A família de Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, acusa um policial militar de desligar a câmera corporal e depois atirar contra o peito da vitima. Amanda chegou a ser socorrida por uma guarnição, mas morreu devido à gravidade dos ferimentos. A Polícia Militar não se manifestou oficialmente sobre a ocorrência.
O caso ocorreu na noite deste sábado, 2, na Aldeia do Índio, no Jacintinho. Amanda teria questionado o policial pelo tratamento dado a uma familiar dela, depois da jovem ter sido chamada de ‘rapariga’. Na versão apresentada pela família, Amanda teria peguntado ao militar porque ele a tratou desta forma, dando início a uma dicussão, até que ele desligou a câmera e atirou contra a vítima.
Já o registro da ocorrência narra que a guarnição realizava a detenção do primo de Amanda por posse de drogas. Enquanto parte dos militares mantinha o suspeito detido, um agente permaneceu junto à viatura e sofreu investida de um grupo de mulheres que teria tentado desarmá-lo. O policial alegou ter efetuado o disparo para proteger a própria integridade física ao se sentir ameaçado.
Ainda segundo os familiares, os demais militares da gurnição estranharam o disparo e correram para socorrer a vítima, sem sucesso. O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Alagoas.
