O cinema brasileiro – com raras exceções – enche o saco e ainda gasta muita, muita, muita grana do governo, que poderia estar sendo usada para coisa mais útil, ou pelo menos rentável para os cofres públicos e não para o núcleo Globo de Cinema e outras produtoras, que sequer necessitam da verba. Estas, ainda possuem a coragem de dizer que estão “fomentando o cinema”. Paciência.
“Dê um bom exemplo. Esta moda pega”. A propaganda do Governo Federal não poderia soar mais irônica do que neste momento.
A Câmara vai analisar o Projeto de Lei 5335/05, do deputado Carlos Nader (PL-RJ), que cria o programa especial de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. O projeto beneficia mulheres submetidas a espancamento físico, opressão moral ou psicológica, cárcere privado ou estupro praticados pelo marido ou companheiro.
A senadora Heloisa Helena (P-Sol) está de alma lavada e não esconde de ninguém a satisfação pelos escândalos que colocam o ex-ministro José Dirceu na berlinda, desmascaram a banda podre do PT e deixam o governo vulnerável. Ela e os deputados Babá (PA) e Luciana Genro (RS) foram expurgados do PT por terem se insurgido contra a orientação do partido; foram os rebeldes da primeira hora – vítimas de Dirceu.
O País vive mais uma crise gerada pelas denúncias de corrupção, fruto da relação incestuosa entre o Executivo e o Judiciário.
Queremos aqui descrever sobre o dever que todo agente publico tem, de atender bem aos cidadãos. Deveres que me parecem ainda esquecidos em algum lugar distante...
O autor de Náusea (1938), Jean Paul Sartre completaria 100 anos caso estivesse vivo. Sartre foi um dos primeiros filósofos a debater o dogmatismo marxista, sem defender o capitalismo, mas sim por acreditar que a liberdade humana está acima de todas e quaisquer questões.