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Finalmente, depois de robustas provas, governo decide demitir envolvidas em corrupção

O governador Renan Filho resistiu o quando pôde, mas terminou demitindo as gerentes do Hospital de Emergência do Agreste, Regiluce dos Santos Silva e do Hospital Geral do Estado, Marta Celeste de Oliveira Mesquita. A primeira foi uma indicação do deputado Ricardinho Nezinho que também fica em maus lençóis e, a segunda, do próprio governo.

Além das duas envolvidas no esquema e participantes de uma organização criminosa, segundo investigações da Polícia Federal,também estão enroladas várias outras pessoas, inclusive a filha do vice-governador, Luciano Barbosa, Lívia Barbosa, que teve a prisão preventiva decretada.

As investigações da Operação Florence – Dama da Lâmpada seguem em ritmo acelerado e novas prisões podem acontecer no início de 2020. O rombo já chega a mais de R$ 30 milhões, mas todos os envolvidos, embora com robustas provas, neguem participar do esquema fraudulento.

O que mais chamou à atenção na exoneração das duas servidoras, foi que ficou de fora o comandante dos certames licitatórios e presidente da Amgesp, Wagner Morais de Lima, amigo-irmão do governador Renan Filho e considerado o “homem-bomba” pela Polícia Federal.

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