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GGAL protesta em Coruripe contra a violência aos homossexuais

O Grupo Gay de Alagoas, GGAL, promove, nesta manhã, em Coruripe, um ato público contra a violência aos homossexuais no Estado. No ano passado, o grupo registrou 17 assassinatos a gays em Alagoas, um exemplo da crescente violência se comparado à média anual de três homossexuais mortos nos últimos anos.

O Grupo Gay de Alagoas, GGAL, promove, nesta manhã, em Coruripe, um ato público contra a violência aos homossexuais no Estado. No ano passado, o grupo registrou 17 assassinatos a gays em Alagoas, um exemplo da crescente violência se comparado à média anual de três homossexuais mortos nos últimos anos.

A manifestação será em frente ao Fórum de Coruripe, onde, às 9h, está marcada uma audiência com o promotor responsável pelo caso, Waldeks Pereira. “O manifesto em frente ao Fórum é para que o promotor possa ser bem rigoroso na apuração dos fatos da morte do enfermeiro José Maciel da Cruz”, diz o presidente do GGAL, José Carlos Merthém.

De acordo com Merthém, o andamento do caso não é divulgado e a crescente violência aos homossexuais é por causa da sociedade conservadora, que ainda é preconceituosa.

No dia 6 de fevereiro, o GGAL realizará um “beijaço”, no Centro de Maceió, contra a violência e a homofobia, reivindicando a paz e a segurança no Estado. “Não só será um beijaço, mas um abraço fraterno”, complementa Merthém.