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Polícia Civil aborta assaltos em Pindoba e Atalaia e prende quadrilha

Sionelly LeitePolícia Civil apresenta armas recolhidas das ruas

Polícia Civil apresenta armas recolhidas das ruas

De acordo com o diretor-geral da Polícia Civil de Alagoas, Robervaldo Davino, no último dia 2 de novembro foram abortados pela Defesa Social, dois assaltos na cidade de Pindoba e Atalaia e presos cinco membros de “uma das mais perigosas quadrilhas de assaltantes de Alagoas”.

Davino colocou ainda que não foi repassado nada para a imprensa porque as investigações ainda estão em andamento. O diretor-geral da Polícia Civil explicou ainda que os presos foram pegos em Maceió, Paripueira, Jacarecica e Viçosa. No entanto, apesar de cinco pessoas já se encontrarem na carceragem da Polícia Civil, ainda há pelo menos 10 membros da quadrilha soltos.

Com os detidos, a Polícia Civil conseguiu apreender coletes aprova de balas pertencentes a Defesa Social, que foram roubados de uma viatura da Delegacia de Roubos e Furtos, camisetas da Polícia Federal e armas. “Não vamos passar os nomes dos presos porque as investigações estão em andamento e nós ainda temos 12 mandatos de prisão para cumprir. O que posso colocar é que o material foi apreendido em casas no bairro de Jacarecica e na cidade de Paripueira”.

O grupo – segundo Davino – é responsável por diversos assaltos em Alagoas e no último dia 2, eles tentaram roubar a Agência de Correios de Pindoba e um supermercado na cidade de Atalaia. “O mesmo grupo é responsável pelo assalto ao porto de Maceió, no qual levaram mais de R$ 100 mil”, destacou.

Um dos presos é José Emerson da Silva, o Nem Catenga – preso em Maceió com mais de 1kg de craque – o que leva a crer que a quadrilha ainda possui ramificações para o tráfico de drogas. A Polícia Civil apreendeu ainda um Pólo prata que estava com o grupo. O carro e as armas da quadrilha foram entregues a Justiça. Nem Catenga se encontra detido na Delegacia Regional de Viçosa.

Davino revelou que a Polícia Civil possui informações de que o restante do grupo conseguiu sair de Alagoas, após a prisão dos supostos comparsas. “Estamos executando um trabalho integrado com policias de Pernambuco e Bahia para tentar chegar ao restante do grupo. É uma questão de tempo”, colocou o diretor-geral da Polícia Civil.



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