Como surgiu a “sexta-feira 13” e por que é considerada uma data de azar

Pelo menos uma vez por ano, as datas do calendário se alinham para nos dar a sexta-feira 13. Os preços das passagens aéreas tendem a cair, seu chefe supersticioso evita reuniões importantes e, ao longo do dia, há uma pequena parte de você que espera que algo estranho aconteça.

Por que somos assim? Seja você supersticioso ou não, você não pode escapar de tudo que envolve a data mais assustadora do calendário.

Por que 13?

O medo do dia 13 vem de séculos e muitos acreditam que se originou do Código de Hamurabi, que supostamente omitiu uma 13ª lei de seus códigos legais escritos. No entanto, na realidade, isso foi apenas um erro cometido por um dos tradutores que simplesmente deixou de fora uma linha de texto.

Tais superstições persistiram mesmo entre as maiores mentes da história. O grande compositor austro-americano Arnold Schoenberg sofria de um caso tão grave de triscaidecafobia (o medo do número 13) que omitiu a numeração do compasso 13 em algumas de suas obras posteriores, substituindo a notação “12a”.

Segundo relatos, ele também temia profundamente morrer em um ano ou com uma idade múltipla de 13. Quando completou 76 anos, um colega sugeriu que seria um ano de azar porque 7 + 6 = 13. Na verdade, Schoenberg faleceu naquele ano, em uma sexta-feira, 13 de julho de 1951.

É interessante notar a história contrastante do número 12 com o número 13. Temos 12 meses por ano, 12 signos do zodíaco, 12 horas por dia e até 12 dias de Natal, destaque decorrente da influência histórica do Novo Testamento da Bíblia e outras tradições judaico-cristãs. Mesmo Schoenberg, o maior inimigo do número 13, era mais conhecido por desenvolver um sistema de composição musical de 12 tons.

Fonte: CNN Brasil

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