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Bispo Filho

Bispo Filho é Administrador de Empresas e Estudante de Jornalismo.

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Policiamento de proximidade: Sua eficácia na prevenção de crimes

O aumento da criminalidade no Brasil, nestas últimas décadas, tem sido bastante discutido e divulgado, sobretudo, nos diversos meios de comunicação e também em bate-papos pessoais ou em redes sociais.

Com o decorrer dos anos e a evolução da sociedade foi necessário que a segurança pública se adequasse às necessidades dos cidadãos, vez que estes confiaram no Estado para defender e punir quem atente contra os seus direitos.

Por outro lado, a diminuição da criminalidade, embora utópica para algumas pessoas, parece ser possível se houver trabalho direcionado em prol dessa mudança.

Neste sentido, algumas ações têm sido desenvolvidas por pessoas e instituições para a melhoria deste cenário.

Associações comunitárias, empresários, igrejas, Organizações Não Governamentais (sem fins lucrativos como as ONGs) e a segurança pública buscam alternativas para prevenir o aumento da violência.

A proximidade da polícia na comunidade mostra que a população está cansada de violência e deseja um ambiente mais calmo para viver e constituir família.

Seguindo esta tendência, uma alternativa bastante promissora e que vem mostrando eficiência na resolução deste problema é o policiamento comunitário, que se constitui um novo modelo de trabalhar junto a sociedade, que neste caso, aproxima o cidadão e o policial, estabelecendo uma sensação de segurança e confiança.

Ao se falar de policiamento comunitário, estamos diante de uma forma utilizada pela segurança pública como um meio de prevenção de crimes, ou seja, um método institucional que oportuniza uma cooperação entre a população e a polícia, com o intuito de que devem trabalhar juntos com o fim de prevenção e solução de problemas atuais, por exemplo, drogas, crimes, aumentando a qualidade geral de vida na área.

Com isso, nota-se que a sociedade passa a entregar e confiar no Estado para que este possa garantir sua segurança e a punição de quem cometa uma transgressão contra seus direitos.

Portanto, cabe ao Estado promover políticas públicas, mecanismos de proteção, prevenção e repressão através de suas forças policiais para trazer aos cidadãos sensação de segurança, confiabilidade e uma proximidade com os policiais, como acontece no policiamento comunitário.

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