Artigos

Debate na TV será fatal para João Lyra

Bia falou: ah, claro que vou e Clara ficou até o sol raiar. Dadá saracoteou e Didi tomou o que era pra tomar; naquela noite (logo mais à noite) na TV Gazeta foi fatal para o candidato a governador João Lyra.

Renúncia no Chapetuba Futebol Clube

Igual à música, essa noite eu tive um sonho de sonhador. Maluco que sou sonhei que o candidato a presidente do Chapetuba Futebol Clube renunciava a candidatura na véspera da eleição.

Manifesto da frustração suprapartidária

Fui acordado com o telefonema de um colega convidando-me para a solenidade de entrega à Justiça e à Polícia Federal do manifesto suprapartidário contra a violência em Alagoas. Alvíssaras! Pensei.

Turismo comunitário

Em alagoas tem-se feito muito ôba-ôba com a questão do turismo, mas não tem se pensado numa estratégia de como incluir o cidadão alagoano morador da área turística neste viés econômico tão importante para redenção e autonomia das comunidades envolvidas.

A peleja do Gape com o Ibope

Sabem aquela do “Homem que calculava”, de Malba Tahan? Aquela dos 35 camelos deixados como herança para serem divididos com três filhos? É velha, mas cabe repeti-la quando a dúvida atroz entre quem tem razão, se o Gape ou o Ibope, permanece – ou será que aumentou?

Alagoas: um Estado (quase) Emancipado

São 189 anos de “emancipação”; somos o único Estado que foi emancipado – os demais foram conquistados a ferro e fogo; ou viraram Estado por exigência géo-política-econômica, tais como: Mato Grosso do Sul e Tocantins.

Edinaldo Marques

Por quê pouco avançamos?

A cada nova eleição que ocorre no Brasil vem a tona, de forma ainda mais veemente, os problemas políticos, sociais e econômicos que afetam o nosso país.

O dia em que a terra parou

O problema é que, no dia 11 de setembro de 2001, quando a terra parou, ao contrário da música do Raul Seixas todo mundo estava lá – no Wold Trade Center, nas ruas, nas padarias, nos trampos da vida. Na música do Raul, no dia em que a terra parou o soldado não foi para a guerra porque o inimigo também não estava lá.

O inimigo vem da Pitanguinha

Quando me deram um FAL e me disseram que iria tirar guarda no fundo do quartel, nas antigas baias, tomando conta do paiol que, se explodisse, me levaria junto com metade da população da Pitanguinha, eu tinha 18 anos de idade; incrível, mas foi a primeira vez que senti o peso da idade.

Meus pêsames, pobre CSA rico

Faz tempo, mas parece que foi ontem; seu Antônio era o administrador do campo e a mulher dele, dona Maria, cuidava das tarefas domésticas e do time – lavava roupa, passava a ferro e, nos dias de jogos, vendia “raspadinha” e laranja.

Edinaldo Marques

Os segredos do sucesso

Cada pessoa ou profissional vê o mundo, as coisas, a sociedade, o governo, a política e, enfim, tudo mais, influenciada pela criação e experiências obtidas ao longo da vida.

Meu deputado se vendeu por uma Lyra

O monstro existe e é arretado, e tá doido pra transar comigo, dizendo que você dorme de tôca e lhe fatura em cima do inimigo. O monstro, que Raul Seixas cantou, não é nada concreto, não tem rosto nem identidade, mas existe, é arretado e transou com meu deputado

Voleibol é mesmo esporte de boiola?

Caros internautas: a propósito de mais uma conquista da seleção brasileira de voleibol, quero recordar o que o narrador esportivo Luciano do Vale contou, no ano passado, durante a palestra promovida pelo Instituto Zumbi dos Palmares - IZP - dentro da programa "Um dedo de prosa".