Educação


Rede estadual usa contação de história para trabalhar preconceitos com crianças

Trabalho ocorre nesta quinta-feira (20) com oficinas em escola estadual

José DemétrioNa Escola Estadual Vitorino da Rocha, atração nesta quinta são as oficinas de contação de história para trabalhar preconceitos e bullying com estudantes da educação infantil

Na Escola Estadual Vitorino da Rocha, atração nesta quinta são as oficinas de contação de história para trabalhar preconceitos e bullying com estudantes da educação infantil

Em comemoração à semana do livro, gremistas da Escola Estadual Afrânio Lages, no Cepa, promovem nesta quinta-feira (20) oficinas de contação de história para trabalhar preconceitos e bullying com estudantes da educação infantil na Escola Estadual Vitorino da Rocha, no mesmo complexo educacional.

A ação, promovida em parceria com a 13ª gerência regional de Educação, terá seu segundo momento ainda nesta quinta-feira à tarde, a partir das 14h.

De forma lúdica, com a obra “O cabelo de Lelê”, de Valéria Belém, e apoio de fantoches, os adolescentes e crianças mergulharam juntos no mundo da leitura, em novas descobertas e sentimentos.

“Eu gostei muito. O cabelo da Lelê é grandão e cacheado. Ela fez trancinhas e os colegas gostaram. Colocou presilhinhas e eles também gostaram. E eu gostei muito desta história e quero ouvir sempre”, confidencia a estudante do 2º ano, Eahgy Lima Santos, de apenas 7 anos de idade.

Quem promoveu também gostou da experiência. “Foi nosso primeiro contato de leitura com as crianças. Momento dinâmico de perguntas sobre cotidiano delas. Optamos fugir dos clássicos e escolhemos esta história para tratar temas importantes como o bullying, racismo e preconceitos”, declara o presidente do grêmio, Pedro Frazão.

“Hoje ainda tem muito racismo, tanto em adultos quanto em crianças e temos que mudar isto. A leitura e o lúdico ajudam”, avalia o gremista Daniel Queiroz.

“Você meio que volta ao tempo. A infância é a melhor época da vida, e também o melhor momento para se trabalhar isto. A criança não tem preconceito. O preconceito é ensinado”, afirma o estudante Júnior Frazão.

A ação também despertou nos estudantes do Afrânio o desejo de dar continuidade às leituras para os pequenos e quem sabe mobilizar outros grêmios ao mesmo caminho.

Na Escola Estadual Vitorino da Rocha, atração nesta quinta são as oficinas de contação de história para trabalhar preconceitos e bullying com estudantes da educação infantil.

Fonte: Ascom / Seduc

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