Linha Direta, da Rede Globo, reconstitui Caso Juliana em Murici

Uma equipe do programa Linha Direta, da Rede Globo de Televisão, chega à cidade Murici, esta semana, para realizar a reconstituição do assassinato da jovem Juliana Cassiano da Silva, 16 anos, ocorrido no dia 10 de abril do ano passado. Segundo informações obtidas pelo Alagoas24horas, o pedido de reconstituição foi solicitado ao promotor do caso, Napoleão Amaral.

Juliana Cassiano da Silva desapareceu no domingo, 10, por volta das 23h, depois de ter saído do bar do Toinho, em Murici, onde teria ficado aproximadamente três horas consumindo bebida alcoólica. Durante sua permanência no bar, Juliana estava acompanhada da amiga Rita de Cássia.

Segundo o inquérito, que foi presidido pelo delegado Robson Coutinho, Juliana teria saído do bar afirmando que iria tomar banho e dormir e chegou a ser vista por sua irmã com uma saboneteira na mão e toalha se encaminhando para o banheiro comunitário da Vila Genilson, onde morava, e desapareceu nesse percurso.

O trabalho realizado pelos peritos do Instituto Médico Legal (IML) afirma que Juliana Cassiano teria morrido por asfixia mecânica, “que poderia ter sido provocada por estrangulamento e/ou afogamento”. Ainda segundo informações contidas no laudo, a vítima teria chegado com vida ao leito do rio. Segundo informações não oficiais,ela teria sido estuprada antes de ser morta.

A juíza de Murici, Aída Cristina Antunes, ouviu o depoimento, em janeiro deste ano, de cinco testemunhas de acusação, que foi acompanhado pelo principal acusado do crime, Fausto Cardoso Batista Neto, 18 anos, o “Faustinho”, sobrinho do “bicheiro” Plínio Batista, que se apresentou à Justiça em dezembro do ano passado, após ficar cinco meses foragido. Faustinho está preso em uma das celas da Delegacia de Murici.

Jadson Cansanção Silva, amigo de Faustinho, e uma amiga de Juliana, Rita de Cássia dos Santos, que está foragida desde junho do ano passado, foram denunciados por envolvimento no crime pelo delegado de Murici, Élvio Brasil.

O promotor do caso, Napoleão Amaral, aponta Rita de Cássia dos Santos como a principal testemunha do crime. Segundo ele, Rita teria “convencido” a adolescente a sair com Faustinho e o seu amigo Jadson Conceição.

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