Caso Pinheiro: Braskem discorda de pontos do laudo da CPRM

A assessoria de imprensa da Braskem disse em nota, que a empresa “discorda de pontos das análises do laudo apresentado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Tais discordâncias também foram verificadas por instituições externas. Não há, até o momento, comprovação técnica sobre as causas dos eventos geológicos dos bairros, o que é fundamental para a definição das soluções”, apontou.

No mesmo comunicado, disse também que “vale ressaltar que os tribunais superiores do Brasil têm reconhecido o momento preliminar em que se encontram as ações judiciais e negado os pedidos de bloqueio de recursos financeiros da companhia”.

É por essas considerações e interpretações, que, realmente, todos os moradores do Mutange, Pinheiro e Bebedouro, têm um longo caminho a percorrer e que não será nada fácil atribuir somente à Braskem os fenômenos geológicos que têm ocorrido na região.

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