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Gestores do Bolsa-Família começam a ser capacitados

Para facilitar o cadastramento dos beneficiados pelo programa Bolsa-Família, do governo federal, a Secretaria Executiva de Inserção e Assistência Social, em parceria com a Caixa Econômica Federal, realiza hoje e amanhã, uma capacitação para gestores dos 102 municípios alagoanos. Em Alagoas, atualmente, 236.896 famílias estão inseridas no Bolsa-Família.

Zé Dirceu é soda, seu Fócrates

O deputado Zé Dirceu (PT-SP) será cassado se, e somente se, a imprensa não esquecê-lo; se ele deixar de ser pauta da mídia, livra-se da cassação. Isto não se dá pelo fato de ser inocente; pelo contrário, tudo o que o PT fez de bom ou de ruim seguiu a determinação de Zé Dirceu, que não é só arrogante e prepotente – é também inteligente; tem consigo um “dossiê” arrasador elaborado com base na CPI do Banestado

O Brasil disse "não" à hipocrisia

Alvíssaras! Mais de 80 por cento dos brasileiros não são hipócritas; a vitória do “não” amenizou a ira contra o referendo inoportuno e irresponsável, que torrou 700 milhões de reais da viúva federal às vésperas do ano eleitoral – quando serão gastos mais 1 bilhão de real; e haja dinheiro num País de miseráveis.

Por quê votar “SIM”!

Há dezenas de argumentos para votar SIM! Do ponto de vista cristão e do direito constitucional, o cidadão tem, indubitavelmente, dois argumentos fundamentais definir a sua opção: primeiro, o princípio evangélico de Jesus Cristo, “eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10, 10).

Zé Dirceu e a piada do aleijado no circo

O aleijado das duas pernas estava no circo, lá em cima, na última fila da arquibancada, quando o leão se soltou da jaula. Foi a maior correria – todos tentando sair do circo; e aí alguém se lembra e grita: “Pega o aleijado! Pega o aleijado!” Indignado, o aleijado reage: “rapaz, deixa o leão escolher”.

Desarmanento: Nem sim, nem não

O referendo sobre o comércio de armas tem a mesma importância da proposta para cortar o vento e acabar com a calmaria em alto mar; há quem tente cortar o vento, mas nenhum o faz por teimosia – o faz por interesse escuso. Ora, se o que não se vende no comércio legal compra-se facilmente no ilegal; se o Brasil é o País da pirataria, do contrabando, então tanto faz como tanto fez. Se eu votar sim estarei optando pelo comércio ilegal de armas; se votar não continua tudo como está.

Nunca mais li jornais

O André é um amigo que deixei em Brasília; um jovem cibernético responsável pelo sistema de computação do gabinete do deputado José Thomaz Nonô no oitavo andar do Anexo IV da Câmara. Apesar da diferença de idade, havia cumplicidade entre nós; as músicas do Pink Floyd e Jimmmi Hendrix; a literatura e as artes – ele cursa Arquitetura.

Caldeirão dos mitos

Carlos amava Dora, que amava Lia, que amava Paulo, que amava toda quadrilha; esta parece ser a relação que se desenha em Brasília e que pode levar a CPI dos Correios à fornalha da pizza.

O PT não precisa da direita. Ele se mata antes disto

Desde que o presidente da província Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, se tornou discípulo do filósofo grego Sócrates e proferiu a nação, a celebre frase de seu tutor: “Só sei que nada sei”, pairou no ar a impressão de que tudo tinha ido para a PT que Pariu.

O amigo trapalhão do presidente

O país foi surpreendido pela aparição, às margens do Pântano do Planalto, de um estrategista que se dispensa de combinar até com amigos a execução de planos muito audaciosos.

Relembrando o 17 de julho

Olhando pelo retrovisor estes últimos oito anos que nos separam daquele 17 julho, podemos chegar a conclusão que mudou alguma coisa, mas não como nós gostaríamos. O movimento popular rompeu barreiras sócio-culturais, contudo poderia ir muito mais fundo na possibilidade de reformar outras concepções conservadoras, principalmente na moralidade política alagoana.

O peso da Idade da Razão

Certa vez, o imperador Julius Ceasar disse que aos poucos deixamos de ser o que realmente somos para acreditar naquilo que os outros dizem que somos, estabelecendo uma linha tênue de conflito constante, que vai sendo esquecida aos poucos, seja com o passar da idade, ou com o valor que damos – cada vez mais – as coisas insiginificáveis, como as superficialidades de nosso tempo. É a nossa interna faixa de Gaza.

Vamos saquear o Ministério da Cultura

O cinema brasileiro – com raras exceções – enche o saco e ainda gasta muita, muita, muita grana do governo, que poderia estar sendo usada para coisa mais útil, ou pelo menos rentável para os cofres públicos e não para o núcleo Globo de Cinema e outras produtoras, que sequer necessitam da verba. Estas, ainda possuem a coragem de dizer que estão “fomentando o cinema”. Paciência.