O egípcio suspeito de ter fabricado os explosivos usados nos atentados de Londres, detido na madrugada de hoje no Cairo (Egito), clamou inocência, informou um comunicado do ministério egípcio do Interior.
Autoridades também disseram acreditar que os envolvidos morreram nas explosões que atingiram três estações de metrô e um ônibus e que todos eram nascidos na Grã-Bretanha.
Indígenas da selva amazônica do Equador pediram hoje, em Quito, que o presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, suspenda as atividades da Petrobras em seus territórios.
O número oficial de vítimas nos atentados de quinta-feira passada em Londres subiu para 52. Os registros da polícia ainda podem mudar porque a procura de corpos continua na estação de King's Cross.
A Polícia Metropolitana de Londres anunciou na manhã desta sexta-feira que os ataques terroristas contra três trens e um ônibus de dois andares deixaram mais de 50 mortos e 700 feridos.
Já chega a 37 o número de pessoas mortas durante os atentados cometidos hoje em Londres, capital do Reino Unido. A polícia estima que outras 700 ficaram feridas por causa de quatro explosões que ocorreram em intervalos de menos de uma hora em diferentes partes da cidade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu condolências às vítimas dos atentados em Londres, ocorridos hoje. Um ataque terrorista coordenado causou a morte de ao menos 33 pessoas e deixou 345 feridos (45 deles em estado grave) na capital britânica.
Um ferry, com mais de 200 pessoas a bordo, pegou fogo nesta quinta-feira no sul das Filipinas. Autoridades iniciaram uma operação de socorro em larga escala, para retirar os passageiros, já resgatados.
França, Alemanha, Espanha e Itália estão em estado de alerta depois dos ataques ocorridos em Londres. Um esquema de segurança máxima foi acionado para reforçar o controle de passageiros do Eurostar (Eurotunnel sob o canal da Mancha que liga França e Inglaterra) após as explosões.
O chefe da polícia britânica Ian Blair, confirmou a pouco, que as seis explosões que sacudiram Londres nesta quinta-feira foram um "ataque coordenado".
Manifestantes romperam hoje o isolamento de uma área externa ao complexo onde ocorre o encontro do G8, que reúne os sete países mais ricos do mundo e a Rússia.
O governo da Tailândia anunciou hoje que professores de escolas no sul do país poderão portar armas na sala de aula devido à onda de violência na região.
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