conter ações violentas de facções criminosas:
“Não conhecia, não tem antecedentes, é um jovem. Acho que felizmente tá vivo, né? Infelizmente teve as lesões, foi prontamente encaminhado ao HGE, já teve alta, já foi medicado. E é nosso trabalho do dia a dia, né? Tentar tá patrulhando, tentando evitar.”
“Esse não é o primeiro caso, nesse ano inclusive, em abril, teve um caso parecido nas proximidades, lá no Residencial Maceió I, e que seria levado também para a lagoa, mas aí também as guarnições do 1º Batalhão conseguiram evitar. E é esse o nosso trabalho, tentar preservar as vidas, tentar fazer as prisões. Nesse caso não foi possível a prisão, porém, o mais importante foi realizado, que foi evitar o homicídio.”
